Quando o seu Ídolo para de correr…

Quando o seu Idolo para de correr…

Um dos meus filmes clásssicos preferidos é Forrest Gump, onde o filme se inicia em 1981, onde um homem chamado Forrest Gump senta-se em um banco de um ponto de ônibus na cidade de Savannah, Geórgia; ele passa a contar a história de sua vida para as pessoas que se sentam ao lado dele enquanto aguardam o ônibus, o filme tem roteiro de Eric Roth, baseado no romance homônimo de Winston Groom, tem a otima interpretação do renomado ator Tom Hanks no papel-título, a trama atravessa várias décadas na vida do personagem central, Forrest Gump, um homem simples do Alabama que, em suas andanças pelo país, acaba encontrando personalidades históricas, influenciando a cultura popular e testemunhando alguns dos eventos mais notórios da história dos Estados Unidos no final do século XX.
Mas o que venho apresentar nesse texto é um caso especifico da vida tão irreverente do nosso Forrest Gump, onde em um momento de sua vida a qual ele sofre um baque na vida, pois sua amada Jenny foge dele após algum tempo de estabilidade do relacionamento dos dois, e então ele com seu defict intelectual age de uma forma sem sentido, que é de correr sem parar após ser abandonado, o paradoxo que se pode observar é que em toda sua vida desde o tempo da infancia, ele usou o correr sem parar como uma defesa ao que o perseguiam e maltratavam, correu e se tornou o craque do time da faculdade, e um dos selecionados da seleção Americana de Football, a celebre frase Corra Forrest, Corra forrest, corra Forrest é um baluarte de alegria para quem acompanha o filme, é ver Forrest mesmo com o problema na coluna torta e usar um equipamento nas pernas, conseguir se curar após começar a correr, outro momento é na guerra do Vietnã que segui o conselho de sua amada Jenny após se despedir dele e diz para ele sempre correr, e correndo, ele se salva e salva seus amigos de guerra, o correr de Forreste vai na contra mão da idéia de correr como um covarde, mas sim como de um verdadeiro heroi, um idolo, um referencial, isso é o que acontece quando ele decide correr por todo o país, após, voltando ao começo do paragrafo, ser deixado por sua amada Jenny, ele decide correr, utilizar o que ele tem de virtude para preencher seu vazio da alma, e assim as pessoas viram isso como um sentido para vida delas, fazendo dessa atitude um preenchimento das suas almas questionadoras e sem paz, trazendo motivação para continuarem a viver ou um próposito novo de vida, sendo que seguiam uma pessoa que não entendia ao certo nem o que fazia, que de certa forma não via sentido nenhum no que fazia, pois ali era apenas a primeira coisa pensou em fazer após uma tristeza existencial em ser intimo.
Após esse ato impulsivo de sua parte em correr, correr e correr, e onde uma, duas, dezenas de pessoas lhe seguiram, formando uma multidão, que começaram a fazer isso pois viram nele um idéal maior a qual nem mesmo o próprio Forrest imaginava, ele virou o produto do meio a qual ele estava, de pessoas que vazias que viam nele uma pessoa convicta de suas ações, por três anos, dois meses, 14 dias e 16 horas ele foi o mentor daqueles que precisavam que sua vidas tivessem um valor, pessoas motivadas e convictas em algo inexistente, sendo o nada o sentido de tudo aquilo.
Então, em Monument Valley, Utah, às 20h do dia 19 de setembro de 1979 Forrest para de correr, seus seguidores param estaziados e sem acreditar, esperando as palavras sábias que viriam de Forrest após aquela parada feita sem explicações maiores, apenas com um “Estou cansado”, sim ele terminou sua maratona pessoal, com uma multidão lhe seguindo e voltou para sua vida de sempre, cheia de aventuras; E os seus seguidores ficaram perplexos e viram ao olho nu, o fim de seus idéias, viram que o fim é presente e real na caminhada de seguir aquilo que não tem sentido, acordam da cegueira já tarde e a desolação fica explicita, no filme não temos muito o que acontece com aquelas pessoas, porém no dias de hoje, podemos ver pessoas que seguem com todas as forças e sem racionalidade algumas pessoas, só quebram a cara com o resultado não esperado daquele idolo do coração, e em meio uma geração tão imediatista onde procuram respostas rápidas para questões complexas, as vezes atitudes emotivas de buscar um idolo para gerencias suas escolhas é uma escolha um tanto sem amor prórprio e reflete as vezes a situação precária que muitos se encontram, se tornar gado de um idólo, de exaltar o bezerro de ouro é cavar a própria cova do pensar e as consequências na maioria das vezes não são boas.
Podemos concluir que a idolátria, a cegueira irracional é danoso para o ser humano, infelizmente quanto mais demora na cegueira mais danos se tem com isso, a formação do idolo, vem do reflexo do imaginário do idolatra, o um momento ainda pior é quando muitos idolos quando param de correr, deixam os seus seguidores orfãos, podem até buscar outros para ocupar o lugar, ou podem terminar a vida como um ser depressivo com um vazio que é preenchido pelo rancor, o ideal é não correr atrás de idolos, podemos sim admirar, ter referenciais, claro que de uma forma saudável e edificante, até herois de uma forma mais humana é compreensivel, porém quanto mais conhecemos nossos herois vemos que eles são limitados como nós, e o perigo é quando o herói se torna ídolo, a limitação dele ou a falta de limitação dele que é aparentemente vista, não é vista mais pela otica do idolatra, e um dia quando o “idolo para de correr” a realidade aparece como um corte na mente, o soco da vida real e da volta da visão vem e deixa o idoatra em mals bocados, por isso não corra atrás de idolos, corra atrás de seus objetivos e corra no sentido da sua mente não cauterizada, pois assim você vai compreender que viver a vida real e com lucidez é quando não segui com unhas e dentes ninguém, mas ter a própria personalidade e livre pensar.

A Formação do Homem Feministo.


Essa geração está em decadência moral, e temos vários aspectos reais que podemos descrever nessas linhas para fortalecer essa afirmação, e um grupo específico vem crescendo de dentro do meio progressista para fora, que é do homem Feminista ou Feministo, é um homem lapidado pela sociedade moderna atual, que tem visão progressista de mundo e o espirito Revolucionário como disposição, o padrão imposto por esses grupos e movimentos que tem a hegemonia da narrativa do politicamente correta é de traçar a formação do Homem Feministo, a estratégia desse meio é fazer com que o homem perca suas virtudes e virilidade, deixando sua personalidade e caracterista, infelizmente os jovens e adolescentes estão sendo engolidas sem pena pelas as ideologias contemporâneas e suas teorias vazias.
Pois bem, quero enfatizar esse perfil de mutação de homem ideologizado, onde a influencia é principalmente dentro da grande mídia e das universidades mais e mais culturalmente marximizadas, as caracteristicas e padrões impostos pelos doutrinadores e também influences midiáticos são ensinados no dia dia de algumas pessoas que militam por esses ideías, seguindo as regras da patrunha, que gostam de utilizar do cancelamento virtual, da degradação, demonização e o ataque a reputação da pessoa que se posiciona contrário a ideológia, e utilizam em alguns argumentos de uma visão do homem como opressor, com exemplos da questão social de que os homens ricos, brancos heteros, são na visão deles, privilegiados, sendo que é de forma inconsciente da prática do racismo, sexismo e anticapitalismo inverso, colocando outras pessoas que não são desse grupo como minorias inferiores, uma tática leninista de dividir para conquistar, essa idiotização das ideias dos intelectuais progressistas e socialistas é espontaneamente difundida como doutrina, e a presa principal é dos jovens, pois é sempre a geração futura, que pode continuar o legado, e o compartilhamento dos métodos ideologicos, um desses, que podemos especificar é o estilo quebra cabeça, onde os propagadores trocam as peças do pefeito encaixe, com factoides ou peças semelhantes, mas falsas (o conhecido espantanho), essas peças seriam o senso comum, a forma tradicional que dá equilibrio, e o desenho seria nessa metafora a sociedade, sendo assim, eles mudam a perfeição do real desenho do quebra cabeça para defender e utilizar o quebra cabeça para seu próprio beneplácito, mundam o alinhamento linear do desenho do quebra cabeça, para afirmar que é para o progresso da arte, e que é necessário desfocar e tirar o desenho comum para uma nova tedencia de arte contemporânea, que se deve ver sem entender, uma verdadeira incoerência, essa visão é a prática incomum que se dá através de uma cartinha progressista, tudo mudado pela forma que interpreta o mundo (ou como interpretar o quebra cabeça alterado).
As mentes cauterizadas pelos gurus ideologicos, na grande maioria são os jovens ou os que não amadureceram, ou até aqueles que so ganham finaceiramente com o movimento, o jovem é mais propença para militar por questão de ser uma época de muito questionamento, assim a visão revolucionária e a desobediencia gritam dentro de cada um, entretanto generalização é burrice, e temos uma quantidade que vai na contra mão, grande maioria silenciosa e recatada, sem se expor tanto, eles não caem no método de ser massa de manobra e idiotas úteis modernos, onde no desernvolvimente da maturidade conseguem ver a isca da construção de um fantoche ideológico, muitos buscam conhecimento, estudam, tem uma familia que deu boa instrução, tem a religião e o congregar das comunidades saudaveis Cristãs para proteger desses ataques ideologicos, isso é o que dá a base para não cair das narrativas revolucionárias, e para não se tornar homens subsevientes a pauta progressista que transforma o homem em um ser feministo, hiper sensivel e andando sobre os moldes do Feministo.

A união da ideologia com a intenção do coração cria jovens revolucionarios contrários aos pais, mas ao mesmo tempo sustentado pelos próprios, em alguns exemplos temos homens e mulheres na casa dos 40 e 50 debaixo da casa dos país e ao mesmo tempo militando contra o “patriarcado” e a “opressão”,

ou mamadores do Estado, onde vivem dos privilegios que são dados pelo próprio, esses que mais querem o Estado inchado, é uma via de mão dupla, temos assim homens experientes em idade se portando como adolescentes, vendo o mundo a partir da pespectiva ideologica, onde para eles o homem comum é seguir um padrão patriarcal retrogado, que ser homem comum pai de familia, trabalhador e temente a Deus é algo pobre de desenvolvimento intelectual, que segui as caracteristicas normais de um homem é ser macho escroto, que ser homem é ser um referencial de maldade e sexismo, de desrespeito, e de inferiorizar a mulher e as “minorias” que mais e mais coexistem.
O Homem feminista tem que seguir as cartinhas ideologicas, usar vocabulário neutro, desconsiderar a biologia e a ciência e entender que não existe sexo masculino e feminino, pois na teoria existe milhares de generos, diminuindo e extinguindo o padrão normal que existe e que entendemos a tanto tempo, esses são apenas a ponta do aicerberg, a cartinha é extensa e abrange o homem de tal forma, que o fim é um ser que deve ser submisso, cuidadoso com cada passo, as desculpas são diárias, o choro diário e uma personalidade hipersensivel é presente, indo ao contrário do que é o homem.
Assim podemos concluir que estão tirando a essência do homem, que tem principios e atitudes que dão equilibrio no senso comum, no curso nomal da vida, onde cada vez mais está virando um estereótipo ou um dogma a simples forma masculina de ser o cabeça do casamento como está descrito na biblia, onde o homem é numa metáfora como Cristo foi pela Igreja, o cabeça, o lider que ama e doa sua vida pela esposa (Efesios 4), que tem a liderança sádia e honrosa com respeito e amor sobre a familia, e que se doa pela esposa e filhos, essa questão contraria a esses principios vai na contra mão também da base Cristã Biblica, e se torna uma guerra revolucionária contra equilibrio do conservadorismo e tradicionalismo.
O foco é sempre transforma a realidade na inrealidade, de forma que dentro de nossa cultura ocidental o foco desses movimentos é desconstruir o homem branco, hetero e que tem uma condição financeira boa para se tornar um bundão, chorão e pior monstro que existe; É um dos alvos da cartinha, pois o que podemos ver é que é algo normal em nosso meio esse tipo especifico de homem, até por questões culturais e historicas que desencadearam para um certa maioria desse tipo, porém o mundo de forma equilibrida está mostrando que com mérito e muita dedicação há tipos de pessoas diferentes desse citado anteriormente que estão chegando nesse mesmo padrão e até ultrapassando esse patamar de poder financeiro, e muitos no meio intelectual calam essa narrativa incoerente, calam essa sociedade cheia de ideologia que o ser humano, e que o homem independente de credo, etnia e clase social pode desenvolver um papel exemplar de homem e de valor moral e etico para a sociedade sem perder suas caracteristicas e essência, tudo sem alarde e sem histeria, o ponto é que isso é fruto da decadência moral do ocidente, movimentos avançam em nossa cultura, e o problema maior dessa doutrinação é quando chega no contexto cultural, como já vimos no escopo desse texto, quando esses aspectos viram padrão na cultura existe reflexos danosos para as várias esferas que compoem o bom estabelicimento da vida, por isso o que a sociedade precisa é que a cultura seja blindada contra esses ataques, que as instituições que se mantém formentando o equilibrio da humanidade sejam mantidas e protegidas, e isso se dá com conhecimento, com a liberdade e com o avanço dos principios primordiais para construção de uma sociedade que pode identificar o que é danoso e prejudicial e resiste a essas mudanças, a erva daninha do mal das cosmovisões e ideologias revolucionárias devem ser extintas do trono da evidência, claro que sem censura e autoritarismo pois vai na contra mão do que é saudável e do que um conservador acredita, e o que realmente importa que é bom, belo, agradável e necessário, deve sim ser compartilhado de forma simples, clara para todos, assim teremos uma boa base para as futuras gerações viverem harmoniosamente, como Homens com caráter formando uma sociedade e civilização sólida.

Texto de Leovigildo Ferreira

Por que vejo a Monarquia constitucional ou parlamentar como a melhor forma de governo.

Por que vejo a monarquia Constitucional ou parlamentar como a melhor forma de Governo.

Primeiro de tudo temos que entender o que é Monarquia, A palavra monarca (do latim: monarcha) vem do grego μονάρχης(monarkhía, de μόνος, “um/singular,” eἀρχων, “líder/chefe”), posteriormente no latim, monarcha, monarchìa, e é uma forma de governo em que um monarca (tal como um rei ou imperador) exerce a função de chefe de Estado e se mantém-se em tal cargo até a sua morte ou a abdicação. Existem duas principais formas de monarquia: absoluta, em que o poder do monarca vai além do de chefe de Estado e é superior ao dos outros órgãos do governo, e a constitucional ou parlamentar, em que o poder do monarca é limitado por uma Constituição, podendo ser meramente cerimonial. A primeira é considerada um regime autoritário, enquanto a segunda normalmente ocorre num contexto democrático e representa a maior parte das monarquias atuais. A maioria das monarquias é hereditária, mas também existem e existiram monarquias eletivas, de fato, a meu ver temos a Monarquia uma forma de governo que ao longo da história se mostrou a melhor forma de governar uma Nação ou Reino, podemos ver em nosso contexto Nacional os benefícios como eles:
Segundo o Dr Ives Gandra, O período mais estável que o Brasil viveu foi no Reinando de Dom Pedro II; outro fato é que as eleições eram constantes, assim tinha a alternância de poder, coisa que evitava ditaduras; pelo fato do Rei ou Imperador ser uma figura independente de partidos e grupos ideológicos a Monarquia é uma organização politica que permite a liberdade, mas também garante estabilidade; fatores como unidade politica, parlamentarismo, imprensa livre, força e oposições focadas no bem maior da Nação, direito das minorias alinhado com o direito das maiorias e verse versa, ensino, aptidão, moralidade, brandura dos costumes, igualdade civil das raças, extinção da escravidão, glória militar, cultura literária e científica e patriotismo. Sem dizer das divisões de poderes com base na Família, e sendo cidades e estados acima da Federação, sendo o inverso de mais de 100 anos de República que traz é instabilidade politica e econômica, vários impeachments e polarização de falta de alinhamento entre os poderes que acarretam em falta de governo; desorganização e oposição dos três poderes; parlamento divido em blocos de próprios interesses; políticos privilegiados e com foros de carreira os livrando da lei, casos de quadrilhas de corrupção, alta divinização dos togados; Corrupção presente como base de fechamento de acordos, e a mias triste e principal que é uma população cega pela idolatria de personalidades politicas populistas com narrativas de enfeitiçar as pessoas com discurso hipócritas de totalitarismo, e de rebanhar através de estratégias de engano, isto é a realidade da decadência da mudança de sistema de governo, ao decorrer dos anos tivemos quase 40 presidentes, períodos de ditadura branca e ditadura hegemônica cultural e sete constituições – 1824, 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988. De todas as constituições da história nacional, a Constituição Política do Império do Brasil foi a que vigorou por mais tempo – 65 anos, e nesse período sofreu apenas uma emenda. Só para ver como existia uma diferença gigantesca em relação o que vivemos hoje.

É de importância deixar claro que o texto não tem visão reacionária do sistema politico, a qual trazer o passado para o presente, é de fato que o passado de Império teve sucesso e com fatos temos esse o melhor para nação, e pelo fato do declínio da república o Império seria o melhor ou em último caso uma república parlamentarista, todavia a questão é a cautela e o ceticismo politico que nós dá esse sistema politico um progresso atual e equilíbrio das inflamadas questões culturais que emergem figuras pitorescas para o cenário político, como também a polarização e extremismo anti-ideológicos e políticos que dividem a nação no nós contra eles, conservar a ideia de uma Monarquia é trazer a tona uma cautela ao reger uma nação gigante e com fatores de melhoria, sendo que a monarquia não se prende apenas à questões politicas, mais também a cenário cultural e científico, é algo que ao ser estabelecida teria o respeito as instituições e um novo poder que teria a cautela e a moderação diante dos outros, não teria autonomia ou autoritarismo como é enfatizado em nossa cultura atual de educação progressista, que rotula como absolutismo feudal a Monarquia Mundial e nacional, o que devemos é estudar e pesquisar o assunto e poder compreender que é uma luz de mudança e ao mesmo tempo proteção do que mantivemos de bom ao longo do tempo, ou o que tivemos de bom e perdemos ao longo do tempo.

Um pouco de nossa república, temos como o cargo que costumava ser exercido por um rei, exercido por uma pessoa escolhida “diretamente pelo povo”, algo totalmente ilusório, pois o povo só escolhe após o partido politico e os próprios políticos levantarem e escolherem os nomes que vão as eleições, sem falar que temos mais de 30 partidos inscritos e 99% recebendo fundo eleitoral, mais uma vergonha da utilização do dinheiro público pela máquina, enfim esse politico chefe do executivo se chama presidente ( às vezes também de primeiro-ministro, no caso de repúblicas parlamentaristas, a qual particularmente acho uma segunda forma mais assertiva de governo). Em tese, o presidente é, ao mesmo tempo, o chefe de Estado e o chefe de governo, exceto nas repúblicas parlamentaristas. O seu tempo no poder deveria ser curto e muito bem definido, ele também não tem como transferir seu cargo para uma pessoa de sua família, ou de seus círculos, de forma direta, todavia, indiretamente nossa república fracassada pode releição, pode colocar parentes e filhos nos cargos públicos e para continuar no poder sendo candidato nas sequências de eleições, nepotismo é visível a oligarquia é presente com toda família vivendo do Estado, temos grandes exemplos em nossa história, já na Monarquia período no Brasil entre 1822 (data da nossa independência) até 1889, quando foi proclamada o Golpe da república foi bem diferente a classe politica.

A ideia de que a república é democrática e a monarquia não, caí sobre terra a partir de fatos históricos e da própria ação da república atualmente em tirar os direitos do povo e mascarar, dando uma falsa democracia onde o sistema republicano engole a massa da população sem pena e apenas os deixando com uma falsa ideia de liberdade, onde mais e mais são cativos pelo Estado supercheio e rico e uma sobrinha de bondade e de ações sociais como merenda para o povo, o conhecido Pão e Circo Romano, é o teatro do dá e tirar subliminalmente ou até as vezes na cara em dobro ou muitas vezes mais, outra ideia errônea que temos é que a Monarquia Parlamentarista e Constitucional o Rei e Imperador age da forma absolutista, pelo contrário, é nesse sistema que temos os poderes alinhados, onde a monarquia é o poder moderador e da cautela e temperança, já na República surge a ilusão de que nós somos nossos próprios governantes, Entretanto, como já deveria estar mais do que claro, sob a democracia também existem soberanos e os súditos desses soberanos, como podemos identificar no livro A Revolução dos Bichos de George Owen que trata disso, onde a revolução contra os lideres sempre é trocada pela liderança eminente, e que a revolução social e igualitária é uma utopia, pois sempre alguém surge no poder, isso é também algo bom, identificar que a visão revolucionária não cumpre como sua própria teoria ensina, pois é o exemplo que a teoria nunca tem prática concreta, o fato da Monarquia frear a visão Revolucionária do mundo é um passo importante para uma vida social estável e uma manutenção da moral e da ordem.

Texto de Leovigildo Ferreira, 28 anos e criador do Instagram e grupo de estudos Conservantismo Brazil que compartilha a vsião conservadora de mundo de forma simples e fácil e Criador do Blogger e Canal no Youtube Fórum 3, que trata questões referentes a Religião, Politica e Cultura.

Fortaleza, 26 de Janeiro de 2021

Cristianismo X Movimento do Nome Sagrado (Testemunhas de Yehoshua,Yahshua, Yohushua, yakute, etc)

Um certo senhor por nome Edílson Tavares enviou a algum tempo ao CACP, um estudo que anda circulando pela Internet sobre a polêmica levantada em cima do nome hebraico “YEHOSHUA”. O referido estudo é uma defesa da posição sectária da seita ‘Testemunhas de Yehoshua”, que vem a tempos desfechando ferozes ataques contra o nome do Filho de Deus – Jesus Cristo.

Todavia, antes de tecermos quaisquer comentários refutando e expondo os erros crassos do artigo deste senhor, permita-me relatar de modo sucinto o perfil desta seita.

Já faz alguns anos que estávamos a evangelizar de porta em porta em minha cidade, quando deparei com uma senhora no portão da próxima casa, a qual prontamente, ao ver nossa equipe de evangelismo, desafiou-nos a provar que o nome verdadeiro do Filho de Deus é Jesus Cristo. Pedi então oportunidade de entrar em sua casa para então dialogar com o casal mais calmamente. Qual foi minha surpresa ao abrir sua Bíblia encontrar riscado de vermelho todos os lugares que apareciam o nome Jesus. Até então, eu não conhecia esta seita e não sabia quais era suas crenças. Mais recentemente no começo do ano de 2003, estivemos em São Paulo a fim de realizar um seminário apologético. O pastor anfitrião nos disse que perto dalí existia uma igreja dos “Testemunhas de Yehoshua”. A pedido de outro pastor palestrante do CACP, fomos então até aquela igreja. Chegando lá, deparamos com pessoas de vestes estranhas com roupas excêntricas; turbantes, lenços, vermelhos, vestidos brancos etc. Todos os homens usavam barbas e as mulheres um tipo de véu para cobrir a cabeça. Paramos na porta daquele pequeno salão e logo o porteiro nos veio receber e falar sobre o nome Yehoshua. Perguntou se nós conhecíamos a língua hebraica, por que só assim, segundo ele, poderíamos descobrir a verdade; prosseguindo disse que eles estavam fundamentados no verdadeiro nome original do Filho de Deus e que o nome Jesus era uma blasfêmia do diabo. No entanto, o que também me chamou a atenção foi que suas reuniões começassem bem antes do normal, se comparada com as de outras igrejas, isto é, entre às 4 e 5 horas da tarde. Perguntei então ao pastor o porquê daquilo, e ele me disse que eles realizavam suas reuniões mais cedo a fim de saírem na hora de começar o culto das demais igrejas. Este pastor havia sido alvo dos ataques proselitistas dessa seita, a qual gosta de entrar nas igrejas evangélicas para criar confusão no meio do culto. Ao sair daquele salão passamos em frente da casa onde moravam, na verdade era um curtiço bem humilde, segundo informações, todos moravam juntos, num tipo de comunidade. Pensei então: como pessoas simples e humildes como essas podem conhecer hebraico? Como ufanam debater sobre uma língua que é uma das mais difíceis do Oriente se nem ao menos conhece o básico de sua língua pátria? A única conclusão a qual cheguei é que essas pessoas foram enganadas por mais um líder herético cismático. São vítimas de vítimas…

Recebemos informações que existem várias dissidências entre eles: há os que não crêem na divindade de Cristo, outros não aceitam o evangelho de Mateus como autêntico e ainda outros guardam o sábado e usam roupas distintas para fins de santidade.
Pelo pouco que conhecemos, podemos perceber que se trata de mais uma seita radical com costumes e doutrinas contrárias a Palavra de Deus.
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Queridos graças ao Deus de Israel, todos os textos que vocês usaram referem-se a igreja primitiva que por sua vez nunca conheceram jesus mas Yehoshua . Veja a introdução do livro de Josué na bíblia pentecostal, e responda se souber, porque tanta ambigüidade e digam quem é quem; Josué, jesus ou Yehoshua, e se Josué é Yehoshua quem é jesus.O evangelho que Paulo pregou foi em nome de Jesus? Então quem de fato estaria pregando outro evangelho ? E depois observem e respondam ao estudo que segue.
O nome primitivo de Josué era Oséias, OSHEA, que significa Josué é salvação, mas Moisés mudou esse nome para Yehoshua, Josué, que em grego é IESUS, como aparece na Septuaginta. Os judeus usam o nome Yeshua até hoje para identificar o nome do Filho de Deus – Jesus Cristo. Não obstante, é histórica e arqueologicamente comprovado que o nome do Messias não é “Yaohushua”, “Yehoshua”, mas sim, “Yeshua”. Obs: “sh” faz som de “x”.

Noutras palavras: o nome original, de berço, do nosso Messias é Yeshua mesmo. “Yehoshua” é Josué em hebraico. Mas, após o cativeiro babilônico, o nome “Yehoshua” foi compactado para a forma “Yeshua” (é interessante que Yeshuá [com h no final] em hebraico significa “salvação”. Quanto à raiz, Yeshua é de origem aramaica, mas foi absorvida pela língua hebraica. Por conseguinte, na língua hebraica o Nome do Messias é Yeshua). Isto pode ser visto claramente em qualquer exemplar do “Antigo Testamento” em hebraico nas seguintes passagens: Nechemyah (Neemias) 7:7; 10:9, etc. Portanto, Yeshua procede de Yehoshua ou seja, o nome Jesus procede de Josué. Está respondida a suposta charada de nosso amigo.

Um número crescente de pessoas em algumas comunidades cristãs tem questionado e se oposto ao uso do nome Jesus para designar o Filho de Deus, o Redentor encarnado, cuja vida, ministério, morte e ressurreição são claramente apresentados nas páginas do Novo Testamento. Tal oposição tem sido fundamentada na certeza de que o nome Jesus é de origem pagã, e oculta em si uma blasfêmia e difamação do nome sagrado do Redentor, o qual é verdadeiramente Yehoshua (em hebraico) o que nos deixa certos do cumprimento de (Ap.13:6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu).Ap 13:11 analisemos o seguinte que no século III a igreja de Roma já exercia um grande poder sendo submisso somente ao Império, e ai acontece que em 325 começa a formalização do que possivelmente já estava em cogitação e acontece o primeiro concilio ecumênico em Nicéia, o que marcou o Cristianismo verdadeiro até nossos dias por aderir a uma cristandade Constatineana. Constantineana.

De início já se percebe a distorção dos fatos, pois as autenticas igrejas cristãs não tem sido atingidas por este infelicitado fenômeno, a não ser algumas seitas que de per si já são suspeitas, pois não se contentam com a simplicidade do Evangelho e se embrenham em encontrar a cada dia novas heresias que satisfaça a insaciável curiosidade religiosa. É o que ocorre nos chamados “movimentos restauracionistas”. Exemplos disso temos em alguns movimentos dissidentes dos Adventistas do Sétimo Dia.
Como podemos ler, alegam que se fundamentam “na certeza” de que o nome Jesus é de origem pagã. Veremos mais adiante que esta afirmação está mais que equivocada, carecendo de provas concretas, pois se baseia apenas em especulações e nada mais.
Parece que o autor deste artigo nunca pesquisou de forma profunda história eclesiástica, ou se fez, fez apenas de modo superficial dando sua própria interpretação nos fatos, distorcendo ao seu bel prazer.

Para começo de conversa a Igreja Romana não exercia este grande poder que alega o autor deste tratado horripilante. Roma só começou a exercer poder sobre a cristandade em idos do século V em diante. Antes o bispo Romano era considerado igual aos demais bispos das outras grandes igrejas. Isto qualquer livro de história da igreja pode revelar. É inconsistente ainda a insinuação de que a o Concílio de Nicéia foi premeditado a fim de tornar o cristianismo verdadeiro em um cristianismo constantiniano. Primeiro porque o Concílio foi resultado dum incidente teológico havido por Ário e Alexandre sobre a questão da Trindade. Portanto, o que se tratou ali foi sobre a disputa teológica entre ambos, nada mais que isso, mas o autor do artigo precisa fazer esta ligação a fim de insinuar que a igreja romana foi a responsável pela mudança do nome de Yehoshua para Jesus.

Anos após entra então a autoridade de Teodosio 379-395 que marcado pelas idéias e influencias de Constantino decreta em Tessalonica (28-02-380) que todos os povos que estivessem sob o domínio de Roma, a partir daquela data estariam obrigados a serem “cristãos“aderindo a fé professada pelo pontífice Damaso e o bispo de Alexandria (quando entra em sena o dogma da trindade pois já era esta a fé professada pelo bispo e aceita pelo pontífice, o que sabemos ser outra aberração) e por volta de 384 uma outra figura entra em cena; o bispo Jerônimo com a tradução dos quatro evangelhos (vulgata) e suas alterações reveladas pelo próprio numa carta a Damaso, onde queixava-se de lhes ter sido cobrado fazer tal coisa (temos copia) ver Jer 8:8 . Temos também o cumprimento da profecia de Jeremias 11:19 34:16 Is 52:5,6 e portanto não queremos que em nossas vidas se cumpra Jer 34:17-20.

Novamente de modo sofismático o autor vai introduzindo seu ponto de vista, forçando assim uma ligeira ligação entre a igreja romana, a Trindade e a tradução de Jerônimo.

Devo ressaltar que a doutrina da Santíssima Trindade não “entrou em cena (e não sena) o dogma da Trindade. Esta encontra-se por toda a Bíblia e principalmente no NT, aliás, o termo Trindade já havia sido cunhado em meados do século II e não na época de Constantino ou Teodósio. Este só preservou o que já era fé e prática de toda a igreja cristã desde o tempo dos apóstolos. Demais disso, os textos bíblicos invocados para substanciar tal aberração não dizem absolutamente nada. Quanto a tradução de Jerônimo, é interessante que ele nem cita fontes ou apresenta essas supostas mudanças feitas por ele, apenas se limita em dizer que o tal bispo apenas “revelou” essas alterações. Mas quais? Pedimos as provas!

Quais são as bases do raciocínio? Pode um crente no Salvador da Humanidade chamá-Lo de Jesus ? Nunca. Ou ver neste nome uma blasfêmia e difamação do Nome do salvador ? Claro que isso é uma blasfêmia e não somente isto as também uma profanação.

Quanto a esta alegação perniciosa respondemos que sim, um crente remido e lavado no sangue de Jesus pode com certeza chamá-lo assim, como de fato muitos tem feito durante anos, até que esta seita chegou com esta nova heresia.
Os comentários heréticos do artigo não para por ai, como se pode ver, ele invoca alguns comentários de outras denominações sobre o tema em relevo. Com isso pretende enganar os mais incautos insinuando que tais igrejas concordam com seu ponto de vista. Vejamos então:

O padre Leonard Swidler: em seu livro Ieshua-Jesus histórico, publicado pela Edições Paulinas declara que “o nome Jesus como se sabe é simplesmente uma forma latina do grego iesus…não é dificio (difícil) [duvido muito que um padre iria cair num erro de grafia infantil como esse] perceber como a mudança de Yehoshua das suas formas originais algo importante se perdeu`pag 7. Na verdade, Iesous não é originalmente um nome grego, e sim uma forma grega de um nome hebraico, “Yehoshua” (o “Yeshua” bíblico) que significa “YHWH (que provavelmente era pronunciado Yahweh) é salvação”.

Não vejo oque eles querem provar com isso, pois reflete exatamente a realidade na qual cremos, qual seja, que o nome “Jesus” veio do latim que por sua vez é uma tradução do grego Iesous do hebraico Yeshua 9forma abreviada) ou Yehoshua (forma longa). A citação aparece trunca e não dá sentido a frase. Isto é típico entre as seitas, isto é, tirar a idéia central dos autores do contexto através do truncamento de idéias.

Adventista do 7 dia afirma: Yehoshua é Nome reservado por Deus, desde a eternidade para o Messias (Lição escola sabatina – Abril/Junho 1995 lição 2 pag.2 >>>A identidade real do verdadeiro Deus encontra-se na nomenclatura divina da versão original hebraica das Sagradas Escrituras . Não se encontra nas versões bíblicas das línguas modernas… Rev. Adventista- Março/96 pag. 6).

Mais uma citação fora do contexto, pois até onde sei, os adventistas não acreditam nessa tese erigida em cima do nome Yehoshua. E realmente o nome original foi reservado por Deus para o messias desde a eternidade e que mal há nisso? Mais uma vez uma prova que não prova absolutamente nada.

Assembléia de Deus <>Josué no antigo testamento é o tipo de Jesus no novo Testamento. Seu Nome deriva-se do hebraico Yehoshua- Lição dominical Betel – Josué tomando posse da terra prometida.

Pergunto mais uma vez: o que isto prova? Nada!

Testemunha de Jeová > Sabe você como a família e os amigos de Jesus se dirigiam a ele na conversação diária enquanto se criava em Nazaré ? A verdade é que nenhum humano sabe com certeza, embora possa ter sido algo parecido com Ieshua ou talvez Iehoshua. Certamente não era Jesus. Revista : O Nome Divino que durara para sempre pág 9 da Soc. Torre de Vigia.

Antes de mais nada esta revista das Tjs está lançando mão dos mesmos argumentos apresentados pela seita das ‘Testemunhas de Yehoshua”, mas ao invés de defenderem o nome de Jesus estão a defenderem o nome de Jeová em detrimento do nome “Senhor”. Veja que as TJs afirmam que era incerto se este nome era realmente o nome verdadeiro do Filho de Deus. A revista diz que na língua pátria de Jesus os seus contemporâneos o chamavam pelo nome original!E o que isto tem haver? Certamente que não era Jesus pois eles só falavam hebraico e não português! Veja uma seita procura justificar suas heresias lançando mão de outras heresias de uma outra seita.

Igreja Católica Apostólica Romana > O que poderia incluir, alem do perjúrio e o falso testemunho , o uso mágico do Nome Divino, hebraico : falsamente , seguimos o grego e a vulgata que traduzem em vão .( Bíblia de Jerusalém ( Êxodo 20:7 Rodapé ) Edição Paulus.

Isto não tem nada a ver com o nome de Jesus no original, mas tão somente com o tetragrama YHWH. Aliás, por que então os TYs não usam o mesmo critério que os TJs usam para o nome Jeová?

Essa prática de adulterar nomes divinamente inspirados é uma armadilha antiga usada pelo inimigo da verdade, substituindo nomes sagrados por nomes blasfemos. José teve o seu nome trocado no Egito (Gen 41:45 ver 45:3) por um nome que significa Pertence a deusa Neith`.Veja Dn 1:7 Daniel =Deus é a minha justiça, trocado por Beltessazar=amado de baal Ananias=Deus é gracioso por Sadraque=inspirado de Akul deus sumerio Misael=Quem é semelhante a Deus por Mesaque =quem é semelhante a Akul Azarias=Deus é a minha ajuda por Abde-nego=servo de nego deus do fogo.E assim os nomes que antes eram para honra e gloria do santo nome do senhor passaram ser insulto ao Deus santo e bendito que diz claramente que o seu [a sua] gloria não divide com ninguém.

Pra começo de conversa nem Deus, nem Daniel ou seus amigos se importaram com isso, tanto é que não vemos nenhuma repreensão Divina neste sentido. Deus não ordenou que eles mudassem de nomes. Aliás, os nomes pagãos dado a eles não os tornaram pagãos. Eles continuaram sendo os mesmos servos de Deus de sempre, mesmo a despeito de estarem sendo chamados por outros nomes. Talvez o escritor desta heresia não percebeu que seu argumento não possui fundamento algum, tanto é que um dos maiores ajudantes do apostolo Paulo tinha o nome de um deus pagão – Apolo. Mas Paulo não o censurou por isso!

E por fim trocaram o nome que esta acima de todo nome YEHOSHUA Fil 2:9 observem que a profecia diz que seria tirado o Mashiah o seu nome apagado Jer 11:19 cumprindo-se também 2Ts 2:9,12. E então por falta de conhecimento todos passaram a adorar o deus sol, pois Constantino Magno em 7 de março de 321 promulgou o seguinte decreto:`Que todos os habitantes da cidade e todos os mercadores e artífices, descansem no venerável DIA DO SOL, domingo, e todos seguiram . Isso em homenagem ao seu deus ESUS o deus da guerra da mitologia greco-romana, o que na verdade e outra aberração seguida pelos reformistas (Não quero com isto desmerecer a luta dos reformistas, porem lembro-me de Mc 2:21,22 . Há tanta importância no nome que o próprio Deus mudou alguns, como por exemplo: Abrão=pai da exaltação para Abraão=pai da multidão Sarai=Contenciosa por Sara=princesa).

Ninguém trocou o nome do Filho de Deus como alega erroneamente este senhor. Trocar é uma coisa e fazer transliteração é outra completamente diferente. Essa insinuação é de muito mau gosto. Até mesmo o verso usado para apoiar esta aberração doutrinária é forçado, pois este verso de Jer. 11:19 não diz nada sobre o messias mas sobre a pessoa de Jeremias.

Mais uma vez este senhor se mostra incompetente em lidar com história ou então a distorce de propósito para fins escusos, pois quem disse que todos passaram a adorar o deus sol ? Este argumento é gratuito. Demais disso Constantino estava sancionando uma prática que já era costumeira de todos os cristãos. Tanto é, que Constantino faz uma pequena exceção quanto às pessoas do campo. E este decreto foi feito em favor dos cristãos e não dos pagãos, outro exemplo de como nada foi imposto de maneira arbitrária à cristandade de então. Mas o maior erro deste artigo é afirmar que ESUS era um deus da guerra – o deus sol. O deus sol na mitologia da época era Mitra e Apolo e não ESUS. Não sei de onde ele tirou este tal de ESUS.

Na seqüência apresentaremos primeiro os argumentos levantados por nós contra o uso do nome Jesus. Depois, será abordada a argumentação apresentada a favor do uso do nome Yehoshua como sendo o único que pode ser utilizado em referência ao nosso Redentor. Por último, consideraremos estes argumentos à luz das evidências das Sagradas Escrituras, da história da transmissão do texto bíblico, das línguas bíblicas (hebraico e grego), e do que se tem de conhecimento das crenças religiosas do mundo greco-romano.

Quem houve esse aparato de terminologia pensa estar perante um erudito das línguas originais. Mas toda essa pomposa conversa é somente para impressionar aqueles que não conhecem os artifícios da seita. Seus adeptos são pessoas que mal dominam o português como se pode ver neste pobre artigo ora analisado, quanto mais dominar os originais, a história, crítica textual e teologia. É uma piada de mau gosto!

Fatos Contra o Uso do Nome Jesus
Argumentamos que os apóstolos e demais irmãos da Igreja Cristã Primitiva jamais ouviram falar neste nome Jesus pois como explicaremos Atos 26:14 se este é um termo em português com letras que se quer existe no alfabeto hebraico. Tal nome só teria aparecido na Bíblia a partir da Vulgata, quando o Bispo Jerônimo, a pedido de Dâmaso, traduziu as Escrituras do grego para o latim; ver Is 48:11 52:5.

Esta retórica furada só consegue mesmo é deixar cada vez mais nítido a falta de argumentação sensata ao tema. Ora, dizer que em Israel não se fala português não é nenhuma novidade, até uma criança sabe disso. E se Jerônimo traduziu assim, é porque no original grego o nome não era Yeoshua, mas Iesus. Ele cita ainda alguns versículos da Bíblia a fim de dar uma suposta base bíblica no que afirma, vamos então analisá-los:
Isaías 48:11- “Por amor de mim, por amor de mim o faço; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória não a darei a outrem”

Isaías 52:5 – “E agora, que acho eu aqui? diz o Senhor, pois que o meu povo foi tomado sem nenhuma razão, os seus dominadores dão uivos sobre ele, diz o Senhor; e o meu nome é blasfemado incessantemente o dia todo!”

Em todos esses casos acima: a profanação e a blasfêmia do nome de Deus, não diz nada sobre “mudança” de nome. Veja que o povo poderia profanar e blasfemar o nome de Deus no sentido de desobedece-lo. Apesar de Deus dizer que seu nome fora blasfemado e profanado, todavia continuava o mesmo nome e não outro. Os TYs podem incorrer neste pecado mesmo usando o nome original em hebraico. Por outro lado, um cristão pode honrar o seu nome, mesmo usando-O em português ou em qualquer língua. O nome aí representa a pessoa divina, não tem quase nada a ver com caracteres, mas meramente com a pessoa de Deus.

“Finalmente, fica claro, pelo estudo do texto do Novo Testamento, que quando se diz em proclamar o NOME, ou de que só existe salvação em seu NOME, ou ainda mais, de que não há nenhum outro NOME pelo qual importa que sejamos salvos, o autor bíblico está referindo-se à pessoa de Jesus, e não à forma como o Seu nome é pronunciado (seja em hebraico/aramaico, grego, ou qualquer outra língua). Não existe poder especial, ou qualquer fórmula mágica de redenção em pronunciar o nome de Cristo de um jeito ou de outro. Tanto é que quando alguns judeus exorcitas foram invocar o NOME de Jesus, obviamente em hebraico, sobre os demônios, este não surtiu efeito algum [Atos 19:13-15]. O poder está nEle, na pessoa de Jesus Cristo. A fidelidade do verdadeiro filho de Deus não está em pronunciar o nome do Redentor em uma língua ou outra, mas em fazer a vontade de Deus, como revelada nas Escrituras.”

Para mim, o objetivo de Jerônimo e de Damaso, ao introduzir o nome Jesus na Vulgata era ocultar o nome do Eterno pois este sempre foi o objetivo de satanás Jer 23:27 36:22 alem do cumprimento da profecia de Jeremias 11:19 34:16. Três grandes objetivos alcançados: Ocultar o verdadeiro NOME, agradar aos pagãos e atraí-los à “Igreja de Roma”.Quebram portanto o principio da palavra em Is 63:16 e ai a palavra que nos diz Is 64:7. Para tal, foi composto um nome para o Redentor a partir de nomes de divindades gregas e romanas:

Parece que desta vez ele foi honesto ao afirmar: “Para mim, o objetivo de Jerônimo e de Damaso, ao introduzir o nome Jesus na Vulgata era ocultar o nome do Eterno”. É realmente uma opinião muito pessoal, e como tal não possui força comprovante. Primeiro, a forma latina “Iesus”, que aparece na Vulgata Latina, não foi inventada ou criada por Jerônimo, mas é simplesmente uma transliteração natural do grego para a escrita latina. Demais disso esses mesmíssimos argumentos já são marcas exclusivas das TJs em relação ao nome “Jeová”, à “divindade de Cristo”, os adventistas usam em relação ao “sábado”. Qualquer um pode lançar mão de argumentos como estes afim de defender as mais esdrúxulas concepções.

1. J (de Júpiter) e ESUS (deus das florestas da Gália antiga, o qual fazia parte de uma trindade divina – ESUS-TEUTATES-TARANIS – deuses aos quais se ofereciam sacrifícios humanos). Este Esus era um deus romano, considerado o terrível Esus, por ser o deus dos trovões, do raio e da tempestade,o venerável de Costantino.

2. Antigamente o nome não era Jesus Cristo e sim ZESVS CRISTVS, tendo ligação com Zeus, e Júpiter para os romanos.

3. Os gregos escreveram o nome IESOUS, que também foi formado por duas divindades pagãs: IO (a amada de Zeus) e Zeus. Observe o que esta escrito na enciclopédia Bloch de mitologia: Deuses de todos os tempos: ´´Nos vedas esta contada também a historia do redentor CRISHNA, chamado IEZUS´

Gostaria de transcrever aqui a observação de um teólogo referente ao que foi exposto acima: “A etimologia forçada do nome de Jesus, ligando-O a deuses pagãos, não só representa falta de conhecimento da parte daqueles que a formularam, mas aparenta ser o resultado de um esforço pré-concebido, deliberado, de encontrar nomes da antiga mitologia greco-romana que pudessem ser combinados, de qualquer jeito, para dar a impressão de que o nome Jesus tem uma origem pagã. Os erros e o modo forçado como os argumentos são apresentados chegam a ser aberrantes. Por exemplo: por que J representaria Júpiter? Por que desconectar o J da vogal “e” que o segue? Aparentemente para poder ter o nome Esus, o nome de um deus da mitologia celta. Este nome parece ser particularmente atraente pelo fato de ser citado na literatura romana, pelo poeta Lucano, em ligação com dois outros deuses celtas (Teutates e Taranis) dando a impressão de uma trindade pagã.

No entanto, um estudo sobre a religião celta e seu relacionamento com a religião e mitologia romanas mostra a fragilidade dessa argumentação. Primeiro, os trêus deuses celtas citados acima eram alguns dos mais importantes deuses da religião celta, mas não eram os únicos. O maior e mais importante deus ela Lugus e, no panteão celta, aparece referência a cerca de 400 nomes de diferentes deuses. Assim, a noção de uma trindade pagã adorada pelos celtas e aceita posteriormente pelos romanos é uma idéia que não tem fundamento. Segundo, à medida que os romanos conquistavam novos territórios, eles identificavam seus deuses com os deuses locais, facilitando assim o sincretismo religioso e a aceitação da religião romana pelos povos conquistados. É muito discutível, no entanto, o quanto a crença em Esus, um dos deuses celtas, influenciou a mitologia romana.. Sem fundamento são as sugestões de que o nome (Iesous) provém da fusão do nome da deusa Io (a amada de Zeus) com o nome de Zeus, por parte dos gregos, ou que o nome Jesus corresponderia ao hebraico (Ye = Deus + Sus = “cavalo”), e que teria sido criado pelos bispos romanos para blasfemar o nome do Redentor e o nome de Deus. Como visto acima, o nome (Iesous) é a transliteração grega normal do nome hebraico (Yehôshua` = Josué), ou de sua forma abreviada (Yeshua` = Jesus). O som de “sh” da letra hebraica (shin) é sempre transliterado em grego por um (sigma). Assim, por exemplo, o hebraico (Moshê) é transliterado em grego por (Moysés), de onde vem a forma latina Moisés. O sigma no final do nome (Iesous) é uma característica natural de certos nomes masculinos em grego (indicando o caso nominativo, a forma básica do nome; o mesmo ocorre com o nome Moisés). Dizer que (Yesus) é o correspondentes hebraico de Jesus é desconhecer as línguas bíblicas e a maneira como nomes hebraicos foram traduzidos para o grego, na antigüidade.

Além disso, os argumentos usados contra o nome Jesus demonstram ignorância do fato de que esse nome aparece abundantemente na literatura judaica desde o 3° século a.C. até à época de Cristo e dos apóstolos. O historiador judeu Flávio Josefo (35-100 A.D.), por exemplo, faz referência a pelo menos 19 personagens judeus que em sua época tinham o nome (Iesous)8. Assim, o nome Jesus nada tem a ver com uma criação dos bispos de Roma, por volta do 4° século A.D., misturando nomes de deuses romanos, celtas, gregos, ou adicionando a palavra hebraica para cavalo ao nome de Deus, a fim de blasfemar contra o Redentor e contra Deus. Este nome já existia há pelo menos 600 anos no meio judaico quando Jerônimo (347-420 A.D.) preparou sua tradução da Bíblia para latim, conhecida como a Vulgata.”. Reinaldo W. Siqueira, Ph.D., Professor de Antigo Testamento no SALT-IAE.

Até aqui a transcrição.
Transliteração, no popular seria trocar as letras, Ex:Lc 23:38.

Além do mais, o nome Jesus pode ser levado para hebraico e quando escrito em hebraico daria (Yesus) o qual teria um significado blasfemo: Je que transliterado seria= Ye = Deus e a palavra SUS =a “cavalo”. Assim, o significado do nome Jesus em hebraico seria: “Deus é cavalo”. Portanto, os bispos romanos, ao introduzirem o nome Jesus na Vulgata, não estavam somente tentando agradar e atrair os pagãos, como descrito acima, mas também estavam difamando e blasfemando contra o Nome do Redentor e contra Deus cumprindo-se então Ap 13:6. Segundo a profecia bíblica, esta “besta” que fala blasfêmias e difama o Nome Sagrado do Redentor seria adorada por “todos os que habitam sobre a terra” (Ap 13:8) Já começa a perseguição com a igreja primitiva vejamos At.4:17,18 5:40 .

Quanto a isto o pastor Esequias Soares comenta: “Alegam que o nome Iesus é uma zombaria do nome de Deus, pois sUs (sus) significa “cavalo” em hebraico. Esse argumento é um insulto à inteligência humana, porque Iesus é nome grego e sus é hebraico. O nome Iesus é a forma grega do nome hebraico Ieshua. Segundo O Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, o “s” foi acrescido para facilitar a declinação: “Iesus é a forma gr. Do antigo nome judaico Yesua, forma esta que se obtém mediante a transcrição do heb., acrescentando-se um -s para facilitar a declinação”. “Cavalo”, em grego, é hyppos, e não sus.

E isso tem se cumprido pelo fato de que todos, tanto evangélicos tradicionais,como pentecostais,temos permitido que em nossas vidas cumpra-se Oséias 4:6 de maneira que todos têm adorado o nome Jesus pois poderíamos perguntar quem é o senhor dos romanistas que tanto criticamos e oramos para que se convertam? e o senhor dos Crente que gritam que são salvos lavados e remidos ?qual o seu nome e qual a diferença ?Prov 30:4 A palavra nos diz que há uma diferença entre o crente e o ímpio Sl 1:4 . Todos têm adorado, assim, o mesmo deus pagão seguindo e adorando a blasfêmia católico-romana .

É ignorância crassa dizer que os cristãos ao invocar o nome de Jesus estão se voltando para o “deus cavalo”. Ninguém em sã consciência faria isso, nem mesmo aqueles que não são cristãos! O fato de falar “Jesus” não leva ninguém a perder a vida eterna. Quantas pessoas não foram realmente curadas e receberam bênçãos pelo Messias com esse nome? É verdade incontestável, que o nome do Messias não é “Jesus” no original.

O Nome de berço dado pelo mensageiro Gabriel a Miriam (Maria) para ser colocado no Messias é YESHUA. Mas, cremos que quando os cristãos falam “Jesus”, estão se referindo inegavelmente ao Messias de Israel e não a outro deus ou a um deus cavalo!
Fatos Apresentados Para o nome Yeshuah

Afirmamos que o nome Yehoshua é o Nome Sagrado que esta sobre todo nome e é de origem hebraica o que nos conforta pois sabemos que a salvação vem dos Judeus alem do mais há uma promessa de Deus para com os povos Sof 3:9-12 e que este nome significa: (Salvação). Pois o nome Yehoshua quer dizer “Iahweh é salvação”ou Deus é SALVAÇAO. Desde que as palavras em hebraico advêm de raízes que, geralmente, têm três letras, então o nome Yehoshua contém as letras do Tetragrama.

Assim, o nome do Pai Celestial no Velho Testamento (o Tetragrama) é o nome sagrado Yehoshua, cumprindo, deste modo, o que está escrito em João 5:43 17:6-26 de que o Filho veio para “dar a conhecer” o Nome do Pai, porem muitos dos seus escolhidos rejeitam o seu único nome como nos diz a palavra Mal 1:6 ai vem a palavra do Senhor dizendo, 2:2. Ate então o nome de Deus todo Poderoso era um mistério para todos inclusive para Moisés pois não o vemos relacionar-se exatamente com Deus pelo seu nome. Mas por inspiração Divina pois o nome do Deus do céu em Oseias filho de num para que se cumprisse a palavra Êx 23.20, 21 cumprimento Nm 13:16.

Uma série de textos bíblicos são citados para substanciar a importância do nome Yehoshua, indicando que só existe salvação nesse nome. Nessa linha de pensamento são apresentados textos como Mt 1:21: conceberás e darás à luz a um filho, e lhe porás o NOME DE YEHOSHUA, e Ele salvará o Seu povo dos seus pecados” 1 João 2:12: “… João 1:12: Atos 4:12 (ao falar isso, Pedro, que era judeu, falava em hebraico e anunciava o Nome Sagrado Yehoshua, pois só nesse nome há salvação) Paulo ao dar o seu testemunho disse: At 26:14,15 .

O Nome Jesus para nós, portanto, não tem nenhum valor muito pelo contrario. [Pode haver uma declaração mais blasfema como está?!] Conseqüentemente, os filhos de Deus são aqueles que crêem no NOME VERDADEIRO do Redentor Jô 1:12 8:32, e não há outro nome Atos 4:12 . Hoje, os filhos de Deus têm a oportunidade de conhecer e invocar o Nome Sagrado, e sobre eles se poderá cumprir o mesmo que foi dito à Igreja de Éfeso em Apoc 2:3: “e tens perseverança, e suportaste provas por causa DO MEU NOME, e não desfaleceste”.Somos imitadores: At 4:16,17 ver Jer 6:16 Ef 5:1 Fil 3:17,20 Its 1:6,9.

Analisemos alguns Argumentos Apresentados

Os argumentos usados para justificar o uso do nome Jesus demonstram desconhecimento da origem deste nome e muita imaginação sem fundamento quanto à sua etimologia.

Desconhecimento por parte de quem afinal?

Primeiro, a forma latina “Iesus”, que aparece na Vulgata Latina,eles dizem que não foi inventada ou criada por Jerônimo, mas é simplesmente um equivalente natural como nos diz a ICP [não é a ICP, mas o ICP, pois a primeira letra significa “Instituto”, e o substantivo deve concordar com o artigo. Se não sabem o mínimo da gramática portuguesa, aventuram-se ainda em debater hebraico e grego?!!!] o termo equivalente trás siguinificado [significado] do mesmo valor mas como fica Filip 2:9 que nos diz o nome que lhes foi dado esta [está] a cima de todo nome e assim sendo não há equivalente para quem esta acima de todos. Eles através da bíblia [ é Bíblia, com maiúscula] pentecostal nos apresentam a transliteração grega comum do nome hebraico Yiod he vav he (Yehoshua como sendo = Josué)nisto concordamos, que o nome que Moisés colocou em Oséias filho de num foi realmente Yehoshua bem num,Num13:16 ora digamos que de fato aceitássemos essa montagem, caberia ai uma pergunta muito simples, então porque não o chamamos de Josué? . E dizem mais que na Septuaginta (tradução do Antigo Testamento hebraico para a língua grega), Josué é sempre referido como (Iesous),ora acabam de dizer que Josué é igual Yehoshua agora já é igual a (iesous) afinal será que dar pra entender o que tentam dizer?. Vejamos também a colocação do ICP: JESUS OU IEHOSHUA? Não seria ai o cumprimento de Ez.36:21,23

Origem do nome

O nome Jesus vem do hebraico (Yehoshua) – “Josué”, que significa “Iahweh é salvação”. Josué era chamado de Oshea ben Num “Oséias filho de Num” (Nm 13.8; Dt 32.44). “Oshea” significa “salvação”.E como já dissemos Moisés mudou seu nome para Yehoshua ben Num “Josué filho de Num” (Nm 13.16).

A Septuaginta usou o nome (Iesus) para Yehoshua, portanto Iesus é a forma grega do nome Yehoshua, exceto I Cr 7.27, que transliterou por (Iousue) – “Josué”. Depois do cativeiro de Babilônia, o nome Yehoshua era conhecido por (Yeshua). Em Neemias 8.17 Josué é chamado Yeshua ben Num. Yeshua é o nome hebraico para Jesus até hoje em Israel. Isso pode ser comprovado em qualquer exemplar do Novo Testamento hebraico.

O sumo sacerdote Josué, filho de Joazadaque, é chamado em hebraico simultaneamente de Yeshua (Ed 3.2, 8; 4.3; 5.2; Ne 7.7) e Yehoshua (Ag 1.1, 12, 14; 2.2, 4; Zc 3.1, 3, 6, 8, 9; 6.11). Embora nossas versões usem Jesua (Almeida Corrigida, Atualizada e Contemporânea) Jesuá (Revisada) Jeshua (Brasileira), contudo a Septuaginta não faz essa distinção – Usa Iesus para ambos.E dizem: Iesus é o nome do Messias, o nosso Salvador, registrado no Novo Testamento, que chegou para nossa língua como Jesus.
A exposição acima destacada está perfeitamente correta.
O NOME YEHOSHUA

Afirmamos que Yehoshua é o nome do Deus de Israel, dito no Velho Testamento,revelado no novo, no anuncio do anjo de Deus,Mt 1:21 e que é esse Nome mesmo que deve ser invocado por todos “Yehoshua” e não “Jesus”. “Jesus é o nome que os papas introduziram nas Sagradas Letras, blasfemando do nome que veio do céu”. Em outra literatura diz: “No fim do III século da era cristã, quando o bispo Jerônimo traduziu as Escrituras para o latim, a língua oficial do império romano. Nesta ocasião o nome original YEHOSHUA foi substituído pelo nome grego-romano (IESOUS)”.

Essa enfadonha repetição de que foram os papas que introduziram o nome “Jesus” na Bíblia é por demais desgastada, não tem fundamento algum. Já vimos que este nome já existia transliterado mesmo antes do nascimento de Cristo. É falso o que diz o autor.

E eles próprios hoje nos dizem no rodapé da bíblia de Jerusalém que: “O que poderia incluir alem do perjúrio e o falso testemunho o uso mágico do nome Divino; o grego e a vulgata que Traduzem falsamente em vão. Por isso e que nos recusamos de pronunciar para não calhar que em nossas vidas se cumpra Is 52:5.

Essa referencia não diz respeito ao nome Yeoshua mas a o tetragrama hebraico para o nome Jeová, portanto é argumentação distorcida.

Os livros do Novo Testamento foram escritos no 1° século, na sua maioria pelos próprios apóstolos de Cristo, ou por pessoas que estavam intimamente ligadas a eles. Sabemos que Yehoshua falou e pregou em aramaico, leu as escrituras em hebraico, e seus discípulos falavam maiormente o aramaico,sabemos que a história dos Evangelhos, do livro de Atos, as cartas de Paulo, Tiago, Pedro, Judas, o Apocalipse de João, foram todos escritos em grego,porem respeitando a regra que diz que nome próprio não se traduz mas se translitera. Notem Lc 23:38 notem que as línguas são diferentes porem o termo usado é o mesmo .

Diz ainda o pastor Esequias: “É verdade que nome não se traduz, mas se translitera conforme a índole de cada língua. Os nomes Eva, David e outros que levam a letra w wav, “v” em hebraico aparecem como Eua, Dauid, nos textos gregos. No grego moderno a letra b beta b na antigüidade”, hoje é v. Hoje se escreve Dabid para David e Eba para Eva.

Há nomes que permanecem inalteráveis em outras línguas, mas não são todos. O nome “João”, por exemplo é Yohanan, em hebraico; Ioannes, em grego; John, em inglês; Jean, em francês; Giovani, em italiano, Juan, em espanhol; Johannes, em alemão. Jacó, em hebraico é Yaakov; Iakobo (Tiago), em grego; Jacques, em francês; Giácomo, em italiano; Jacob, em inglês. Há nomes que mudam substancialmente de uma língua para outra. Eliazar, em hebraico, é Lázaro em grego. Elisabete é a forma hebraica do nome grego Isabel. O argumento, portanto, de o nome deve ser preservado na forma original, em todas as línguas é inconsistente, sem apoio bíblico.”

O nome Esus, parece ser particularmente atraente pelo fato de ser citado na literatura romana, pelo poeta Lucano, em ligação com dois outros deuses celtas (Teutates e Taranis) dando a conotação de uma trindade pagã. E tem mais, se sabe que alguns escritores romanos o identificaram com Mercúrio, portanto se pode afirmar que em Roma Esus passou a ser adorado como um deus,porem não o de Abraão, a identificação de Esus com Mercúrio (que segundo a mitologia greco-romana é o mensageiro dos deuses, o deus do comércio e da eloqüência) dá apoio à argumentação de que Esus era considerado pelos romanos como “o terrível Esus”, o deus dos trovões, do raio e da tempestade.

Ainda o teólogo Reinaldo: “Em verdade, só se sabe que alguns escritores romanos o identificaram com Mercúrio, mas não se pode afirmar que em Roma Esus passou a ser adorado como um deus. (…) a identificação de Esus com Mercúrio (que segundo a mitologia greco-romana era o mensageiro dos deuses, o deus do comércio e da eloqüência) não dá apoio algum à argumentação de que Esus era considerado pelos romanos como “o terrível Esus”, o deus dos trovões, do raio e da tempestade. Essas características pertenciam a Júpiter (ou Zeus, para os gregos) e não a Mercúrio, e o poeta romano Lucano identificou o deus celta Taranis com Júpiter, e não com Esus”

Além disso, os argumentos usados contra o uso do nome Yehoshua demonstram ignorância do fato de que esse nome aparece abundantemente na literatura judaica no se refere ao Salvador, principalmente na época dos apóstolos que não conheciam outro nome senão Yehoshua-Yeshua. Quando Jerônimo (347-420 DC.) preparou sua tradução da Bíblia para o latim, conhecida como a Vulgata, por coincidência envia uma carta ao beato Damásio lamentando o que este lhe pedia .

É claro que na literatura judaica escrito em hebraico aparece de fato tal nome, mas o mesmo não acontece em documentos gregos traduzidos do hebraico nestes últimos o nome hebraico Yeoshua era vertido para IESUS.

Ademais, pode-se perguntar se o nome hebraico, ou aramaico, do Salvador teria sido Yehoshua ( ), ou se Ele teria sido chamado pela forma abreviada Yeshua ( ). As duas formas são totalmente plausíveis; no texto da Septuaginta, tanto a forma Yehoshua` (que quer dizer Deus é salvação) como Yeshua` (que simplesmente significa “salvação”). No entanto, deve-se notar que a forma abreviada (Yeshua`) parece ter-se tornado a forma mais comum do nome após o exílio babilônico. Pois no texto bíblico, por exemplo em Neemias 8:17, o nome de Josué aparece como (Yeshua`) em vez de (Yehoshua`).A Referência é feita a um certo Yeshua`, filho de Jozadaque, em Esdras 5:2. A forma abreviada Yeshua` é abundantemente atestada nos ossuários judaicos do 1° século, encontrados nos arredores de Jerusalém, e em Leontópolis e Tel el-Yehudieh, no Egito.

Tudo isso parece indicar que, nos dias de Yehoshua, a forma mais usada e popular do nome seria Yeshua`, e que este teria sido o nome do filho de Maria, termo que vem da forma mais arcaica Yehoshua`. O texto do Novo Testamento parece indicar isso também, especialmente através do jogo de palavras que aparece nos textos da anunciação e dos cânticos registrados por Lucas, no seu evangelho. Se o anjo Gabriel anunciou a Maria que o nome do Redentor, que estava para nascer, seria Yeshua` (Lc 1:31), que quer dizer “Salvação”, esse nome então aparece repetida vez nos cânticos registrados nos primeiros capítulos de Lucas.

Assim, por exemplo, quando Zacarias canta em Lucas 1:68-79, nos versos 76-77 ele teria pronunciado o nome de Yehoshua ao dizer: “Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor, preparando-Lhe os caminhos, para dar ao Seu povo o conhecimento da Yeshua` (‘Salvação’), na remissão dos seus pecados”. Simeão, também, ao tomar Yehoshua nos braços, teria dito: “Agora, Senhor, despedes em paz teu servo, segundo Tua palavra, porque meus olhos já viram a Tua Yeshua` (‘Salvação’), a qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do Teu povo de Israel” (Lc 2:29-32). O mesmo jogo de palavras parece estar por trás do texto de Mat 1:21, onde o anjo do Senhor disse a José: “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Yeshua` (‘Salvação’), porque Ele salvará o Seu povo dos seus pecados “.
Conclusão

Assim, ao contrário da opinião daqueles que se opõem ao uso do nome Yehoshua para o Redentor da humanidade, esse nome tem todo o valor dentro das Sagradas Escrituras e na vida e história do povo de Deus. Na época do Novo Testamento, o nome do Messias que era proclamado entre os crentes de fala hebraica/aramaica temos certeza ter sido Yehoshua/Yeshua`. Quando os apóstolos, e outros crentes da Igreja Primitiva, anunciavam a Cristo entre os judeus da Diáspora e entre as multidões das nações, eles pregavam e batizavam em nome de Yehoshua.

Isto é mera especulação, não há provas de que os apaostolos quando pregavam aos gentios usavam o nome de Jesus em hebraico.
Ora, se isso era correto e apropriado para aqueles que foram diretamente comissionados por Cristo para levar o Evangelho a todo o mundo, e se eles assim o fizeram sob a direção contínua e poderosa do Espírito Santo, seria isso hoje incorreto para os verdadeiros filhos de Deus?

Finalmente, fica claro, pelo estudo do texto do Novo Testamento, que quando se diz em proclamar o NOME, ou de que só existe salvação em seu NOME, ou ainda mais, de que não há nenhum outro NOME pelo qual importa que sejamos salvos, o autor bíblico está referindo-se à pessoa de Yehoshua / Yeshua, e não à forma como o Seu nome é pronunciado hoje em dia em diversas línguas, já que o próprio Mashiach nos diz que a salvação vem dos Judeus Jo4:22.

Dizer que não existe poder especial, ou qualquer fórmula de redenção em pronunciar o nome do Mashiach, de um jeito ou de outro é desconhecer as Escrituras que nos dizem constantemente (Ex 9:16 20:24 23:13 28:21-29 33:12-17 Lev 18:21 20:3 21:6 22:2 24:16 Deut 28:58 Josué 23:7 IRe 8:43 Sal 5:11 9:10 20:7 69:36 91:14 124:8 Prov 18:10 30:4 Isa 52:5,7 Joel 2:32 Zac 14:9 At 4:12 26:14 Fil 2:9).

O poder está em seu NOME. A fidelidade do verdadeiro filho de Deus não está em pronunciar o nome de um ídolo mas o nome do Redentor, certamente não importa a língua mas importa o nome, como revelada nas Escrituras. A fidelidade cristã está em entregar, por meio do Mashiach,a sua vida totalmente a Deus e produzir, em NEle, os frutos do Espírito, guardando os mandamentos de Deus. Isto é o que o próprio Yehoshua deixou bem claro ao dizer em Mat 7:21-23: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos céus. Muitos, (naquele dia), hão)”. de dizer-Me: Senhor, Senhor! porventura não temos nós profetizado em Teu Nome, e em Teu Nome não expelimos demônios, e em Teu Nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniqüidade.”Ora irmão se foi no nome de Jesus que fizemos como poderemos dizer naquele dia em teu nome Yehoshua fizemos tais coisas ?”.

De fato as escrituras, demonstra que “conhecer o nome de Deus é conhecer o próprio Deus, e não tem nada que ver com caracteres seja Yeshua ou o tetragrama “YHWH”. Vejamos no caso do tetragrama:

• Salomão construiria uma casa para Deus (nome) II Samuel 7:13;

• Sião era o lugar do nome de Deus, ou seja, do próprio Deus Isaias 18:7;

• Siló também, Jeremias 7:12.

Fazer conhecido o nome de alguém, era muitas vezes no sentido de ter fama. Por exemplo, os construtores da Torre de Babel, queriam ter um nome, o que eles queriam mesmo era ter fama, serem conhecidos! Gênesis 11:4.

A Bíblia diz que Deus adquiriu nome quando mostrou seu poder libertando os filhos de Israel do Egito, Isaias 63:14 – Daniel 9:15 e Êxodo 9:16. Na verdade o que Deus adquiriu foi fama e reconhecimento pelas nações circunvizinhas após ter demonstrado seus sinais e maravilhas na terra dos faraós Josué 2:9,10.

Sim, conhecer o nome de Deus é conhecer sua própria pessoa, tanto é verdade, que Deus era chamado de “O Nome”, pelos judeus.

Para não pronunciarem o nome “Jeová”, às vezes os judeus o chamavam de céu, Lucas 15:21. Quando colocamos paralelamente Mateus 11:11 com Lucas 7:28, fica nítido nessas passagens que, reino dos céus, é o mesmo que Reino de Deus.

De que maneira então Jesus fez conhecido o nome de Deus? Foi simplesmente por revelar o próprio Deus ao povo João 1:18 ; 14:7 e fica bem mais claro quando lemos que Ele iria fazer o nome Deus mais conhecido ainda, João 17:26. É evidente que esse versículo não teria sentido se apenas o tetragrama ou a pronuncia Jeová estivessem envolvidos.

O uso de uma forma abreviada de um nome em vez de sua forma longa eu não me proponho a discutir já que é um fenômeno comum na maioria das línguas. Em português, por exemplo, se pode encontrar muito mais pessoas com o nome Manuel, uma forma abreviada, do que com o original mais longo Emanuel. Em inglês, por exemplo, se encontra mais Betty do que Elizabeth. Mas vira um tempo e é agora que Yehoshua ira fazer subir aos montes o seu remanescente que iram [irão] anunciar o evangelho em seu nome e Ele lhes dirá: Quão formosos sobre os montes são os pés do que anuncia as boas-novas, que proclama a paz, que anuncia coisas boas, que proclama a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!Isa.52:7 Então sereis entregues à tortura, e vos matarão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. Mat. 24:9,10. Porem nos diz a palavra At 4:19 e assim sendo façamos uma reflexão no que nos diz a palavra em Jer 6:16.

A Bíblia ensina que a Terra é plana?


por Dr. Danny R. Faulkner 4 de outubro de 2017; Último envio em 15 de dezembro de 2017
Também disponível em inglês

O artigo a seguir expressa os motivos pelos quais existem pessoas que acreditam em uma terra plana e o que a Bíblia diz sobre isso. O artigo foi escrito pelo nosso astrônomo especialista Danny Faulkner, ilustre professor emérito da Universidade de Lancaster da Carolina do Sul dos Estados Unidos, que destrói esses argumentos falsos e estabelece uma terra esférica com autoridade bíblica, histórica e científica.

Nota explicativa: Todas as passagens usadas e inferidas são retiradas de Reina Valera, a menos que indicado de outra forma na referência.

. Introdução
Como mencionei anteriormente, a crença de que a Terra é plana cresceu recentemente rapidamente, em grande parte devido à disseminação de inúmeros sites e à influência das redes sociais. Infelizmente, muitos cristãos caíram nessa armadilha, convencidos a acreditar que a Bíblia ensina que a terra é plana e que, até cinco séculos atrás, a igreja também ensinou que a terra é plana. Neste artigo, examinarei muitas das passagens bíblicas que supostamente ensinam que a Terra é plana e mostrarei que não são realmente. Mas antes de fazer isso, devo responder a duas suposições falsas mencionadas acima: que a igreja historicamente ensinou que a Terra é plana e que isso mudou 500 anos atrás.

Como o estudioso medieval Jeffrey Burton Russell demonstrou com habilidade, ao contrário do mal-entendido comum, a igreja medieval não ensinou que a Terra era plana. Tomás de Aquino introduziu o pensamento aristotélico no ensino da igreja medieval. Escrita no século IV aC C. Aristóteles ensinou claramente que a Terra era esférica. No início do segundo século a. C., Eratóstenes mediu com precisão a circunferência da terra esférica. Almagesto de Claudio Ptolomeu, início do século II dC. C., forneceu um modelo útil para calcular as posições dos corpos celestes. Embora este modelo fosse geocêntrico, não promoveu uma terra plana, mas foi baseado em uma terra esférica. Os trabalhos de Aristóteles, Eratóstenes e Ptolomeu estavam amplamente disponíveis e discutidos no final da Idade Média, e continuaram na transição para o Renascimento. Dado o registro claro da história, por que hoje se acredita tanto que a maioria das pessoas, e especialmente a igreja, pensavam que a Terra era plana?

Esse equívoco é facilmente atribuído aos escritos de dois céticos do final do século XIX, Juan Guillermo Draper e Andrés Dickson White, que inventaram a tese do conflito. A tese do conflito diz que a religião em geral, e o cristianismo em particular, impediram o progresso. O argumento da tese do conflito era que a Europa medieval era dominada pela superstição (cristianismo) que impedia o avanço intelectual, e somente após a razão do homem ter sido reafirmada durante o Renascimento, o homem lentamente se separou do dogma religioso , causando iluminação. É verdade que há quatro séculos a Igreja Católica Romana se opôs ao ensino de Galileu sobre a teoria heliocêntrica. De acordo com a tese do conflito, foi o suposto ensino geocêntrico da Bíblia que levou a Igreja Católica Romana a se opor a Galileu. No entanto, o registro histórico mostra que foram os ensinamentos de Aristóteles e Ptolomeu que desempenharam o papel principal nesse conflito. Ou seja, o problema com Galileu foi uma batalha entre duas teorias científicas, geocentrismo e heliocentrismo, com a Bíblia tendo um papel muito pequeno. Portanto, a tese do conflito reinterpretou o assunto com Galileu em algo que não era.

Quem promove a tese do conflito também conta a história de Cristóvão Colombo. A maioria das pessoas hoje persiste na crença de que, na época de Colombo, quase todo mundo pensava que a Terra era plana. Segundo a história, Colombo foi uma das poucas pessoas que pensaram que a Terra era esférica e percebeu que em uma terra esférica era possível navegar para o oeste da Europa para chegar à Índia e à China. Alegadamente, Colombo teve que argumentar contra as fortes objeções daqueles que pensavam que a Terra era plana para obter apoio para sua expedição. Finalmente, de acordo com a história, Colombo conseguiu concluir uma viagem ao Novo Mundo e, quando retornou à Europa, as pessoas perceberam que Colombo estava certo: o mundo era redondo e não plano. De verdade? Como foi que a navegação da Europa para o Caribe e vice-versa mostrou que o mundo era esférico? Ele não fez. A verdade é que ninguém disse a Colombo que ele não poderia chegar ao Extremo Oriente navegando para o oeste. Todo mundo sabia que era possível, porque todo mundo sabia que a terra era esférica. O problema era que a terra era muito grande. A maioria das pessoas entendeu que a distância a oeste da Europa para o Extremo Oriente era maior do que ir para o leste (veja qualquer balão demonstrando isso). A questão não era como era possível chegar à Ásia indo para o oeste, mas quão viável era. A crença era que o oceano entre a Europa e a Ásia era enorme, com pouca ou nenhuma terra no meio. No tempo de Colombo, as viagens em águas abertas eram muito arriscadas e os navios raramente navegavam mais de três dias fora da vista da Terra. Uma viagem para o oeste através do oceano para a Ásia levaria meses sem a oportunidade de reabastecer ou resgatar ao longo do caminho, se surgissem problemas.

Os fatos da história refutam a história conhecida sobre Cristóvão Colombo. Grande parte do trabalho que hoje apoia uma terra plana é repetida sem críticas e é baseada nessa perspectiva falsa. O movimento de uma terra plana começou em meados do século XIX, ao mesmo tempo em que a tese do conflito estava se desenvolvendo. Enquanto os céticos estavam ridicularizando a Bíblia por supostamente ensinar que a terra é plana, os primeiros fãs de uma terra plana aceitaram tolamente essa afirmação falsa. Sem dúvida, o recente aumento de interesse na terra plana entre os cristãos foi alimentado pela (falsa) crença de que a Bíblia ensina que a terra é plana. Aqueles que se alistaram no atual movimento da terra plana aparentemente ignoram o fato de que aqueles que promoveram a tese do conflito fizeram os mesmos argumentos para desacreditar a Bíblia. Isso pode ser irônico, ou talvez não seja. É possível que certas pessoas que hoje promovem a Terra plana o façam desacreditar a Bíblia e o Cristianismo novamente. Nesse caso, os cristãos que foram enganados a acreditar que a terra é plana caíram tolamente na armadilha. Vamos examinar as Escrituras para ver o que elas dizem. Veremos que os promotores da terra plana não lidam melhor com as Escrituras do que com a história.

A Bíblia ensina que a Terra tem um limite ou limite?
Quase todo mundo entende que uma esfera não tem limites ou arestas. De fato, podemos viajar indefinidamente em torno de uma esfera e nunca atingir um limite ou limite. Por outro lado, se a Terra é plana, deve ter uma borda ou limite em algum lugar, a menos que a Terra seja um plano infinito. No entanto, poucas pessoas hoje sugerem que seja um plano infinito e ninguém no mundo antigo o fez. Os céticos da Bíblia gostam de apontar a frase “quatro ângulos da terra” que aparece três vezes na Bíblia. Certamente, os céticos afirmam que isso deve se referir a uma terra plana e quadrada, demonstrando assim que a Bíblia ensina uma terra plana. Pelo menos, aqui eles demonstram algum tipo de raciocínio, isso por sua vez mostraria que os escritores da Bíblia acreditavam em uma das cosmologias de uma terra plana do mundo antigo, provando assim que a Bíblia não é inspirada, mas que as pessoas quem escreveu a Bíblia simplesmente refletia a visão de mundo de seu tempo. Existem alguns exemplos de cosmologias da terra plana do mundo antigo, mas elas sempre consistiam em uma terra plana e redonda. Um círculo era considerado uma forma muito mais perfeita que um quadrado; portanto, nenhuma das cosmologias antigas da terra plana implicava uma terra quadrada. Se uma terra plana e quadrada fosse a cosmologia da Bíblia, eu teria discordado de todas as outras cosmologias antigas da Terra plana. Portanto, essa tentativa dos céticos de afirmar que a Bíblia ensina uma terra plana não corresponde aos fatos da história.

Se os versículos que mencionam os quatro ângulos da terra não se referem a uma terra plana, o que você acha?
Se os versículos que mencionam os quatro ângulos da terra não se referem a uma terra plana, o que eles significam então? Deixe-me começar com Apocalipse 7: 1, que fala de quatro anjos que estão nos quatro cantos da terra e detém os quatro ventos da terra. Até os estudantes mais ardentes da interpretação hiper-literal da Bíblia reconhecem os frequentes elementos poéticos e o uso de imagens no livro do Apocalipse. Isso se estende às muitas ocasiões em que os números aparecem no livro do Apocalipse. Neste versículo, o número quatro aparece três vezes. Em cada uso, as coisas mencionadas estão intimamente ligadas e há um relacionamento individual entre cada um dos três grupos de quatro.

Os quatro ventos se referem às quatro direções de onde os ventos podem vir: norte, sul, leste e oeste. Muitas vezes essa nomenclatura é usada hoje, como quando se diz “deixou o oeste”. A repetição do número quatro (“quatro anjos … quatro ângulos … quatro ventos”) une cada anjo e cada ângulo a uma das quatro direções de uma bússola. Portanto, não há justificativa para interpretar esses quatro ângulos literalmente, principalmente quando não corresponde a nenhuma cosmologia.

A frase “quatro ângulos da terra” era provavelmente um idioma no tempo do apóstolo João, como é hoje em espanhol, referindo-se a todos os lugares distantes da terra. Este é o significado do contexto de Apocalipse 20: 7 e 8, a outra aparência da frase “quatro ângulos da terra” no livro do Apocalipse (a versão King James usa a palavra ângulo aqui em vez de canto, embora a palavra em grego é o mesmo em Apocalipse 7: 1 e 20: 7 e 8). Idiomas em um idioma podem ser difíceis de traduzir para outro idioma, porque uma tradução literal pode não fazer sentido no idioma de destino (imagine como uma tradução literal do idioma “você está brincando comigo” seria entendida em outros idiomas). É provável que o entendimento idiomático espanhol dos “quatro cantos da terra”, que se refere às partes mais remotas da terra, provenha de Apocalipse 20: 7 e 8. Ao avaliar seu contexto, pode-se concluir que isso também é o significado dos “quatro cantos da terra” em Isaías 11:12, pela terceira vez que essa frase aparece na Bíblia. Seu uso é geralmente entendido como idiomático.

Os céticos da Bíblia freqüentemente usam esses três versículos para argumentar que as Escrituras ensinam que a terra é plana. Enquanto alguns promotores de terra plana usam esses três versículos, muitos não. Porque Você provavelmente percebe que uma terra quadrada com cantos não corresponde ao seu modelo de terra redonda e plana. Esta é uma omissão notável. Como os cristãos que acreditam em uma terra plana, porque acreditam firmemente que é isso que a Bíblia ensina, lidam com esses três versículos? Eles provavelmente os interpretariam como eu. No entanto, uma vez que se admite que algumas passagens bíblicas que supostamente ensinam uma terra plana são idiomáticas, é difícil dizer que passagens semelhantes também não são. Por exemplo, a frase “fins da terra” aparece 15 vezes na versão King James e, se considerada literalmente, sugere que a terra tem uma borda ou limite, o que descartaria uma terra esférica.

No entanto, uma avaliação crítica de cada uma dessas 15 instâncias da frase “fins da terra” em seus respectivos contextos mostra claramente que essa frase também é uma expressão idiomática. Por exemplo, em várias ocorrências, a palavra hebraica epíes (“membro, fim”) usada na construção com ‘aqui’ (“terra”), evidencia que os autores bíblicos afirmam que essa frase se refere ao escopo do mundo habitável. O fato de que essa frase às vezes é usada para falar não das partes distantes da terra em si, mas das pessoas que habitam esses lugares remotos (por exemplo, Salmos 67: 7, 98: 3, Isaías 45 : 22) argumenta fortemente que esta frase é usada para indicar que a Terra tem uma borda ou limite físico.

As alturas da Bíblia ensinam que a Terra é plana?
Talvez o argumento mais estranho de que a Bíblia ensina uma terra plana seja baseado em Daniel 4:11, que diz:

Esta árvore cresceu e ficou forte, e sua coroa alcançou o céu, e foi o suficiente para vê-la de todas as extremidades da terra.
Esta descrição é repetida quase palavra por palavra em Daniel 4:20. Tanto os céticos quanto os que acreditam em uma terra plana dizem que em uma terra esférica não seria possível uma árvore ser visível em toda a terra, mas essa árvore poderia ser visível em qualquer lugar em uma terra plana. Mas qual é o contexto desses versículos? O quarto capítulo de Daniel é a história do segundo sonho de Nabucodonosor. O versículo 4 cita diretamente as palavras de Nabucodonosor, afirmando que ele teve um sonho. Os versículos 10–17 citam Nabucodonosor descrevendo o conteúdo de seu sonho. Lembre-se de que isso é um sonho. Com seus grandes e fantásticos elementos, os sonhos dificilmente são afirmações sobre a realidade, muito menos sobre cosmologia. É incrível que alguém interprete o conteúdo do sonho de um rei pagão registrado nas Escrituras como prova de que a Bíblia ensina que a terra é plana. Os versículos 19–27 contêm a interpretação de Daniel do sonho de Nabucodonosor e os versículos 28–37 relatam a realização do sonho. A chave para a interpretação do sonho é a identificação de Nabucodonosor com a árvore em seu sonho (versículos 20–22). Imediatamente, é preciso ver que, uma vez que a árvore representa Nabucodonosor, não é uma árvore literal (embora, estando em um sonho, a árvore não seria literal de qualquer maneira). Além disso, a realização literal do sonho não implica de forma alguma uma árvore, reforçando a natureza não literal da árvore. Mesmo que o sonho reflita corretamente a cosmologia de Nabucodonosor (supondo que ele pensasse que a Terra era plana), dificilmente constitui evidência de que a Bíblia ensina que a Terra é plana. Antes, a Bíblia simplesmente registra o pensamento de Nabucodonosor.

O mesmo tipo de raciocínio é usado para argumentar que Mateus 4: 8 ensina uma terra plana. Mateus 4: 1–11 fala da tentação de Jesus. A tentação começou no deserto, depois que Jesus jejuou por 40 dias e noites. Satanás primeiro tentou Jesus a trocar as pedras do pão para satisfazer a fome de Jesus (Mateus 4: 3). Presumivelmente, isso ainda estava no deserto. Então, o diabo levou Jesus ao pináculo do templo em Jerusalém e sugeriu que Jesus se jogasse (Mateus 4: 5). Observe que havia uma distância considerável entre o deserto e o templo (pelo menos 80 quilômetros). Satanás levou Jesus instantânea e literalmente do deserto a Jerusalém? Ou Satanás apresentou essa visão a Jesus enquanto ele ainda estava no deserto, talvez em uma visão? Mateus 4: 8 registra a terceira tentação:

Novamente, o diabo o leva, desta vez para uma montanha muito alta, e mostra a ele todos os reinos do mundo e sua glória. (Bíblia Textual 3ª Edição)
Aqueles que desejam defender uma terra bíblica plana apontam que todos os reinos da terra só seriam visíveis de uma montanha alta se a terra fosse plana. No entanto, se esta montanha de Mateus 4: 8, com sua visão de toda a terra, é literal, então onde está? Aqueles que seguem essa linha de raciocínio nunca determinaram a localização dessa montanha hipotética. Se essa montanha é hipotética mesmo em uma terra plana, esse versículo dificilmente prova que a Bíblia ensina que a terra é plana. Mas esse versículo realmente implica a visibilidade de toda a terra do alto desta montanha?

Os outros dois evangelhos sinóticos também registram a tentação de Cristo (Marcos 1:12 e 13, Lucas 4: 1–13), embora o relato de Marcos não tenha detalhes. Os detalhes de Luke correspondem a muitos dos detalhes de registros de Matthew, mas existem diferenças. Por exemplo, a segunda e a terceira tentações são alteradas. Isso não é uma dificuldade, se um ou ambos os relatos da tentação de Cristo puderem ser tratados tematicamente, e não cronologicamente. Aqueles que dizem que a Bíblia ensina um foco plano da terra no relato de Mateus, mas ignoram amplamente o evangelho de Lucas nesse assunto. Observe as diferenças entre Mateus 4: 8 (acima) e Lucas 4: 5:

E, levantando-o, ele mostrou em uma fração do tempo todos os reinos da humanidade. (Bíblia Textual 3ª Edição)
Observe que nenhuma montanha é mencionada, mas simplesmente que o diabo ressuscitou Jesus. (Traduções anteriores, como Reina Valera, baseadas no Textus Receptus, têm a palavra montanha, mas a palavra grega para montanha não aparece nos outros manuscritos, portanto sua inclusão no Textus Receptus provavelmente veio da adição de uma copiadora que conhecia o relato paralelo de Mateus). Este é um ponto relativamente menor, mas pode ter alguma relação com a possibilidade de a montanha que Mateus literalmente registrou ser uma montanha alta da qual todos os reinos do mundo pudessem ser vistos. Mais um detalhe no evangelho de Lucas lança luz sobre esse assunto. Lucas declarou que o diabo mostrou a Jesus todos os reinos do mundo “em um momento”. A ênfase não está em onde Jesus estava, mas no que Jesus viu. Este não era um quadro geral que levou algum tempo para absorver. Antes, a glória de todos os impérios do mundo foi mostrada a Jesus de uma só vez. Isso parece mais uma visão do que uma visão. Pode não ter havido uma montanha envolvida, mas provavelmente ela se refere a um lugar alto e desolado, provavelmente no deserto, onde ocorreu a terceira tentação e sua conseqüente visão. Não é de admirar que aqueles que promovem uma terra plana geralmente se concentrem em Mateus 4: 8, ignorando Lucas 4: 5. Como mencionado anteriormente, pode-se inferir incorretamente de Mateus 4: 8 que realmente há uma montanha tão alta que toda a superfície da Terra é visível a partir dela, mas, ao interpretar as Escrituras em termos das Escrituras, pode-se ver que isso é errado

O céu é uma cúpula na Terra?
A cosmologia de uma terra plana diz que uma cúpula cobre uma terra circular e plana, com sua borda apoiada na terra além da parede de gelo da Antártica. As estrelas estão fixas nesta cúpula, enquanto o sol e a lua estão acima da terra, mas abaixo da cúpula. Alguns chamam isso de cosmologia do globo de neve, devido à sua semelhança com um globo de neve. Supostamente, essa é a cosmologia que a Bíblia ensina. Ironicamente, os céticos fazem o mesmo argumento, mas a intenção deles é desacreditar a Bíblia. Poucos daqueles que acreditam em uma terra plana parecem estar cientes desse fato ou ironia. Vamos examinar as Escrituras que supostamente apóiam essa cosmologia.

A chave nesta discussão é o firmamento. A palavra hebraica rāqîa ‘é traduzida como um firmamento. Embora na versão King James a palavra rāqîa ‘seja traduzida como“ expansão ”em Gênesis 1, fora dela, é traduzida como“ firmamento ”. Aparece um total de 13 vezes no Antigo Testamento, com mais da metade das ocorrências (sete vezes) apenas no capítulo 1 de Gênesis. A palavra é um substantivo que deriva da raiz hebraica rq ‘, que significa bater. Um exemplo dessa ação é triturar ou atingir um metal em folhas finas. Esta é uma prática comum com o ouro, porque o ouro é muito maleável. Dourar é o processo de juntar folhas de ouro (folhas finas de ouro) a objetos, dando a impressão de que os objetos são ouro puro. Por exemplo, a arca do testemunho era dourada com folhas de ouro em madeira de acácia (Êxodo 25:10 e 11). Uma folha de ouro pode ser atingida ou tão fina que a luz brilhante pode ser vista através dela. Pode-se deduzir do significado dessa palavra que rāqîa ‘é algo que foi vencido ou esticado.

SE PUEDE DEDUCIR DEL SIGNIFICADO DE ESTA PALABRA QUE LA RĀQÎA‘ ES ALGO QUE HA SIDO GOLPEADO O ESTIRADO.
Desafortunadamente, algunas personas razonan que como esto es una acción frecuentemente hecha a un metal, la cosa que es estirada debe tener cierta característica física común con los metales. Los metales usualmente son duros, entonces, según este razonamiento, la rāqîa‘ debe ser dura. Este es ciertamente el sentido de la arcaica palabra española firmamento, que tiene una raíz común con la palabra firme. Sin embargo, ¿es este el significado pretendido? No todos los metales son duros; y el oro, que está involucrado en el mejor ejemplo que ilustra la raíz hebrea de la cual proviene el sustantivo hebreo rāqîa‘, definitivamente no es duro. Por lo tanto, es cuestionable si la rāqîa‘ es algo duro. Es más probable que el significado pretendido de rāqîa‘ esté relacionado con el proceso de golpear, no una propiedad física de la cosa sometida al proceso. El proceso tiene el efecto de extender una sustancia, o posiblemente hacer la sustancia delgada. Esta es la razón por la cual muchas traducciones de las Biblia modernas inglesas y varias hispanas ponen rāqîa‘ como expansión en lugar de firmamento.

El primer uso de la palabra rāqîa‘ en la Biblia probablemente ayuda para descifrar su significado. Esto se encuentra en Génesis 1:6, el comienzo del relato de la creación del Día Dos. El relato de la creación del Día Dos comienza con la declaración de Dios de que haya una rāqîa‘ para dividir las aguas de las aguas. El siguiente versículo nos dice que Dios hizo la rāqîa‘ y dividió las aguas que estaban por debajo de la rāqîa‘ de las aguas que estaban por encima de la rāqîa‘. Así, la palabra rāqîa‘ aparece tres veces en este versículo. Antes de declarar el fin del Día Dos en Génesis 1:8, Dios llamó a la rāqîa‘ «cielos». Por lo tanto, la palabra hebrea rāqîa‘ aparece cinco veces en el relato del Día Dos.

Hay varias observaciones que se pueden hacer en este pasaje. Primero, las aguas que Dios dividió fueron las aguas mencionadas en Génesis 1:2. Está claro que las aguas que Dios separó debajo deben referirse a las aguas superficiales (mayormente los océanos) sobre la tierra. ¿Pero cuáles son las aguas sobre la rāqîa‘? La forma en que respondemos a esa pregunta dependerá de lo que entendemos de la rāqîa‘. Observe que Dios equiparó la rāqîa‘ con el cielo. La palabra hebrea šāmayim se traduce como «cielo» que es utilizada por la mayor parte más de las 400 veces que ocurre en el Antiguo Testamento, tal como es utilizada aquí.

Interpretar las Escritura en términos de las Escrituras, encontramos refuerzo de la igualdad de la palabra rāqîa‘ con el cielo. Por lo menos once versículos del Antiguo Testamento hablan de Dios extendiendo los cielos (Job 9:8; Salmos 104:2; Isaías 40:22, 42:5, 44:24, 45:12, 48:13, 51:13; Jeremías 10:12, 51:15; Zacarías 12:1). En el Día Dos, Dios hizo la rāqîa‘, algo que se esparce o se extiende. Además, Dios llamó a la rāqîa‘ cielo. El estiramiento de los cielos probablemente se refiere a cuando Dios hizo la rāqîa‘.

El cielo generalmente se entiende que está sobre nosotros. Dependiendo del contexto, la palabra puede referirse a lo que está inmediatamente por encima de nosotros, donde están las aves voladoras, las nubes y la lluvia. También puede referirse al reino de los cuerpos astronómicos. Finalmente, muchas veces se refiere a la morada de Dios. El «cielo» tiene todos estos significados, tanto en el uso moderno como en la Biblia. ¿La rāqîa‘ se refiere a todos estos significados o sólo a algunos de esos?

Las otras veces que aparece la palabra rāqîa‘ en el relato de creación en Génesis 1 pueden ayudar a responder a esta pregunta. El siguiente uso de la palabra rāqîa‘ está en el relato del Día Cuatro de la creación (Génesis 1:14–19), donde aparece tres veces. Cada vez aparece en conjunción con la palabra hebrea šāmayim. La mejor manera de expresar esta relación en español es con la frase preposicional, «expansión de los cielos». Esta construcción enfatiza, para que no haya duda, que lo mencionado en el Día Cuatro es lo que Dios hizo en el Día Dos. En Génesis 1:14, Dios mandó que hubiera luces en el firmamento del cielo. Génesis 1:15 amplía el mandamiento de que sean lumbreras en la expansión de los cielos. Génesis 1:17 y 18 dice que Dios las puso en la expansión de los cielos. Está claro aquí que las luces son los cuerpos celestiales, las luces mayores y menores, y las estrellas también (Génesis 1:16). Entonces, la expansión de los cielos (la rāqîa‘) es donde Dios colocó los cuerpos celestiales, o astronómicos. Hoy llamaríamos este el espacio exterior, o simplemente el espacio.

Aliás, alguns que acreditam em terra plana parecem fazer aqui uma distinção que não tem mérito. Eles argumentam que as estrelas estão embutidas em uma cúpula na terra (os rāqîa ‘), mas sustentam que o sol e a lua (as luzes principais e secundárias) estão sob a cúpula enquanto estão na terra (isso está sujeito ao hoje a maioria das cosmologias de uma terra plana). Isso requer distinguir artificialmente as estrelas das luzes maiores e menores em Gênesis 1:17, para que apenas as luzes maiores e menores sejam colocadas sob (isto é, dentro) a rāqîa ‘em Gênesis 1:17, enquanto as estrelas eles são efetivamente colocados na superfície do rāqîa ‘. Aqueles que acreditam em uma terra plana que busca essa distinção sugerem que a frase “na expansão dos céus” de Gênesis 1:17 (e possivelmente Gênesis 1:14 e 15 também) deve ser entendida como “dentro da expansão do céus ». Ou seja, Deus colocou o sol e a lua dentro da expansão, tanto quanto alguém poderia colocar um objeto dentro de um recipiente, como uma caixa. A caixa não indica a localização do objeto, mas simplesmente contém o objeto. No entanto, o texto hebraico (e até o texto em espanhol) não o permite. O pronome masculino do versículo 17 refere-se ao sol, à lua e às estrelas coletivamente, e o versículo não distingue quanto à sua localização. O entendimento mais natural da história da criação do quarto dia é que todos os corpos celestes estão localizados no rāqîa ‘. Novamente, esse espaço é chamado hoje.

A COMPREENSÃO MAIS NATURAL DA HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DE QUATRO DIAS É QUE TODOS OS CORPOS CELESTIDOS ESTÃO LOCALIZADOS NA RĀQÎA ‘.
Até que ponto o rāqîa ‘alcança a terra? O uso final da palavra em Gênesis 1, na história da criação do quinto dia, ajuda a responder a essa pergunta. Ao descrever a criação de criaturas voadoras, Gênesis 1:20 usa a frase “expansão aberta dos céus” para descrever para onde voam. Embora essa frase seja igual às três vezes que aparece na história do quarto dia, o texto anterior a essa frase é diferente. O hebraico diz literalmente que os pássaros voariam “diante da expansão dos céus”. Isso pode significar que os pássaros voam deste lado da expansão do céu ou do lado mais próximo da expansão do céu. Se for o primeiro, o rāqîa ‘não pode se estender até o local onde os pássaros voam. Se for o último, pode incluir para onde os pássaros voam. De qualquer forma, o rāqîa seem parece incluir o que agora é chamado de espaço sideral e grande parte, se não toda, da atmosfera da Terra. Lembre-se de que a distinção entre a atmosfera da Terra e o espaço sideral é de origem moderna. Além disso, mesmo no idioma atual, não há delimitação clara de onde a atmosfera termina e o espaço começa. Nem o entendimento moderno nem o antigo são necessariamente corretos ou incorretos; Eles são simplesmente diferentes.

O próximo uso da palavra rāqîa ‘(a décima vez no Antigo Testamento) não ocorre até no Salmo 19: 1. O significado ali é consistente com o que concluí em Gênesis 1. O paralelismo comparativo das duas afirmações do Salmo 19: 1 indica que rāqîa ‘e šāmayim são a mesma coisa, algo que Gênesis 1: 8 já igualou. Além disso, no Salmo 19: 4b – 6 descreve o movimento do sol nos céus (equivalente a rāqîa ‘), reforçando ainda mais o entendimento do Gênesis 1.

O que dizer das sete vezes restantes em que a palavra hebraica rāqîa ‘aparece no Antigo Testamento fora de Gênesis 1 e Salmo 19? A palavra aparece mais uma vez nos Salmos, nos Salmos 150: 1, que diz no RVR de 1960:

Louvado seja Deus em seu santuário; louvai-o na magnificência do seu firmamento.
Deus criou o rāqîa ‘(embora Reina Valera use” firmamento “baseado em” firmamento “da Vulgata Latina, aqui também deve ser traduzido como” expansão “). Então, se a expansão é poderosa, Deus é ainda mais poderoso. Esta leitura é consistente com o significado muito claro do Salmo 19: 1.

A palavra rāqîa ‘aparece uma vez no livro de Daniel. O contexto é estabelecido em Daniel 12: 1 e 2 como o estonista, quando ocorrerá a ressurreição dos mortos, alguns para a vida eterna e outros para o castigo eterno. Na versão King James, Daniel 12: 3 diz:

Os conhecedores brilharão como o brilho do céu; e aqueles que ensinam justiça à multidão, como as estrelas para a eternidade eterna.
Observe o paralelismo contido nesses dois símiles separados por ponto e vírgula, e a conjunção e. É evidente que os “conhecedores” do primeiro símile e “aqueles que ensinam justiça à multidão” do segundo símile são as mesmas pessoas, forçando pelo menos uma equivalência aproximada entre as coisas com as quais são comparados. O primeiro símile diz que os conhecedores brilharão como o rāqîa ‘. No segundo símile, a palavra brilho é omitida; mas essas palavras são entendidas, o que reforça o paralelismo. De fato, as pessoas que ensinam justiça se assemelham às estrelas, que brilham intensamente. Além disso, a partir da descrição da criação do quarto dia em Gênesis 1, sabe-se que as estrelas estão localizadas no rāqîa ‘. Então, o rāqîa ‘de Daniel 12: 3 refere-se claramente à mesma coisa encontrada em Gênesis 1 e Salmo 19: 1.

As últimas cinco ocorrências da palavra rāqîa ‘estão em Ezequiel, quatro vezes no primeiro capítulo e uma vez no capítulo 10. Ezequiel 1: 1–3 define o cenário: Ezequiel estava com outros cativos do rio Quebar (ou canal) quando os céus se abriram e ele teve uma visão. A indicação é que os companheiros de Ezequiel não tiveram a visão, apenas ele. Deus transportou Ezequiel para o céu, onde ele literalmente viu as coisas de sua visão ou Deus as revelou a ele, como o que se podia experimentar em um sonho. Não sabemos ao certo, mas, dada a descrição, o último pareceria mais provável. Além disso, a visão de Ezequiel 11 é claramente do último tipo (Ezequiel 11: 1, 24).

As primeiras coisas que Ezequiel viu foram quatro seres vivos que se assemelhavam a homens, mas cada um tinha quatro rostos. Cada criatura tinha pés e asas e uma roda. Os seres se moveram juntos e, enquanto se moviam, as rodas foram com eles. Ezequiel descreveu as criaturas como brilhantes e coloridas (Ezequiel 1: 7, 13, 16). Ao longo da descrição de Ezequiel de sua visão, ele usou repetidamente as palavras como e semelhança. Claramente, Ezequiel teve dificuldade em descrever o indescritível, então ele expressou o que viu em termos de coisas que lhe eram familiares. Como tal, é inapropriado fazer essas comparações literalmente. Em Ezequiel 1:22, o profeta registrou que nas cabeças dos quatro seres havia algo como um rāqîa ‘. Mais uma vez, observe o uso do símile: Ezequiel não disse que era um rāqîa ‘, mas que era como um rāqîa‘. Por outro lado, o que Deus fez no segundo dia não foi como um rāqîa ‘; Foi um rāqîa ‘. Dada a dificuldade que Ezequiel teve em descrever o que viu, você não pode ter certeza de exatamente qual era essa extensão. Uma possibilidade é que era simplesmente uma expansão, ou espaço, entre os quatro seres e o que estava acima. O que estava acima? Ezequiel 1:23 descreve as asas dos quatro seres em expansão. Ezequiel 1:25 registra que uma voz veio do topo da expansão, e Ezequiel 1:26 diz que havia algo como um trono na expansão. De Ezequiel 1:28, sabemos que este é o trono de Deus. Portanto, esse espaço poderia estar entre os seres e o trono de Deus.

No entanto, existe outra possibilidade. Ezequiel 1:22 compara a aparência dessa expansão com um “cristal”. O que significa ser um cristal? Cuidado, pois as definições modernas e antigas são diferentes. No mundo antigo, um cristal era qualquer substância sólida e transparente. Exemplos incluem vidro, quartzo, sal-gema, diamante e outras pedras preciosas que transmitem luz. Exceto vidro, esses cristais tinham facetas naturais. No entanto, o vidro, principalmente o vidro de chumbo, pode ser cortado para produzir facetas. Atualmente, um cristal é definido como uma substância que possui um arranjo ordenado de átomos ou moléculas. Esse arranjo ordenado é responsável pela clivagem natural ao longo das facetas dos cristais (seguindo a definição antiga). Quase todas as substâncias sólidas têm uma estrutura cristalina; portanto, a maioria dos cristais (no sentido moderno) não é transparente. É importante que a palavra seja entendida no sentido antigo, não no sentido moderno. A palavra traduzida como “cristal” aqui em outra parte do Antigo Testamento é traduzida como “gelo”. No sentido antigo, o gelo teria sido considerado um cristal, porque era duro e transparente. No sentido moderno, o gelo também é um cristal, porque possui uma estrutura hexagonal de cristal. No sentido moderno ou no antigo, essa expansão deveria ser vista que Ezequiel descreveu como um cristal literal? Provavelmente não. Ezequiel comparou o que viu com uma expansão, mas também comparou sua aparência com um cristal, com na luz que dava. Ou seja, brilhava, brilhava ou tinha uma cor como um cristal. Poderíamos descrever o que Ezequiel via como aura.

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O RĀQÎA ‘DE EZEKIEL CAPÍTULOS 1 E 10 NÃO É O RĀQÎA‘ ENCONTRADO EM OUTRAS PARTES DO ANTIGO TESTAMENTO.
Uma visão mais tarde começa em Ezequiel 8, com Ezequiel 10 fazendo parte dessa visão. Ezequiel 10: 1 menciona um rāqîa ‘nas cabeças dos querubins com o que parecia ser um trono sobre eles. Se isso soa semelhante a Ezequiel 1, é. A descrição dos querubins em Ezequiel 10: 9–14 é semelhante à descrição dos quatro seres vivos em Ezequiel 1: 5–21. Ezequiel afirma duas vezes que esses querubins eram os mesmos que os quatro seres vivos que ele viu em sua visão ao longo do rio Quebar (Ezequiel 10:15, 20–22). Para reiterar, o rāqîa ‘de Ezequiel, capítulos 1 e 10, não é o rāqîa‘ encontrado em outras partes do Antigo Testamento. É um erro equiparar esses dois significados muito diferentes.

Muitos céticos e aqueles que acreditam em uma terra plana perdem esse ponto. Na ausência dessa distinção, é muito fácil pensar que o que Ezequiel descreveu como sendo rāqîa ‘é o mesmo que rāqîa Dios que Deus criou no dia dois e, portanto, deriva as propriedades deste último. Com as muitas semelhanças entre as visões de Ezequiel discutidas brevemente acima e a descrição do apóstolo João em nome de sua visão em Apocalipse 4: 6–8, o problema é exacerbado tomando propriedades do rāqîa ‘do segundo dia do que o livro diz do apocalipse Por exemplo, Apocalipse 4: 6a afirma que diante do trono de Deus havia um mar de vidro, como cristal. Assumindo que esse mar de vidro esteja abaixo do trono de Deus, e observando que Ezequiel mencionou o trono de Deus sobre uma expansão (Ezequiel 1:26; 10: 1), pode-se concluir que a expansão de Ezequiel e o mar de vidro Os de Juan são a mesma coisa, vistos de lados opostos. No entanto, se alguém é igual a todas as menções ao rāqîa Old no Antigo Testamento, segue-se que o mar de vidro de João é o rāqîa ‘que Deus fez no dia dois. Isso está perfeitamente de acordo com Isaías 66: 1, que diz que o céu é o trono de Deus e que a terra é sua plataforma. Ou seja, no modelo do globo de neve, Deus senta-se imediatamente acima da cúpula na terra plana.

Discussão
Nesta breve revisão das passagens pertinentes do Antigo Testamento, não há evidências claras de que rāqîa ‘seja uma cúpula sólida na terra. Em vez disso, o rāqîa ‘é provavelmente o que chamaríamos de espaço exterior hoje e grande parte da atmosfera da Terra. Além disso, as passagens bíblicas que supostamente indicam que a terra é plana não fazem isso. Sendo assim, por que tantos que acreditam que a terra é plana e os céticos pensam que o rāqîa ‘é uma cúpula rígida que cobre uma terra

Por que tantos que acreditam que a terra é plana e os céticos pensam que a RĀQÎA é uma cúpula rígida que cobre uma terra plana?
A Septuaginta foi uma tradução do Antigo Testamento do século III aC. C. do hebraico para o grego. A necessidade dessa tradução era que muitos judeus da época não podiam mais falar ou ler hebraico. Isso era particularmente verdadeiro para os judeus da diáspora, dos quais muitos viviam em Alexandria, no Egito, onde a tradução da Septuaginta foi realizada. Alexandria era uma cidade grega importante e era um centro de aprendizado e cultura grega. Conseqüentemente, o povo de Alexandria, incluindo os judeus de lá, foi fortemente helenizado: e, portanto, os judeus de Alexandria estavam familiarizados com a ciência da época.

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A cosmologia grega da época acreditava em uma terra esférica concêntrica dentro de uma esfera sólida e transparente muito maior sobre a qual as estrelas eram colocadas (a esfera celeste). O sol, a lua e cinco planetas que podiam ser vistos a olho nu se moviam em esferas menores dentro da esfera celeste. A palavra grega estereoma, que se refere a algo difícil, foi usada para descrever a esfera celeste. Como os judeus helenizados daquela época estavam cientes dessa cosmologia, não é por acaso que a Septuaginta traduziu o rāqîaa como um estereoma, aparentemente em uma tentativa de acomodar a cosmologia de seu tempo. Os primeiros escritos judaicos conhecidos que tratam da cosmologia são da era medieval e refletem a cosmologia medieval descrita acima. Portanto, não temos conhecimento de qual cosmologia específica os antigos hebreus acreditavam. No entanto, a palavra grega que os tradutores da Septuaginta escolheram é uma forte pista sobre o que pensavam pelo menos os judeus helenizados do mundo antigo. Provavelmente era uma terra esférica centrada na esfera celeste. Isso é muito diferente de uma cúpula abobadada em uma terra plana promovida pelos crentes em uma terra plana.

Por que tantos que acreditam que a terra é plana e os céticos pensam que a RĀQÎA é uma cúpula rígida que cobre uma terra plana?
A Septuaginta foi uma tradução do Antigo Testamento do século III aC. C. do hebraico para o grego. A necessidade dessa tradução era que muitos judeus da época não podiam mais falar ou ler hebraico. Isso era particularmente verdadeiro para os judeus da diáspora, dos quais muitos viviam em Alexandria, no Egito, onde a tradução da Septuaginta foi realizada. Alexandria era uma cidade grega importante e era um centro de aprendizado e cultura grega. Conseqüentemente, o povo de Alexandria, incluindo os judeus de lá, foi fortemente helenizado: e, portanto, os judeus de Alexandria estavam familiarizados com a ciência da época.

A cosmologia grega da época acreditava em uma terra esférica concêntrica dentro de uma esfera sólida e transparente muito maior sobre a qual as estrelas eram colocadas (a esfera celeste). O sol, a lua e cinco planetas que podiam ser vistos a olho nu se moviam em esferas menores dentro da esfera celeste. A palavra grega estereoma, que se refere a algo difícil, foi usada para descrever a esfera celeste. Como os judeus helenizados daquela época estavam cientes dessa cosmologia, não é por acaso que a Septuaginta traduziu o rāqîaa como um estereoma, aparentemente em uma tentativa de acomodar a cosmologia de seu tempo. Os primeiros escritos judaicos conhecidos que tratam da cosmologia são da era medieval e refletem a cosmologia medieval descrita acima. Portanto, não temos conhecimento de qual cosmologia específica os antigos hebreus acreditavam. No entanto, a palavra grega que os tradutores da Septuaginta escolheram é uma forte pista sobre o que pensavam pelo menos os judeus helenizados do mundo antigo. Provavelmente era uma terra esférica centrada na esfera celeste. Isso é muito diferente de uma cúpula abobadada em uma terra plana promovida pelos crentes em uma terra plana.

Por que tantos que acreditam que a terra é plana e os céticos pensam que a RĀQÎA é uma cúpula rígida que cobre uma terra plana?
A Septuaginta foi uma tradução do Antigo Testamento do século III aC. C. do hebraico para o grego. A necessidade dessa tradução era que muitos judeus da época não podiam mais falar ou ler hebraico. Isso era particularmente verdadeiro para os judeus da diáspora, dos quais muitos viviam em Alexandria, no Egito, onde a tradução da Septuaginta foi realizada. Alexandria era uma cidade grega importante e era um centro de aprendizado e cultura grega. Conseqüentemente, o povo de Alexandria, incluindo os judeus de lá, foi fortemente helenizado: e, portanto, os judeus de Alexandria estavam familiarizados com a ciência da época.

A cosmologia grega da época acreditava em uma terra esférica concêntrica dentro de uma esfera sólida e transparente muito maior sobre a qual as estrelas eram colocadas (a esfera celeste). O sol, a lua e cinco planetas que podiam ser vistos a olho nu se moviam em esferas menores dentro da esfera celeste. A palavra grega estereoma, que se refere a algo difícil, foi usada para descrever a esfera celeste. Como os judeus helenizados daquela época estavam cientes dessa cosmologia, não é por acaso que a Septuaginta traduziu o rāqîaa como um estereoma, aparentemente em uma tentativa de acomodar a cosmologia de seu tempo. Os primeiros escritos judaicos conhecidos que tratam da cosmologia são da era medieval e refletem a cosmologia medieval descrita acima. Portanto, não temos conhecimento de qual cosmologia específica os antigos hebreus acreditavam. No entanto, a palavra grega que os tradutores da Septuaginta escolheram é uma forte pista sobre o que pensavam pelo menos os judeus helenizados do mundo antigo. Provavelmente era uma terra esférica centrada na esfera celeste. Isso é muito diferente de uma cúpula abobadada em uma terra plana promovida pelos crentes em uma terra plana.

Vários séculos após a tradução da Septuaginta, Jerônimo traduziu o Antigo Testamento e o Novo Testamento para o latim. Jerônimo selecionou a palavra latina firmamentum para traduzir rāqîa ‘, uma palavra análoga à palavra grega estereoma. O modelo da esfera celeste dura e transparente dos antigos gregos ainda era a cosmologia dominante nos dias de Jerônimo. Portanto, ele adaptou essa cosmologia e promoveu a leitura da Septuaginta sobre o assunto. Muito mais tarde, alguns tradutores das primeiras versões da Bíblia em espanhol simplesmente transliteraram a escolha de Jerônimo em espanhol como um firmamento. Isso causou problemas desde então, porque as pessoas reconhecem a palavra firme dentro dessa palavra e assumem que rāqîa ‘deve ser difícil. No entanto, como já vimos, em vez de nos referirmos a algo necessariamente difícil, a palavra rāqîa refers provavelmente se refere a algo que se expandiu. Esta é a razão pela qual muitas traduções modernas do espanhol traduzem rāqîa ‘como” expansão “. Esta é uma boa tradução, pois atinge o cerne do significado provável de rāqîa ‘. Algumas traduções modernas traduzem rāqîa ‘como” céu “. Esta também é uma boa tradução, porque o céu que vemos sobre nós abrange o provável significado de rāqîa as, conforme discutido acima.

Hoje em dia, é comum acreditar que a cosmologia apresentada na Bíblia é a de uma cúpula dura no chão, sustentada por pilares. Claramente, isso não concorda com os fatos. Primeiro, a Bíblia não ensina explicitamente nenhuma cosmologia. Em vez disso, certas passagens podem ser reunidas para determinar qual cosmologia possível pode existir, mas é preciso ter cuidado para não dar a essas passagens interpretações de fontes externas.

Nosso foco deve ser a exegese, tirando das Escrituras qual é o significado provável, em vez de egesia, dando sentido às Escrituras. Como veremos, uma abordagem eisegética é o que levou à crença equivocada de que a Bíblia ensina uma cúpula sólida na terra. Reconheço que não estou imune a essa dificuldade, mas pelo menos reconhecendo a tentação de interpretar as Escrituras através da lente de fatores externos, é possível que eu esteja em alerta. Deixe-me enfatizar novamente que a Bíblia não apóia explicitamente nenhuma cosmologia. Isso é bom e é consistente com a sabedoria de Deus. Se Deus tivesse endossado uma cosmologia antiga nas Escrituras, aqueles que acreditavam em alguma outra cosmologia antiga teriam rejeitado a Bíblia com o argumento de que a cosmologia da Bíblia estava errada. Certamente, o homem moderno argumentaria, porque as cosmologias modernas diferem de todas as cosmologias antigas. Mas o que aconteceria se Deus tivesse promovido a cosmologia moderna? Então as pessoas, até tempos relativamente recentes, teriam rejeitado a Bíblia, porque em suas mentes eles ensinavam a cosmologia errada.

Segundo, embora não seja uma fonte inspirada, Josefo reflete frequentemente o pensamento dos judeus no primeiro século dC. C. Josefo viveu em Israel, não em Alexandria, mas seus escritos mostram evidências de helenização. Como sua seita, ela foi a única sobrevivente da perseguição e destruição que ocorreu em 70 dC. C., seu trabalho tornou-se reconhecido como um representante dos judeus de seu tempo. No entanto, Josephus entendeu mal as idéias das outras seitas e apresentou sua própria seita da melhor maneira possível. Esse mal-entendido se estendeu mesmo em sua apresentação das crenças religiosas das outras seitas. Portanto, devemos ter muito cuidado ao usar Josephus. Com esse aviso, o que os escritos de Josephus revelam sobre cosmologia entre pelo menos alguns dos judeus antigos? Seu relato da criação do segundo dia é consistente com a cosmologia grega de seu tempo, mas não com a cosmologia da cúpula.

Terceiro, a cosmologia do Ocidente durante o período medieval foi a dos gregos antigos, não uma cúpula em uma terra plana. Foi dentro dessa cosmologia que o astrônomo do século II dC. C., Claudio Ptolomeu, desenvolveu seu modelo para explicar os movimentos dos planetas. O modelo ptolomaico foi colapsado (juntamente com os outros elementos da cosmologia grega antiga) apenas quatro séculos atrás em favor de mais cosmologias

Se a cúpula não é a cosmologia da Bíblia, como muitas pessoas pensam que era?
Se a cúpula não é a cosmologia da Bíblia, como muitas pessoas pensam que é? Essa idéia surgiu como resultado de três desenvolvimentos no século XIX. Primeiro, a arqueologia moderna começou a sério no século XIX. Interpretações das primeiras escavações no Oriente Próximo indicaram uma cosmologia de cúpula, da qual arqueólogos e historiadores concluíram erroneamente que essa era a cosmologia antiga do Oriente Próximo.

Segundo, a hipótese documental propunha que o Pentateuco fosse escrito muito depois da época de Moisés (e muitos de seus defensores duvidavam que Moisés existisse!). De acordo com a hipótese documental, quatro documentos diferentes surgiram na primeira metade do primeiro milênio a. C. e essas fontes foram escritas muito mais tarde, durante o período intertestamentário. Supostamente, os judeus coletaram grande parte de sua cosmologia, cosmogonia e história primitiva das culturas antigas do Oriente Próximo, e isso se reflete nos relatos da criação e do dilúvio de Gênesis. Portanto, tornou-se moda interpretar as passagens bíblicas em termos da suposta cosmologia dominante da cúpula.

Terceiro, a tese do conflito dizia que o cristianismo havia retardado o desenvolvimento do pensamento durante a Idade Média e não foi até o homem ser libertado das restrições da Bíblia durante o Renascimento que a razão do homem permitiu renovação na aprendizagem Parte do caso contra o cristianismo como parte da tese do conflito era que a igreja e a Bíblia ensinavam que a terra era plana e cercada por uma cúpula. Como demonstrado em outro lugar, a igreja nunca ensinou que a terra é plana. Uma mentira tão flagrante deve pôr em questão a afirmação de que a cúpula também é cosmologia bíblica. A gravura Flammarion é uma representação muito famosa da cúpula na terra plana. A maioria das pessoas pensa que é uma obra de arte medieval, mas na verdade data da década de 1880. É difícil encontrar qualquer representação medieval da suposta cosmologia cúpula / terra plana da Bíblia, porque isso não é Eu acreditava na Idade Média. A influência da gravura Flammarion usada pelos promotores da tese do conflito não pode ser superestimada. Essa representação parece ter feito mais do que qualquer outra coisa para promover a falsa noção de que a cosmologia medieval era uma cúpula em uma terra plana.

La cúpula no era ni siquiera la cosmología dominante en el antiguo Oriente Cercano. Las excavaciones y los estudios posteriores revelaron una plétora de cosmologías antiguas del Oriente Cercano. Si uno desea interpretar la cosmología de la Biblia en términos de la cosmología del antiguo Oriente Cercano, entonces debe primero decidir qué cosmología usar. Desafortunadamente, muchos eruditos de la Biblia hoy han sido engañados por la tesis de conflicto al pensar que la cosmología de la Biblia es la de una cúpula sobre una tierra plana, lo que ha llevado a muchas representaciones de los siglos XX y XXI de una tierra plana con una cúpula apoyado por pilares. Pero estas representaciones comenzaron a aparecer en el siglo XIX, después del daño causado por la tesis de conflicto. Esta línea de pensamiento ha ganado mucha tracción en los últimos años. Una vez más, esta falsa comprensión de la cosmología bíblica por algunos eruditos de la Biblia (eruditos que, generalmente, han sido engañados por la tesis de conflicto) son relativamente recientes.

Se a cúpula não é a cosmologia da Bíblia, como muitas pessoas pensam que era?
Se a cúpula não é a cosmologia da Bíblia, como muitas pessoas pensam que é? Essa idéia surgiu como resultado de três desenvolvimentos no século XIX. Primeiro, a arqueologia moderna começou a sério no século XIX. Interpretações das primeiras escavações no Oriente Próximo indicaram uma cosmologia de cúpula, da qual arqueólogos e historiadores concluíram erroneamente que essa era a cosmologia antiga do Oriente Próximo.

Segundo, a hipótese documental propunha que o Pentateuco fosse escrito muito depois da época de Moisés (e muitos de seus defensores duvidavam que Moisés existisse!). De acordo com a hipótese documental, quatro documentos diferentes surgiram na primeira metade do primeiro milênio a. C. e essas fontes foram escritas muito mais tarde, durante o período intertestamentário. Supostamente, os judeus coletaram grande parte de sua cosmologia, cosmogonia e história primitiva das culturas antigas do Oriente Próximo, e isso se reflete nos relatos da criação e do dilúvio de Gênesis. Portanto, tornou-se moda interpretar as passagens bíblicas em termos da suposta cosmologia dominante da cúpula.

Terceiro, a tese do conflito dizia que o cristianismo havia retardado o desenvolvimento do pensamento durante a Idade Média e não foi até o homem ser libertado das restrições da Bíblia durante o Renascimento que a razão do homem permitiu renovação na aprendizagem Parte do caso contra o cristianismo como parte da tese do conflito era que a igreja e a Bíblia ensinavam que a terra era plana e cercada por uma cúpula. Como demonstrado em outro lugar, a igreja nunca ensinou que a terra é plana. Uma mentira tão flagrante deve pôr em questão a afirmação de que a cúpula também é cosmologia bíblica. A gravura Flammarion é uma representação muito famosa da cúpula na terra plana. A maioria das pessoas pensa que é uma obra de arte medieval, mas na verdade data da década de 1880. É difícil encontrar qualquer representação medieval da suposta cosmologia cúpula / terra plana da Bíblia, porque isso não é Eu acreditava na Idade Média. A influência da gravura Flammarion usada pelos promotores da tese do conflito não pode ser superestimada. Essa representação parece ter feito mais do que qualquer outra coisa para promover a falsa noção de que a cosmologia medieval era uma cúpula em uma terra plana.

A cúpula não era nem a cosmologia dominante no antigo Oriente Próximo. Escavações e estudos subsequentes revelaram uma infinidade de cosmologias antigas do Oriente Próximo. Se alguém deseja interpretar a cosmologia da Bíblia em termos da cosmologia do antigo Oriente Próximo, deve-se primeiro decidir qual cosmologia usar. Infelizmente, muitos estudiosos da Bíblia hoje em dia foram enganados pela tese do conflito ao pensar que a cosmologia da Bíblia é a de uma cúpula em uma terra plana, o que levou a muitas representações dos séculos 20 e 21 de uma terra. plano com uma cúpula apoiada em pilares. Mas essas representações começaram a aparecer no século XIX, após os danos causados ​​pela tese do conflito. Essa linha de pensamento ganhou muita força nos últimos anos. Novamente, essa falsa compreensão da cosmologia bíblica por alguns estudiosos da Bíblia (estudiosos que geralmente foram enganados pela tese do conflito) é relativamente recente.

Agravando o problema, os cristãos que apóiam a terra plana usam representações de teólogos contemporâneos que retratam erroneamente a cosmologia bíblica como uma terra plana sob uma cúpula como evidência do que a Bíblia ensina. Portanto, eles são vítimas da tese do conflito duas vezes, uma vez aceitando uma terra plana e outra vez aceitando a falsa cosmologia de uma cúpula. Novamente, esse conceito de cosmologia bíblica não veio de fontes antigas, mas surgiu no final do século 19 como uma tentativa de desacreditar a Bíblia. Aqueles que apóiam a terra plana acreditando que é isso que a Bíblia ensina caíram em uma armadilha. Ironicamente, embora aparentemente motivados a defender a Bíblia, eles foram enganados a usar os mesmos argumentos falsos que os céticos usam.

Conclusão
Aqui examinei as passagens bíblicas que geralmente são sonousadas para dizer que a terra é plana. Existem outras passagens que às vezes são usadas. No entanto, a frequência de uso dessas passagens é muito menor do que os versículos que discuti aqui. Além disso, esses versículos geralmente exigem a suposição de que a Terra é plana para começar. Uma vez que essas passagens mais importantes e frequentemente citadas são descartadas como ensino de uma terra plana, os poucos versículos restantes provavelmente não importam. Dependendo da reação a este artigo, posso falar sobre essas outras passagens mais tarde. Claramente, a Bíblia não ensina que a terra é plana. Os céticos da Bíblia foram os que introduziram essa afirmação falsa no século XIX. É uma pena que professos crentes na Bíblia tenham adotado recentemente esse argumento falso e tenham promovido uma terra plana. Quando combinada com seus muitos problemas científicos e observacionais, a teoria da terra plana é

CLARAMENTE, A BÍBLIA NÃO ENSINA QUE A TERRA É PLANA.
O modelo terrestre do globo de neve exige que a terra fique quieta. Portanto, aqueles que acreditam em uma terra plana são geocentristas, e muitos deles também apóiam sua posição com passagens bíblicas que supostamente ensinam que a Terra está quieta. Antes do recente aumento de interesse em uma terra plana entre os cristãos conservadores, havia um movimento geocêntrico que já usava muitos dos mesmos argumentos agora usados por aqueles que acreditam em uma terra plana. Enquanto os geocentristas e crentes clássicos em uma terra plana concordam com a questão de saber se a terra se move, eles discordam fortemente da forma da terra. Já escrevi sobre geocentrismo e discuti algumas das passagens bíblicas que supostamente ensinam geocentrismo. Talvez em um artigo futuro eu revise a questão do geocentrismo e as supostas passagens

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REDIMINDO O NATAL

Devemos comemorar o Natal?

Sabemos ao pesquisar a fundo a história do Natal é que se tem uma origem pagã, com as festas antigas voltadas aos deuses Greco Romanos como também das influencias culturais de festas em mesma época que eram destinadas a Mitologia Nórdica, e em nosso tempos onde a informação está em nossa frente através do clique, também veio junto a falta de vontade de pesquisar a fundo ou até já que há questionamentos e duvidas um apurado imparcial sobre o assunto, e como um Cristão com conteúdo e base nessa perspectiva, nessa época o youtube que trás mastigado as teorias e ideias é a ferramenta mais rápida como ferramenta dos tolos, e assim a desinformação reina, então ao fazer um compilado objetivo sobre o tema,pois bem a questão que culturalmente o crescimento do Cristianismo fez com quer festas e comemorações pagãs fazem trocadas por festas e comemorações Cristãs, naquele tempo algo benéfico para o reino avançar porém séculos depois facções e seitas deturpam essa ação com a psicologia reversa que é ação pagã, para condenarem uma ação de consciência que após a metanoia louva o pai em momentos culturalmente apropriados.

A questão é que para aguaria seguidores e para no cerne geral serem anti igreja, esses movimentos criam teorias obscuras, com ocultismos e mensagem subliminares a partir de simbologia criam o imaginário e até fazem revisionismo histórico para criar serem contrários, porém não entendem que o Evangelho do nosso Senhor nós tira a mente cauterizada e nós dá uma mente santificada e entende que temos a liberdade para comemorar ou não, aceita o dia 25 ou não, de está dá presente ou não, de decorar ou não a casa, pensam esses que pós trás de suas tolices estão julgo de suas teorias, que dividem a famílias e afastam os não Cristãos, o Evangelho trás paz e amor em família e comunidade que aproveita a mensagem para propagar o evangelho,aproveita o feriadão prorrogado para está reunidos, que aproveita os alimentos e a cestas e ceia para alimentar os mais pobres, isso é o Evangelho a qual a cegueira conspiratória não deixa enxergar.

Muito tem se tem falado contra o Natal. Os principais argumentos são (1) origens pagãs ou católicas, (2) a influência mercadológica nos dias de hoje e (3) uma suposta violação do princípio regulador do culto. Apesar de haverem pontos válidos que devem de forma equilibrada como nosso Senhor Jesus nós ensina, não podemos deixar de fora o fato inequívoco, que não há qualquer impedimento bíblico para os cristãos comemorarem o nascimento de Cristo – atenção, comemorar o nascimento de Cristo – em uma data qualquer (ou no dia 25 de Dezembro). Iremos abaixo apresentar resumidamente alguns argumentos e referências sobre o assunto.

Em 2010 um texto do Pastor Norte Americano John Piper fala um pouco sobre isso, onde ele trata sobre a relevância da origem pagã do Natal. Outro pastor Norte Americano, John MacArthur respondendo a pergunta “os cristãos devem celebrar o natal?” argumenta:

As Escrituras não ordenam especificamente que os crentes celebrem o Natal — não há “Dias Sagrados” prescritos que a igreja deva celebrar. De fato, o Natal não era observado como uma festividade até muito após o período bíblico. Não foi antes de meados do século V que o Natal recebeu algum reconhecimento oficial.

Nós cremos que o celebrar o Natal não é uma questão de certo ou errado, visto que Romanos 14:5-6 nos fornece a liberdade para decidir se observaremos ou não dias especiais:

Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus (Romanos 14: 5-6).

De acordo com esses versos, um cristão pode, legitimamente, separar qualquer dia — incluindo o Natal — como um dia para o Senhor. Cremos que o Natal proporciona aos crentes uma grande oportunidad

para exaltar Jesus Cristo.

Para você que não ler e é vivo e morto no youtube e já quer parar de ler o texto, então assiste esse vídeo ai em baixo para ver se serve de consolo.

Mark Driscoll diz que quando se trata de questões culturais os cristãos têm três opções: Rejeitar, Receber ou Redimir.

Receber – Há coisas na cultura que fazem parte da graça comum de Deus a todas as pessoas, as quais um cristão pode simplesmente receber. É por isso que, por exemplo, estou digitando em um Mac e vou postar neste blog na internet sem ter que procurar um computador ou um formato de comunicação expressamente cristãos.

Rejeitar – Há coisas na cultura que são pecaminosas e não benéficas. Um exemplo é a pornografia, que não tem valor redentor e deve ser rejeitada por um cristão.

Resgatar – Há coisas na cultura que não são ruins em si mesmas, mas podem ser usadas de uma forma pecaminosa e, portanto, precisam ser resgatadas pelo povo de Deus. Um exemplo que teve grande repercussão na mídia é o prazer sexual. Deus fez nossos corpos para, entre outros fins, o prazer sexual. E, embora muitos tenham pecado sexualmente, como cristãos, devemos resgatar este grande dom e todas as suas alegrias, no contexto do casamento. [1]

Dentro dessa perspectiva, há aqueles que rejeitam o Natal (e não há problema nenhum, desde que se atentem as repreensões de Paulo em Romanos 14). Cremos, contudo, que temos a oportunidade de resgatar esta festividade, usando-a para os seguintes fins:

Primeiro, a temporada de Natal nos lembra das grandes verdades da Encarnação. Recordar as verdades importantes sobre Cristo e o evangelho é um tema prevalecente no Novo Testamento (1 Coríntios 11:25; 2 Pedro 1:12-15; 2 Tessalonicenses 2:5). A verdade necessita de repetição, pois nós facilmente a esquecemos. Assim, devemos celebrar o Natal para recordar o nascimento de Cristo e nos maravilhar ante o mistério da Encarnação.

O Natal também pode ser um tempo para adoração reverente. Os pastores glorificaram e louvaram a Deus pelo nascimento de Jesus, o Messias. Eles se regozijaram quando os anjos proclamaram que em Belém havia nascido um Salvador, Cristo o Senhor (Lucas 2:11). O bebê deitado na manjedoura naquele dia é nosso Senhor, o “Senhor dos senhores e Rei dos reis” (Mateus 1:21; Apocalipse 17:14).

Finalmente, as pessoas tendem a serem mais abertas ao evangelho durante as festividades de Natal. Devemos aproveitar desta abertura para testemunhar a eles da graça salvadora de Deus, através de Jesus Cristo. O Natal é principalmente sobre o Messias prometido, que veio para salvar Seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21). A festividade nos fornece uma maravilhosa oportunidade para compartilhar esta verdade.

Embora nossa sociedade tenha deturpado a mensagem do Natal através do consumismo, dos mitos e das tradições vazias, não devemos deixar que estas coisas nos atrapalhem de apreciar o real significado do Natal. Aproveitemo-nos desta oportunidade para lembrar dEle, adorá-Lo e fielmente testemunhar dEle. [2]

Um Cristão Pode Comemorar o Nascimento de Cristo?

Por Vinicius Musselman Pimentel em 15 dez, 2012Compartilhar

Todo ano é a mesma coisa: “Um cristão pode celebrar o Natal? Natal é uma festa pagã?” Parece que tova fez que chega dezembro “está aberta a temporada de caça aos evangélicos que celebram o Natal”. Antes de começarmos, vamos ao básico: eu amo Jesus, você ama Jesus – somos irmãos em Cristo. Espero que lembrá-lo desta gloriosa verdade acalme seus ânimos (e faça você desativar o botão CAPS LOCK).

Além disso, é bom lembrar que quando falo em comemorar o Natal estou falando sobre comemorar o Nascimento de Cristo e não comemorar a vinda do legalista Noel (o vídeo de quarta será sobre isso – muito bom). E, sim, concordamos que Cristo provavelmente não nasceu no dia 25 de Dezembro, porque era inverno na região e os pastores não estariam com suas ovelhas ao ar livre.

Argumentos

Enfim, muito se tem falado contra o Natal. Os principais argumentos são (1) origens pagãs, (2) a influência mercadológica nos dias de hoje e (3) uma suposta violação do princípio regulador do culto. Apesar de haverem pontos válidos, no VE não cremos que haja qualquer impedimento bíblico para cristãos comemorarem o nascimento de Cristo.

(1) Origens pagãs

Este argumento afirma que por o Natal ter origens pagãs não devemos celebrá-lo. Sobre isso, John Piper escreve:

Eu compreendo aqueles que querem ser rigorosamente e distintamente Cristãos. Que querem ser libertos do mundo e qualquer raiz pagã que possa repousar sob nossa celebração do Natal, mas não me posiciono da mesma maneira nesta questão porque penso que chega um ponto onde as raízes já estão distantes de tal forma que o significado presente não carrega mais nenhuma conotação pagã. Fico mais preocupado com um novo paganismo que se sobreponha a feriados cristãos.

Eis um exemplo que eu uso: Todo idioma tem raízes em algum lugar. A maioria dos nossos dias da semana [em inglês] —se não todos— saíram de nomes pagãos também. Então deveríamos parar de usar a palavra “Sunday” (domingo) porque ela pode ter estado relacionada à adoração ao sol em um tempo distante? No inglês moderno, “Sunday” (domingo) não carrega aquela conotação, e é a própria natureza do idioma. De certa forma, os feriados são como a linguagem cronológica.

LEIA A ÍNTEGRA

Frank Brito postou recentemente algo sobre o assunto, mostrando que até os objetos de culto a Deus no Antigo Testamento foram inventados por uma pessoa pagã:

Isso é verdade. Mas, muitas práticas e costumes pagãos se desenvolveram em torno de tudo, não só do Natal. […] O pagão Jubal inventou a harpa e o órgão, mas isso não impediu estes instrumentos de serem usados no culto à Deus (Sl 105.4). Não há nada que possamos imaginar de bom no mundo que não haverá alguém usando desta liberdade para dar ocasião à carne (Gl 5.13). Se há paganismo em torno do Natal, tudo o que um cristão precisa fazer é evitá-lo.

LEIA A ÍNTEGRA

Ou seja, não é porque algo começou com um pagão que não podemos usá-lo. Mesmo assim, cabe lembrar que estamos celebrando o nascimento de Cristo e isso, certamente, não tem nada de pagão.

O que nos leva a objeção: mas o problema é o dia 25 de dezembro. Quanto a data provavelmente bater com o dia da festa pagã Saturnália, sendo isso verdade ou não, vamos deixar de ser hipócritas, pois nossos jovens todo carnaval saem em acampamentos. Ou seja, fizemos exatamente o que os cristãos dos primeiros séculos fizeram: substituímos uma festividade pagã por uma festividade cristã. Outro exemplo seria o culto de virada de ano. E não achamos todos que é algo sadio e sábio tirar os cristãos da festividade do mundo lhes oferecendo uma festividade cristã?

Outra questão é a árvore de Natal e toda a decoração. Não há nada na Bíblia que lhe impeça. “Mas isso não é uma decoração pagã e idólatra? Hoje em dia, não, pois até hoje nunca vi ninguém chegar na casa de alguém, ver a árvore de Natal e perguntar: “você também idolatra essa árvore e adora os deuses nórdicos?” A questão é: por que você quer adicionar esses elementos? O que eles simbolizam para você? Lembre-se: nosso alvo é celebrar a Cristo – se isso atrapalha, remova.

(2) Influência mercadológica nos dias de hoje

Certamente a indústria e o comércio aproveitaram (e moldaram) a ocasião, mas eles não fizeram isso só com o Natal. Fizeram como o dia dos pais, das mães, das crianças e a lista continua. Isso torna a comemoração do dia das mães algo proibido para o cristão? Obviamente que não.

Apesar do consumismo ser errado, o outro extremo também o é. Não há nada intrinsecamente errado em presentar alguém no Natal, desde que isso não substitua o foco do precioso presente que o Pai nos deu. Aliás, pense sobre esta ótica: “eu gostaria de presenteá-lo com este pequena lembrança para recordá-lo do maravilhoso Presente que Deus nos deu”.

(3) Suposta violação do princípio regulador do culto.

Este argumento afirma que como a Bíblia não ordena a celebração do Natal, então não devemos/podemos celebrá-lo. John MacArthur atesta que Romanos 14 garante a liberdade cristã no assunto:

As Escrituras não ordenam especificamente que os crentes celebrem o Natal — não há “Dias Sagrados” prescritos que a igreja deva celebrar. De fato, o Natal não era observado como uma festividade até muito após o período bíblico. Não foi antes de meados do século V que o Natal recebeu algum reconhecimento oficial.

Nós cremos que o celebrar o Natal não é uma questão de certo ou errado, visto que Romanos 14:5-6 nos fornece a liberdade para decidir se observaremos ou não dias especiais:

Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus (Romanos 14: 5-6).

De acordo com esses versos, um cristão pode, legitimamente, separar qualquer dia — incluindo o Natal — como um dia para o Senhor. Cremos que o Natal proporciona aos crentes uma grande oportunidade para exaltar Jesus Cristo.

Nós vemos uma ilustração dessa liberdade inclusive no Antigo Testamento com a celebração do Purim, uma festa não ordenada por Deus que celebrava a libertação do podo judeu que se deu no livro de Ester, celebrada inclusive nos tempos de Cristo.

Na história da igreja, duas confissões atestam a liberdade cristã de celebrar o Natal:

A SEGUNDA CONFISSÃO HELVÉTICA

As festas de Cristo e dos santos. Ademais, se na liberdade cristã, as igrejas celebram de modo religioso a lembrança do nascimento do Senhor, a circuncisão, a paixão, a ressurreição e sua ascensão ao céu, bem como o envio do Espírito Santo sobre os discípulos, damos-lhes plena aprovação.

SÍNODO DE DORT

“Além do Domingo, as congregações também observarão o Natal, a Páscoa e o Pentecostes”.

LEIA MAIS SOBRE ISSO

Eu tenho que comemorar o Natal?

Não. Eu tenho a liberdade para comemorar o Natal? Sim. Aliás, você tem a oportunidade de redimir o conceito moderno secularizado do Natal, usando a oportunidade para testemunhar sobre Cristo.

Liberdade Cristã

Por fim, quero retomar o texto de Romanos 14:

Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes; quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu. Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster. Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. (Rm 14:1-7)

Aparentemente, havia um grupo de pessoas que se sentia constrangido a não comer carne e/ou guardar alguns dias por serem mais especiais e outro grupo que entendia que eles tinham a liberdade para comer carne ou não, guardar um dia ou não. De forma similar, hoje, há um grupo que se sente constrangido a não guardar um dia (Natal) e um grupo que afirma ter liberdade de celebrá-lo ou não.

Qual é a resposta de Paulo para o problema:

(1) Não julgue 

“Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.”

Se você entende que é errado comemorar o Natal, simplesmente não comemore. Contudo, no momento que você afirma que quem comemora o Natal é um idólatra você está cometendo um julgando proibido pela Bíblia.

(2) Não despreze

“quem come não despreze o que não come”

Se você afirma pomposamente sua liberdade para celebrar o Natal e despreza quem é, segundo você, “bitolado”, você está caindo no pecado do desprezo pelo próximo.

(3) Ambos fazem para o Senhor

“Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.”

Isso talvez seja o mais difícil de entender porque vai direto contra o nosso orgulho de afirmar “a minha forma é a forma correta de agradar a Deus”. Paulo afirma que em assuntos de liberdade cristã (no caso, alimentação e guarda de dias especiais), nosso alvo deve ser glorificar a Cristo. Tanto aqueles que celebram legitimamente o Natal, quanto aqueles que não, agem desta forma porque amam a Cristo e desejam honrá-lo. Você consegue entender isso? Entender que aqueles que celebram o Natal fazem isso porque amam a Cristo e não porque estão se desviando da fé?

(4) Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.

Paulo, ao afirmar que devemos amar o irmão com o qual discordamos, não diz que devemos ter aquele tipo de amor moderno que diz “tanto faz o que você crê”. Não! O que você crê é fundamental, pois o que não procede de fé é pecado (cf. Rm 14.23). Então, “nas coisas essenciais, unidade; nas não-essenciais, liberdade; em todas elas, amor” – o amor que busca a verdade.

Compilado de textos de Pastores John Piper, Mark Driskol, John Macathur e Vinicius Mulsseman também algumas edições e complementos introdutórios por Leo Ferreira.

Solus Christus

NUANCEAS SOBRE O RACISMO

Racismo: sim existe. Não é teoria da conspiração. Negar é um tanto ingênuo ou má fé. Este problema social e humano é bem mascarado dentro da nossa sociedade ocidental.  Historicamente, é evidente a sua presença, porém, quero ser advogado do diabo em uma questão pertinente, sutil e pouco percebida devido estar atrelada a um ato tão nojento e maligno: o ódio gerado ao próximo através da discriminação da sua cor de pele ou algo próximo a isso.
Nesta linha tênue de fatos da existência ou não do racismo se estabeleceu alguns movimentos que crescem atualmente o qual gosto de chamar de movimentos “Rêmoras” (Rêmora são aqueles peixinhos que se agarram ao corpo do tubarão por uma nadadeira dorsal transformada em uma espécie de ventosa). Assim, as rêmoras são transportadas pelo tubarão enquanto alimentam-se dos restos de sua alimentação. Eles se alimentam desses momentos para politizar a situação ou angariar dinheiro e recursos, e, assim criando uma divisão reducionista do pensamento, onde, ser contra ou a favor dos movimentos antirracismo me define, necessariamente, como contra ou a favor do mesmo.
A hegemonia totalitária imposta por esses movimentos rêmoras não dá espaço para pensar fora da caixa. Se eu pensar ou ser contrário a eles posso ser cancelado virtualmente ou passar pela destruição da reputação.
Tal fato retira a sensibilidade de se posicionar e ter uma opinião após verificar a situação envolvendo o fato. Uma expressão também típica que se enquadra nesse contexto é maria vai com as outras (termo que especifica uma pessoa muito influenciável, que acaba por se deixar convencer pelas opiniões e pelos comportamentos de outras pessoas, passando a dizer ou a se comportar da maneira como elas se comportariam, resumindo: pessoa sem opinião própria, que se deixa levar pelos outros.). Isso é corriqueiro em nossa sociedade e, cada vez mais, crescem os gurus, os “formadores de opinião” e os “influencers” onde seus seguidores abraçam suas ideais sem questionar e sem entender muitas vezes as mesmas.
Estas semelhanças dão o trampolim às rêmoras que ganham com as desgraças, demostrando uma falsa expressão de importância aos que sofrem racismo, o qual esses movimentos os chamam de minorias, seguindo a lógica de suas perspectivas e convicções, com reflexos leninistas de dividir para conquistar através de um espírito revolucionário onde o fim é consequência da massa de manobra do meio.
Já deu para identificar a base ideológica que está alinhada a esses movimentos o qual quero enfatizar minha critica. É fato que muitas vezes tais rêmoras são financiadas ou financiadores que usam a abominação do racismo para fazer subliminarmente a defesa de sua ideologia e para ganhar algo em troca, pois, o mercado ideológico dá lucro e endeusa figuras. Podemos também ver doações milionárias e ações que institucionaliza e saem do foco da mudança teórica. Quem busca o dinheiro dentro deste cenário e não o que realmente importa é quase igual aos racistas. São pessoas que usam do mal para seu bel prazer. Não obstante, não desejo generalizar, pois creio que generalização é burrice praticável pelos tolos às pessoas boas em meio a esse tenebroso apanhar de informações. Há corações bons com boas intenções, mesmo que participem e sejam usados pelos cabeças. Há idiotas uteis de bom coração.
Bem, a liberdade é para gregos e troianos e, entrando na liberdade do pensar, há também liberdade para isto. Como posso ser 6nsar. Cada um escolhe o seu e cada um deve ser livre para isto, mesmo que poucos, pois, como na critica citada em todo o texto, que na sociedade atual preferem ser seguidores das rêmoras ao seguirem um caminho de mente aberta aos questionamentos, debates e soluções racionais, ou, ao menos próximo disto, através do diálogo maduro e saudável, saindo da bolha dos conflitos das figuras mais extremas e suas militâncias emburrecidas acostumadas a serem alimentadas pela mastigação dos seus pensadores. Desta forma, o ato de se posicionar e ter uma opinião própria é muitas vezes rotulada e julgados pelos que são contrários ou anti sua opinião como ser seguidor de um dos polos.
O psicólogo Jordan Peterson cita bem isso na frase “A liberdade de expressão é suprema e está acima do “direito” de alguém de não se sentir ofendido. Com efeito, não há o “direito de não ser ofendido” simplesmente porque isso, caso realmente fosse impingido, levaria à extinção do próprio pensamento: o ser humano, por ser capaz de pensar, sempre poderá soar ofensivo a alguém. Querer proibir a expressão do pensamento significa proibir o próprio ato de pensar.” É bem complexo. O fato é que temas com dilemas éticos estão longe de terem respostas objetivas por serem questões subjetivas e muitas vezes faz-se necessário deixar a emocional a parte e pegar nas mãos da razão como ponto de partida. O tema racismo deve ser tratado e não mascarado, ele é real. Se realmente buscamos seu fim, embora considere utopia, pois o mundo sempre terá pessoas más, pelo menos sua diminuição categórica é possível, lembrando que se buscamos a tão sonhada liberdade de expressão, até temos que concordar que o ser desprezível do racista tem que ter sua liberdade de ser racista, arcando com as consequências morais e jurídicas de sua escolha, porém, é a liberdade de se expressar. “Posso não concordar com as bobagens que você diz, mas respeito sua liberdade de se expressar”, já dizia eu mesmo…
Sobre racismo o termo é: o conjunto de teorias e crenças que estabelecem uma hierarquia entre as raças, entre as etnias. Desde já, afirmo que não concordo com a definição desse termo pois, na minha opinião, baseada no criacionismo, somos uma só raça. A ideia de um revisionismo científico nesse caso cairia bem, pois, é o pressuposto para definir que sendo uma só raça e tendo apenas diferenças étnicas a diminuição da divisão em raças seria um revés nesse tema, uma virada que teria uma solução benéfica progressiva. Todavia, como falei anteriormente, a luta revolucionária contra o racismo institucional e estrutural não é o melhor caminho pois tem efeito bumerangue e trás consequências ruins contra os próprios desfavorecidos. Sua questão que deve ser isenta de ideologias e cuidado para quê, com a razão, sirva para o bem maior e longe de achar que será resolvida da noite para o dia, longe de se resolver com olho por olho e dente por dente e com a compreensão que existe o desserviço dos movimentos Rêmoras que passam uma falsa impressão de ajuda como citei em parágrafos acima, mas em nada acrescentam. O caminho é uma educação atrelada a uma cultura de berço estruturada numa sociedade respeitosa e tolerante com os diferentes e pelos menos aceitável aos extremos, mesmo que mais lunáticos que podem ser e que não passem do limite das questões humanas, porque aí já é mais pano pra manga de artigos futuros.
Para concluir, não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus. Gálatas 3:28, Apostolo Paulo em um de várias bases bíblicas trás à tona a visão da igualdade entre todos diante da misericórdia e do amor de Deus em seu mais sublime milagre, o da salvação dos pecadores, continuando nessa linda de pensamento como um jovem Cristão que tem uma visão sociocultural conservadora e que tem a noção que vivemos uma sociedade liquida e imediatista. De antemão vale pontuar que é uma virtude agir depois de pensar nos nossos dias; é para poucos também, deixando ciente que não se trata de prepotência intelectual, mas um fato, por isso ler esse texto imune da herança cultural imposta tem gosto azedo, mas como devemos ser contundentes e donos das nossas convicções, o que deixamos na vida de legado são as consequências de nossos atos, por isso, segue o jogo.

Explicação do nome de DEUS: Jogue no lixo as teorias dos hipócritas!

Por que muitos tradutores bíblicos substituíram o nome de DEUS, representado pelo tetragrama YHWH nas Escrituras hebraicas antigas, pelo título SENHOR?
As “testemunhas de Jeová” estão certas ao afirmarem que tais tradutores atuais e antigos tem a intenção de esconder o nome do Eterno das pessoas?
Os judaizantes de nossa atualidade estão certos em dizer que os nomes bíblicos que lemos foram blasfemados?
A Bíblia foi traduzida unicamente por padres católicos desviados da sã doutrina?
Como pronunciar o nome de DEUS que aparece nas Escrituras hebraicas antigas representado pelo tretragrama, à saber, YHWH?
Isso tudo faz diferença hoje em alguma coisa e no estudo da Bíblia?
É mesmo errado usar a letra ” J ” em vez do ” Y ” para o nome de DEUS e o nome de Jesus?

Antigamente houveram algumas tentativas de misturar a religião judaica do antigo pacto com a vida cristã do novo pacto. Mas isso anularia a nossa libertação pela graça de Cristo, e o Espírito de DEUS não quis assim (At 15:1-12).

O apóstolo Paulo combateu tais situações em toda carta aos Gálatas, por exemplo (5:1-4), a carta aos hebreus da mesma forma (5:11-126:1-3). E hoje em dia, dessa vez, a questão tem sido com o nome de DEUS e o nome “Jesus”, os quais certos judaizantes estão alegando serem nomes bíblicos blasfemados. Será mesmo?

Qual é exatamente o nome de DEUS? É YAHU, YEHOVAH, YAHWEH ou JEOVÁ? Como devemos chamá-lo?

Ao longo dos séculos, e quem sabe ainda mais hoje em dia com o surgimento de certos pensadores e religiosos judaizantes, este tema vem sendo muito debatido, com opiniões diferentes, algumas radicais e extremistas, outras mais edificantes e/ou toleráveis.

Existem muitas pessoas críticas ao extremo com relação a qual seria a verdadeira pronúncia do nome de DEUS, são muitos “donos da verdade” surgindo em nossa atualidade, assim como no passado também tinha.

Uma dica importante é que podemos olhar para os nomes de personagens bíblicos, que tem as iniciais do nome de DEUS seguidos de algum sufixo com outro significado, ou vice-versa (mais à frente mostrarei vários nomes no original hebraico como exemplos).

À medida que o povo de DEUS ia atravessando por experiências em sua própria vida, nomeavam pessoas e lugares com um trecho do nome de DEUS seguido de um sufixo com outro significado, e vice-versa.

Podemos ver estes nomes para nos aproximarmos da pronúncia do nome de DEUS, o tetragrama יהוה , que está escrito com as quatro letras consoantes hebraicas “yod”, “he”, “waw”, “he” (a transliteração direta mais comum deste tetragrama é YHWH, mas algumas vezes é usado YHVH, JHWH e JHVH. Mais explicações serão dadas ao longo do estudo, continue lendo).

tetragrama do nome de Deus em hebraico e transliterado YHWH - pronúncia yehovah ou yahweh
יהוה‬, Tetragrama Sagrado [em Letras Hebraicas י (yod) ה (heh) ו (vav) ה (heh)], em hebraico lido da direita para a esquerda, em transliteração latina é mais usado YHWH.

O próprio Abraão, em Gênesis 22:14, dá um nome simbólico ao Monte Moriá onde ele iria sacrificar seu filho Isaque, incluindo o nome de DEUS nele, que conhecemos em português como “Jeová-Jiré” (hebraico Yhvh Yireh).

O nome Joquebede, por exemplo (a mãe de Moisés – Nm 26:59), tem uma forma abreviada do nome de Deus em si [Jo-].

O nome de Joquebede no hebraico é “Yokebed“, e é construído com uma forma contraída do Nome de DEUS que começa com a letra hebraica “Yod” (transliterada em grego pela letra “iota”, o “i” do português, e posteriormente nas línguas latinas pelo “J”).

Este trecho do nome de DEUS no nome de Joquebede está em junção com a palavra hebraica “kabed”, que significa “ser pesado, ser importante, estar aflito, ser duro, ser rico, ser digno, ser glorioso, ser incômodo, ser honrado”, cada qual significado dependendo do contexto em que está inserido ou da gramática da língua.

Sendo assim, Joquebede (Yokebed) significa “Yhvh é glória”.

Quero ainda compartilhar uma curiosidade com vocês:

Por que fica sem sentido substituir o nome próprio de DEUS por “SENHOR” em (pelo menos) algumas passagens da Bíblia?

Por que é sem sentido substituir o Nome de DEUS por SENHOR em algumas passagens bíblicas

significado do nome de DEUS só veio ser melhor compreendido e apreciado quando revelado à Moisés (ele já tinha 80 anos – Êx 7:7), na ocasião em que foi enviado por DEUS para libertar o povo da escravidão no Egito.

E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU, e ele disse: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. (Êxodo 3:14 KJF)

À partir da maneira poderosa como DEUS tirou os israelitas do Egito então o Seu Nome veio a ser largamente difundido entre os israelitas (e por outras nações), durante e depois do êxodo (o nome de Deus grafado com as quatro consoantes hebraicas, lembrando, יהוה (YHWH ou YHVH) aparece cerca de 6.828 vezes no Antigo Testamento nas Escrituras hebraicas, e nenhuma vez nos manuscritos gregos do Novo Testamento que sobreviveram até nós hoje).

Em cerca de 1446 a.C. (data do êxodo) o povo hebreu estava peregrinando no Egito e sendo escravizado pelo Faraó.

escravo do pecado, peso, soldado

Quando olhamos para todo o contexto das outras nações em volta, inclusive do Egito, notamos que cada uma delas tinham suas crenças em diferentes deuses.

Os próprios egípcios acreditavam em várias divindades, cada um com uma história mitológica diferente, e todos eles tinham um nome próprio.

O fato dos hebreus ficarem escravos no Egito, sendo subjugados por essa nação durante muitos anos, colaborou, no final das contas, para que o nome do DEUS de Abraão, Isaque e Jacó se tornasse conhecido em toda a terra, depois de Ele ter derrotado as “divindades” do Egito com todas as pragas que lançou contra o país, e posteriormente também concedendo vitória aos hebreus em combate contra outras nações com as conquistas de Josué, o que desconstruiu a crença nas divindades, mostrando que só o DEUS de Israel, o EU SOU, é o único e verdadeiro DEUS existente, todos os outros eram mitos e histórias inventadas pela imaginação humana (instigada por satanás).

(Mas mesmo assim, tempos depois, muitas nações ainda mantiveram suas crenças; entretanto, EU SOU sempre garantiria a vitória de Seu povo sobre elas (se em batalha) mediante a obediência dele aos Seus mandamentos e ao Seu pacto, o que infelizmente deixou de acontecer gradativamente até ao ponto da nação ser destruída junto do templo de seu Deus por uma e outras nações pagãs – 2 Cr 36.)

DEUS revelou seu Nome próprio a Moisés em um momento muito propício, pois o significado de Seu Nome é “aquele que existe”.

A frase hebraica que DEUS diz a Moisés em Êxodo 3:14 está na primeira pessoa do singular, a saber, ” ‘ehyeh ‘asher ‘ehyeh, (“EU SOU O QUE SOU“). Por isso Seu nome está interligado ao verbo “ser/existir/tornar-se”, que no hebraico é hayah.

Já no versículo 15 Ele fala Seu nome próprio, que também tem raiz no verbo “ser”, confira:

Mais disse Deus ainda a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Jeová, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, enviou-me a vós.
É este o meu nome para sempre, e é este o meu memorial para todas as gerações. (Êxodo 3:15 Tradução Brasileira)

Veremos mais detalhes sobre o nome de DEUS mais à frente.

Podemos então claramente entender que DEUS diz isso em contraste aos demais “deuses” pagãos, que não existem!

Com tal frase e Nome então, e com a derrota dos deuses das outras nações pelas mãos de seus servos, EU SOU estava praticamente dizendo “EU existo, os outros deuses não!” (Is 45:5).

Deus de Israel x deuses egípcios, as 10 pragas

Justamente por isso, no primeiro contato, ao ser questionado por Moisés sobre como se apresentaria ao povo hebreu para libertá-lo, DEUS responde:

“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU, e ele disse: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” (Êxodo 3:14).

Com tal apresentação o SENHOR já estava deixando bem claro para os hebreus que Ele é o único Deus verdadeiro e existente, pois os hebreus já estavam acostumados a ouvir falar dos deuses do Egito, e viam como os egípcios acreditavam neles e os adoravam. Mas agora os hebreus provariam que todos eram falsos, e não há nenhum outro Deus além do EU SOU, o Deus de seus antepassados.

Por isso, em algumas traduções da Bíblia, fica sem sentido substituir o nome de Deus por “SENHOR” (Adonai), pois há todo um significado no Nome dEle, que envolvia o contexto em que os hebreus viviam. Entendeu?

Em Êxodo 9:16 DEUS ainda afirma um mistério (falando a respeito do Faraó):

“E na verdade é por esta causa que eu te levantei, para mostrar o meu poder em ti, e para que o meu nome seja declarado em toda a terra.”

E incríveis 40 anos depois o nome do EU SOU realmente estava sendo temido e declarado em outras nações da terra (confira Josué 2:8-11).

Da mesma forma, quando DEUS diz a Moisés em Êxodo 33:19“Farei toda a minha bondade passar diante de ti, e proclamarei o nome do SENHOR diante de ti.”, fica sem sentido, neste texto pelo menos, trocar o nome próprio de DEUS por “SENHOR” (no hebraico “Adonai”), pois como percebemos, há um magnífico significado do Nome, que envolve um amplo contexto histórico.

Tendo-se então compreendido tudo isso, como devemos chamar ao nosso DEUS e Pai hoje? O correto é “Jeová”, “Javé”, “Yehovah”, “Yahweh”, “YHWH”, “EU SOU”, “SENHOR” ou o que?

É muito difícil (pra não dizer praticamente impossível) chegar à pronúncia exata do nome de DEUS contido nas Sagradas Escrituras hebraicas antigas.

Muitos estudiosos ao longo dos séculos já empreenderam isso, mas ainda não há um consenso geral, e no momento eu não sou um especialista na língua hebraica para fazer uma afirmação totalmente concreta, mas com algumas pesquisas bem direcionadas qualquer estudante atencioso da Bíblia consegue chegar a um entendimento maduro.

O nome de DEUS, como vimos antes, tem em si o verbo hebraico “ser” (hayah / havah), sendo que o próprio DEUS o conjugou para Moisés na primeira pessoa do singular, quando falou com ele no monte Horebe, dizendo assim (em hebraico) ‘ehyeh ‘asher ‘ehyeh = EU SOU O QUE SOU (Êx 3:14).

Os trechos que estão em destaque negrito acima, nas duas vezes em que o verbo aparece na frase hebraica, aparece também em conjunção em diversos nomes hebreus do antigo testamento.

Isto nos indica diretamente que tal trecho faz parte do nome e da pronúncia do nome divino.

Vejamos alguns exemplos de nomes hebraicos abaixo que possuem um trecho do nome de Deus em si:

(Repare que todos os nomes são de personagens nascidos depois do tempo de Moisés, quando o nome de DEUS era amplamente conhecido)

  • Yehu= Yeh+hu (ele,ela).
    • Significado do nome: “Yehovah é Ele”.
    • Correspondente em português: “Jeú” (1 Rs 16:1).
  • Yehoachaz= Yeho+achaz (agarrar, segurar com firmeza, pegar, tomar posse).
    • Significado do nome: “Yehovah tomou”.
    • Correspondente em português: “Jeoacaz” (2 Rs 10:35).
  • Yehoash = Yeho+esh (um fogo).
    • Significado do nome: “Yehovah é forte” [à semelhança do fogo].
    • Correspondente em português: “Joás” (Jz 8:13). Obs.: Neste caso aproveitou-se apenas as letras “Y” e “O” do trecho “Yeho” para formar o nome em português, ou “aportuguesado”.
      A substituição do “Y” pelo “J” será estudada mais adiante, continue lendo.
  • Yehozabad = Yeho+zabad (dar, conceder, dotar com, conceder sobre).
    • Significado do nome: “Yehovah deu/dotou/concedeu”.
    • Correspondente em português: “Jozabade” (Ne 11:16).
  • Yehochanan = Yeho+chanan (ser gracioso, mostrar favor, ser misericordioso, buscar favor, implorar favor, suplicar, dentre outros).
    • Significado do nome: “Yehovah tem sido/foi gracioso”.
    • Correspondente em português: “Joanã” (1 Cron. 3:15)
  • Yehoyada = Yeho+yada (conhecer).
    • Significado do nome: “Yehovah conhece/sabe”.
    • Correspondente em português: “Joiada” (2 Sm 23:22).
  • Yehoyakin = Yeho+kun (ser firme, ser estável, ser estabelecido, dentre outros).
    • Significado do nome: “Yehovah estabelece”.
    • Correspondente em português: “Joaquim” (2 Rs 24:8).
  • Yehoyaqim = Yeho+qum (levantar, erguer, permanecer de pé, dentre outros).
    • Significado do nome: “Yehovah ergue/levanta”.
    • Correspondente em português: “Jeoaquim” (2 Rs 23:36).

Existem muitos outros nomes como Yehoyarib (Jeoiaribe), Yehukal (Jucal), Yehonadab (Jonadabe), Yehonathan (natas, em inglês Jonathan), etc., os quais passaram pelo mesmo processo de adaptarem-se à língua portuguesa (assim como em outros idiomas).

Todos estes nomes citados acima são formados com um trecho do nome divino (que eu deixei em negrito em todos os casos) seguidos de um sufixo.

O hebraísta Wilhelm Gesenius, no Dicionário Hebraico e Caldaico das Escrituras do Velho Testamento (em alemão), afirma:

“Os que acham que יהוה [Ye-ho-wah] era a pronúncia real [do nome de Deus] não estão totalmente sem base para defender sua opinião.
Assim se podem explicar mais satisfatoriamente as sílabas abreviadas והי [Ye-ho] e יו [Yo], com que começam muitos nomes próprios [hebraicos].”

Muitos estudiosos da língua hebraica afirmam ainda que o tetragrama YHWH é a junção de 3 frases hebraicas, à saber: “Yeh”, que seria uma abreviação de “Yi’hiyeh,” (Ele será), “Ho” que corresponde a “Hoveh” (Ele é), e “vah”, que corresponde a “Havah,” (Ele era). “Havah” é uma forma arcaica do verbo “Hayah”, que veremos mais abaixo.

Logo, a ideia é, lendo de trás para frente, ou seja, da direita para a esquerda (como se lê no hebraico): “Aquele que era, que é e que vem/será”.

Analisando por este lado, essa ideia se encaixa nas palavras do próprio Cristo reveladas a João, quando disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.” (Ap 1:8; leia versículos 9-19 para comprovar pelo contexto que era Cristo falando. Nos versículos 11 e 17 Jesus declara ser o primeiro e o último, as mesmas palavras do versículo 8, e no 18 ele confirma claramente que é o Cristo, comprovando que Ele e o Pai são um, como já dito em João 10:30-36).

Muitos tradutores também consideram que “Yahweh” (pronuncia-se iavé) é a forma correta da pronunciar o tetragrama hebraico YHWH.

Quando DEUS fala com Moisés em Êxodo 3:14, Ele usa a 1ª pessoa do singular, ou seja, “eu”, de acordo com o que foi traduzido EU SOU me enviou a vós”.

Mas no versículo 15 (é o que se deduz) DEUS comunica a Moisés na 3ª pessoa do singular, ou seja, “ele”, em vez de na 1ª.

Deste modo, o tetragrama seria uma forma composta do verbo “ser”, ou seja, é o verbo “ser” conjugado em dois tempos diferentes do hebraico, que seriam “haYAH” = ele ERA + “hoVEH” = ele É, originando então o nome YAHVEH.

Resumindo: No versículo 14 DEUS usa a primeira pessoa do singular do verbo “ser” para o seu Nome (Eu Sou), mas no versículo 15, Ele usa a 3ª pessoa no mesmo tempo, modo e voz (Ele é).

No final do versículo 15 Ele ainda diz: “É este o meu nome para sempre, e é este o meu memorial para todas as gerações.”

Essa pronúncia (Iavé) concorda com relatos de alguns pais da igreja…

Por exemplo, o bispo Clemente de Alexandria (do III séc. d.C.), afirmou que o Nome era pronunciado Υαυε (YAUE), e Teodoreto de Chipre do IV séc. d.C, escreveu que os samaritanos o pronunciavam Υαβε (YABE = IAVÉ).

A pronúncia era assim (iabe) porque no grego não contém nenhuma letra que corresponda diretamente ao “v” do nosso idioma (por exemplo). Portanto as letras gregas substitutas mais aproximadas para a letra “v” são “υ” (upsilon) ou “β” (beta).

O nome “Davi”, por exemplo, nos manuscritos gregos é escrito Δαυιδ (DAUID) ou Δαβιδ (DABID).

Veja o nome de Davi na palavra que deixei em negrito no texto de Romanos 1:3 abaixo:

” περι του υιου αυτου του γενομενου εκ σπερματος δαβιδ κατα σαρκα ” – (Textus receptus)

Se você estiver curioso, segue o texto traduzido: “acerca de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor, que foi feito da semente de Davi, segundo a carne,” (Bíblia King James Fiel)

(Com informações do artigo sobre o tetragrama, escrito pelo Luís Antônio Lima dos Remédios – o Cacerege).

Considerando que a pronúncia do Nome seja então “Yahweh” (ou Yahveh), se encaixaria melhor com o nome divino que aparece em algumas passagens da Escrituras, inclusiva no Novo Testamento, que é “Yah”.

Veja (em paralelo que coloquei) Êxodo 15:2Salmo 68:4Isaías 12:226:4.

No Novo Testamento este nome (Yah) aparece em uma palavra composta que você certamente já conhece, que é “ALELUIA” (do hebraico הללו־יה = HALeLU-YAH = “Louvai a Yah”, “Louvai ao Senhor”).

“Aleluia” é composta por duas palavras hebraicas: “halal” (ser louvado, ser considerado louvável, ser elogiado, ser digno de louvor, dentre outros significados) + “Yah” (o nome de DEUS).

O dicionário Strong afirma que “Yah“, é uma forma contraída/reduzida de “Yehovah”, e é usado em muitas combinações de nomes no hebraico. Exemplos:

  • Elias“: em hebraico “Eliyyah“, ou forma alongada “Eliyahu”, que é a junção das palavras “el” + “Yah”, e significa “meu Deus é Yahweh” ou “Yah é Deus”.
  • Jeremias“: em hebraico “Yirmeyah” ou “Yirmeyahu”, que é a junção das palavras hebraicas “remiyyah” + “Yah”, e significa “a quem Yahweh (ou Yah) designou”.

Nota: Todas as explicações sobre os nomes acima são extraídas do dicionário bíblico de Strongs. Você pode ver tudo em biblehub.com/hebrew/

Muitos judaizantes de nossa atualidade tem afirmado que o nome “Jeová” (com J) é uma invenção maligna da igreja católica romana, pois não existe a letra “J” no alfabeto hebraico.

E eles realmente estão certos! Não existe mesmo a letra “J” no alfabeto hebraico! Não existe também a letra A, nem B, nem C, nem D, E, F, G, H, I, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, nem V, nem W, X, Y e nem Z!

O ALFABETO HEBRAICO POSSUI OUTRAS LETRAS (CARACTERES)! Assim como o grego.

O que se faz no processo de tradução é uma correspondência da letra em um idioma que aproxime-se do outro.

Como você lê יהוה em português? De jeito nenhum, não é verdade?!

Se você não conhece o alfabeto hebraico, acredito que nem mesmo conseguiu pronunciar qualquer letra dessas que viu agora, estou certo?!

Logo, para que consigamos pronunciar o Nome de DEUS em nosso idioma (ou mesmo ler a Bíblia) é necessário que o escrevamos com as letras que usamos em nosso idioma, óbvio.

O português, assim como o espanhol, dentre outros idiomas, são provenientes do Latim, por isso quando é feita a tradução das Sagradas Escrituras para o nosso idioma os nomes bíblicos são vertidos/latinizados, ou seja, é criada uma “versão” ou “adaptação” do nome para nossa grafia e/ou regras gramaticais, para que também o entendamos e o pronunciemos melhor.

O nome “JESUS”, por exemplo, citado no texto de nossas bíblias em português refere-se ao o mesmo “YESHUA” citado na Bíblia Israelita ou na Peshitta, por exemplo. Basta ler o contexto e comprovar que a “denúncia” sobre nomes supostamente blasfemados que fazem é uma falácia!

Os judaizantes ainda defendem que a Bíblia foi traduzida por padres católicos e por isso os nomes bíblicos teriam sido adulterados para que fossem blasfemados, mas isso é uma falseta também!

Homens como John Wycliffe, William Tyndale, o próprio Lutero, dentre muitos outros, foram opositores do sistema religioso corrupto da igreja católica romana antiga, pois era contrário à sã doutrina de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e de Seus apóstolos!

Estes homens (dentre outros) deram “dor de cabeça” ao clero católico de seu tempo fazendo oposição ao seu sistema religioso desonesto! E cada um destes homens que descrevi acima também foram tradutores bíblicos que lutaram para levar o conhecimento bíblico para todas as pessoas.

Se você ainda está inseguro com a afirmação dos judaizantes de que Jesus é um Deus romano, que foi inventado por padres católicos juntamente com o imperador Constantino, jogue essa afirmação no lixo também!https://giphy.com/embed/QVP7DawXZitKYg3AX5

Os manuscritos GREGOS (e não latinos) da família 35, por exemplo, são de toda área do Mediterrâneo e foram preservados (também) pela igreja ortodoxa grega, que não tinha vínculo com o papado católico, de acordo com pesquisas do dr. Wilbur Norman Pickering.

E muitas de nossas traduções bíblicas são baseadas nestes manuscritos, dos quais muitos foram usados para construção do textus receptus, o texto grego do Novo Testamento das versões clássicas da Bíblia.

Os judaizantes insistem em afirmar que os nomes bíblicos foram blasfemados baseando-se na profecia de Isaías 52:5, onde está escrito:

“Agora, portanto, o que tenho eu aqui, diz o SENHOR, para meu povo ser levado por nada? Aqueles que os governam os fazem gemer, diz o SENHOR, e meu nome continuamente, todo dia, é blasfemado.”

Eles tem afirmado que o nome de DEUS e do Messias está sendo blasfemado todos os dias porque nós estamos pronunciando nomes que foram (supostamente) adulterados com significados de blasfêmias.

Entretanto, basta ler o contexto dessa profecia de Isaías para saber que ele está falando do período em que os Israelitas passariam no cativeiro babilônico (586 – 539 a.C.), e neste período os próprios Israelitas blasfemavam do nome de DEUS, e com isso davam ocasião para os gentios blasfemarem também, tudo devido à derrota que eles sofreram da Babilônia, pois estavam culpando a DEUS por isso.

Eles afirmam ainda, com base no versículo 6 de Isaías 52, que o verdadeiro povo de Deus (que eles julgam ser eles) “sabem” o nome dEle e por isso não o chamariam de nomes “inventados” e “blasfemados” como “Jesus” ou “JEOVÁ”.

Mas a verdade é que neste texto DEUS está simplesmente dizendo que depois que o Seu povo passasse por aquele processo de disciplina espiritual na Babilônia eles reconheceriam que foi o próprio DEUS que os fez passar por isso a fim de purificá-los de suas idolatrias, e assim se renderiam a ELE, corrigindo-se. Diferente de alguns outros judeus que estavam ridicularizando o nome do Altíssimo diante dos pagãos, como se Ele fosse o culpado de estarem ali sofrendo.

Para comprovar isso, basta ler o profeta Ezequiel capítulo 36:16-24, que fala do mesmo episódio, para saber claramente que eram os próprios judeus que foram levados cativos para a Babilônia que blasfemavam.

O SENHOR havia levado-os ao cativeiro para discipliná-los devido seu pecado de idolatria (Ez 36:18-19), mas ao chegarem na Babilônia os próprios hebreus começaram a se queixar do seu Deus, afirmando (indiretamente) que Ele era fraco e por isso foram derrotados pelo rei da Babilônia (pois quando uma nação era vencida por outra, acreditava-se que a nação derrotada tinha um deus mais fraco que não pôde protegê-la), então o nome de Deus começou a ser blasfemado com má reputação entre as outras nações (Ez 36:20-21).https://giphy.com/embed/10H4by255F2UsU

Mediante tal atitude dos judeus cativos, que deveriam ter reconhecido seus pecados em vez de queixarem-se contra o SENHOR, Ele então promete glorificar Seu próprio Nome entre os babilônicos, onde os isralitas estavam cativos (por acaso Ele não fez isso por meio do profeta Daniel e de seus amigos?).

DEUS iria retirar o Seu povo deste cativeiro e trazê-lo de volta à sua terra, e com isso exaltar e santificar Seu próprio Nome dentre as nações, provando Seu poder (Ez 36:22-24).

Ademais, Paulo, o apóstolo de Cristo, repete as palavras da profecia de Isaías 52:5, fazendo uma crítica à má conduta dos líderes religiosos judeus de seu tempo, os doutores da Lei, que tanto ensinavam e cobravam obediência à Lei dos outros, sendo legalistas, mas eles mesmos eram hipócritas, pois não praticavam a própria Lei que pregavam (Rm 2:17-29; ver também Mt 23:1-33 e Gl 6:12-13).

Outro trecho utilizado para justificar as teorias infundadas de que só um certo grupo de religiosos “saberia” o verdadeiro nome de DEUS (e todos os demais estão usando nomes supostamente blasfemados pelos padres católicos que traduziram as bíblias) é Jeremias 16:19-21, que diz:

Ó Jeová, força minha e fortaleza minha, e meu refúgio no dia da angústia, a ti virão as nações desde as extremidades da terra, e dirão: Nossos pais herdaram tão somente mentiras, vaidades e coisas em que não há proveito.
Porventura fará um homem para si deuses, que contudo não são deuses?
Portanto eis que os farei conhecer, sim desta vez os farei conhecer a minha mão e o meu poder; e saberão que o meu nome é Jeová. (Tradução Brasileira)

Mas este trecho está afirmando que depois que DEUS exaltasse o Seu nome (a si mesmo) na Babilônia e dentre as outras nações, fazendo retornar o Seu povo do cativeiro, muitos gentios então se converteriam a Ele, pois veriam Seu poder e reconheceriam que os deuses de seus antepassados eram todos falsos, e somente o DEUS de Israel, cujo nome (vertido em português) é Jehovah (ou Jeová, como você já deve conhecer) é o verdadeiro e presente, que verdadeiramente se relaciona com o Seu povo.

Dito tudo isso, note claramente como é uma teoria infundada, uma interpretação tola e fora do contexto bíblico de homens que estão se dizendo entendidos e mestres, super-espirituais, donos da verdade.

Mas eles (infelizmente) tem se tornado perversos, dando ouvidos a tais falácias e a histórias mentirosas, pregando-as, e assim atormentando a mente de muitas pessoas.

A sabedoria de Deus, que vem do alto, não produz estes frutos! (Tg 3:13-17)

Logo, se por acaso você já ouviu e foi “atormentado” por estas falácias fanáticas, JOGUE TUDO NO LIXO e continue a dedicar a tua vida para Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, o Filho unigênito do Deus Altíssimo, JEHOVAH, meditante Seu Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5:5), o Espírito que nos ensina e nos guia em toda a verdade (Jesus), nos fazendo aprender e recordar das palavras de Cristo! (Jo 14:2616:13).

Veja, resumidamente, como aconteceu ao longo do tempo a transliteração do nome “Jesus”, por exemplo (e por conseguinte os demais nomes bíblicos):

Jesus ensinando seus discípulos no barco
Jesus pregando a Palavra no barco

A forma completa do nome “Jesus” no hebraico é “Yehoshua“, que à partir do cativeiro babilônico passou a ter a forma contraída “Yeshua” (mais usada no aramaico).

O que ocorre é a transliteração do termo, ou a evolução quando migra para outra língua.

Ou seja, o nome precisa adequar-se às regras gramaticais da língua para a qual está sendo traduzido, do contrário ficará sem sentido para o idioma de destino. Continue lendo e verifique.

substantivo “Jesus“, do ponto de vista puramente linguístico é uma tentativa de transliteração e adaptação linguística do nome “Yeshua”, citado acima.

Veja como se deu o desenvolvimento dessa adaptação linguística à medida que as Escrituras foram sendo traduzidas para outros idiomas:

  • Do hebraico/aramaico para o grego:
    • Yeshua -> Yesua (o grego não tem o fonema /sh/, portanto foi adotado o fonema /s/
    • Yesua -> Iesua (No grego a letra que corresponde ao “yod” (1ª letra hebraica do nome “Yehoshua” é o “iota”, que também seria o correspondente no grego para a letra “Y” com som de “i”)
    • Iesua -> Iesous (o sufixo ‘a’ no grego é feminino.
      Seria equivalente alguém dizer hoje a um brasileiro: “vamos seguir a Renata, o messias”. Uma situação irregular para o idioma destino. Seria motivo de piada.
      Portanto, o sufixo masculino no grego é ‘ous’, sendo que “ou” (letras gregas “omicron” e “upsilon”) juntos tem som de “u”, portanto a pronúncia é iesus)

Até aqui vimos como o nome hebraico foi transliterado para o grego. Agora vamos ver como o grego foi transliterado para o latim:

  • Iesous -> Iesus (no latim, o sufixo masculino é ‘us’ e não ‘ous’, pois no grego para fazer o som de “u” usa-se duas letras juntas que são “omicron” e “upsilon” (ο υ). Nos idiomas latinizados basta usar a letra “u” que temos).

Agora, vamos ver como do latim Iesus chegamos ao português:

  • Iesus -> Jesus (em algumas línguas latinas, a grafia da semi-vogal /y/ é feita através da letra ‘J’ – isso existe até hoje em algumas vertentes do espanhol. Não haveria alteração fonética neste caso, pois o “J” continuaria com som de “i” ou “y”).
  • Jesus -> Jesus (com a alteração fonética influenciada pelo fato de que muitas línguas latinas trazem na letra J o fonema /j/, o fonema sofreu alteração; sendo assim, pronuncia-se “gêsus”.
    A letra “J” em espanhol, por exemplo, pronuncia-se com um som parecido com da letra “r”. Sendo assim a pronúncia é parecida com “resus”.
    O nome “Juan” por exemplo é muito comum em espanhol e você até deve ter ouvido a sua pronúncia, que é “ruan”, estou certo?!
    Em inglês a letra “J” já tem um som mais aproximado da letra “d”, por isso a pronúncia se parece com “disus”).

Pronto! Está explicado de onde veio o nome “Jesus”, sem toda aquela teoria descabida e teologicamente deturpada de que os nomes foram blasfemados!

Veja ainda neste vídeo do professor Fábio Sabino a mesma explicação acima com alguns detalhes a mais, e note como trata-se de pura questão linguística, por isso TODAS AS TEORIAS DE NOMES BLASFEMADOS SÃO FALSAS!https://www.youtube.com/embed/tD6cYTsAdcM?feature=oembed

Como você vê, não se trata de traduções de nomes próprios (que não se traduzem), nem de inclusão de blasfêmias nos nomes, mas de adaptação linguística dos mesmos à gramática e/ou pronúncia do idioma destino para o qual a Bíblia está sendo traduzida, e isso não acontece só com os nomes bíblicos, como alegam os judaizantes.

Vejamos alguns poucos exemplos de nomes de cidades e países que conhecemos hoje que também passam por essa adaptação:

  • London -> Londres.
  • New York -> Nova Iorque.
  • England -> Inglaterra.
  • Germany -> Germânia.
  • Greek -> Grécia.
  • Japan -> Japão.

Outro exemplo bobo de um substantivo que você já conhece: “football” -> grafado em português como “futebol”. Veja que o nome foi simplesmente “aportuguesado”, ou seja, feita uma “versão em português” do nome.

O mesmo acontece com o nome “Michael”, que foi criada uma versão em português, que é “Maicon”, conforme a pronúncia do nome no inglês.

Nomes próprios também são substantivos que precisam se adequar às regras gramaticais de um idioma.

No português não é comum um substantivo terminar com dois “L”, como é o caso da palavra “Football“, por isso uma adaptação “aportuguesada” se faz necessária.

O mesmo acontece com os nomes bíblicos. e é assim em todos os outros idiomas.

Veja que em todos estes casos os nomes passaram por mudanças na grafia para se adequarem a outro idioma, mas não quer dizer que esteja se falando de outra coisa, entendeu?!

Estou dizendo que “football” é a mesma coisa que “futebol”, logo “Jesus” é a mesma pessoa que “Yehoshua” ou “Yeshua”.

Nomes próprios não se traduzem, no entanto se faz uma adaptação linguística para que este se encaixe melhor na grafia e na pronúncia de um idioma para o outro.

Logo, “Jesus” é o correspondente em português para o nome hebraico “Yehoshua/Yeshua”, e “Jeová/Jehovah” (eu prefiro este último por conter as letras correspondentes ao tetragrama) é o nome correspondente para o nome de DEUS, o tetragrama YHWH / YHVH, representado, como já dito antes, por quatro letras consoantes hebraicas, que são “yod”, “hei”, “vav”, “hei”.

Em especial na Idade Moderna e nos séculos anteriores isso era muito normal, e esse tempo da história não pode ser simplesmente ignorado!

Essas queixas e histórias sobre Roma não são todas reais, muitas são invenções loucas e infundadas. Óbvio, estratégia de satanás para tirar a palavra de Cristo do coração de quem está crendo nele (Mt 13:191 Tm 4:1).

Mas quando começou-se a usar a letra “J” nos nomes bíblicos?

O uso da letra “J” em lugar da letra hebraica “Yod” no nome de DEUS יהוה (YHWH -> Jehovah), ou na formação/grafia do nome “Jesus” (e por conseguinte de muitos outros nomes bíblicos) não tem nada de blasfêmia, mas é uma questão linguística, como vimos claramente acima.https://giphy.com/embed/3ohfFpNBmOrtbgAlXy“O nome dessa pessoa começa com a letra J?”

Entretanto, porque são soberbos, querem se achar os donos da verdade e amam proclamar que fizeram “descobertas macabras” (coisa que é inerente do ser humano), tais religiosos começam a criar um monte de teorias com base em histórias infundadas e bizarras, fazendo jus de que estão tendo zelo pelo verdadeiro nome de DEUS (seria um zelo igual ao do Israel dos tempos apostólicos? Rom. 10:1-4)

Explicação de como surgiu a letra J.

Durante a Idade Média, aproximadamente na época do Renascimento (séculos 14-16), as expressões passavam por muitas mudanças [nas línguas latinas]; começou então a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia entre o i vogal e o i consoante (estou fazendo meramente um relato histórico, ok?!), o qual passou a ser grafado “j“(um ” i ” com uma puxada para o lado esquerdo, como você vê).

Daí começaram a mudar a escrita de Iesus para Jesus, ou Ieremias para Jeremias em alguns idiomas provenientes do latim, e entre muitas outras mudanças gramaticais.

Por isso também dezenas de outros nomes bíblicos (que geralmente começam com a letra hebraica “yod”) começaram a ser escritos e pronunciados com a letra J (Jotão, Joiada, Jónatas, Josué, Joquebede, Jeroboão, José, Judas, João, etc.).

Isto trata-se do processo linguístico que se chama “verter” (criar versão) do nome de um idioma para o outro, basicamente uma versão adaptada à grafia e/ou pronúncia do idioma destino.

https://giphy.com/embed/RXAXaOCvFG0O4

Ademais, eu estive lendo a Bíblia Israelita (a usada pelos judaizantes, praticamente inimigos de outros idiomas) e percebi que o Yeshua dessa tradução bíblica é o mesmo Jesus das traduções comumente usadas no português (além do Nome ser o mesmo, ou parecido, em centenas de outros idiomas).

Eles só fizeram algumas adaptações (espúrios) em alguns versículos para que a Bíblia se encaixe em sua preferência religiosa. É uma espécie de cristianismo misturado com judaísmo (igual a tentativa de Atos 15).

O mesmo acontece com a Tradução do Novo Mundo, a Bíblia das “Testemunhas de Jeová”.

Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas - a Bíblia das "testemunhas de Jeová".
a Bíblia das “testemunhas de Jeová

As “Testemunhas de Jeová” costumam afirmar que todas as outras traduções da Bíblia substituíram o nome de Deus…

… (como visto, eles usam “JEOVÁ”) porque tanto os tradutores antigos (muitos eram padres ou ex-padres católicos, e sempre arrumam um jeito de jogar a culpa neles) como os contemporâneos, quiseram ocultar o Nome de Deus para que as pessoas não o conheçam, ou não sejam salvas.

De acordo com o discurso deles, Jesus tornou o nome de Deus conhecido (Jo 17:6,26), mas que nome, se as demais traduções da Bíblia substituíram o nome próprio de Deus pelo título “SENHOR”? Isso seria uma tentativa de esconder o Nome de DEUS das pessoas.

Todavia, tal argumentação é uma verdadeira falácia também, pois os próprios judeus que criaram o sistema de pontuação vocálica no texto massorético (bíblia hebraica), de onde muitas traduções do Antigo Testamento vieram, o criaram para que em lugar de pronunciar o tetragrama (nome de DEUS – YHWH) se pronuncia-se “ADONAI” (SENHOR).

Daí então que muitos tradutores bíblicos preferiram substituir o nome divino pela palavra “SENHOR” (pois não se sabe a pronúncia exata do Nome, mas apenas aproximadas ou inferidas).

tetragrama yhwh com sinalização vocálica massoreta para pronunciar adonai em vez do nome de Deus

Por que os judeus massoretas fizeram esse sistema de sinalização vocálica?

alfabeto hebraico só possuía 22 consoantes.

O sistema de sinalização vocálica, que você viu na imagem acima, sinaliza o som das vogais nas palavras hebraicas, ajudando na leitura, compreensão e pronúncia do texto.

Entendo isso, podemos considerar duas possibilidades:

  • Ou os judeus sabiam a pronúncia do nome divino, mas querendo conservar a antiga tradição de proibição da pronúncia do Nome por ser Sagrado (tradição da época pós exílio babilônico – cerca de 539 a.C.), acrescentaram os sinais no texto hebraico para sinalizar ao leitor que não pronunciasse o nome de DEUS durante a leitura, mas em vez disso dissesse “ADONAI” (SENHOR, MEU SENHOR, ou SOBERANO SENHOR).
  • Ou de fato a pronúncia exata do Nome (tetragrama) se perdeu no tempo, e por isso o sistema de sinalização vocálica indica que deve ser pronunciado “ADONAI”, já que não se sabe exatamente como pronunciar “YHWH”.

Os judeus (principalmente da antiguidade) também não pronunciavam o nome de DEUS porque eram extremamente conservadores do 3º mandamento, o que dizia para não falar o nome de DEUS em vão (Êx 20:7).

Sendo assim, por ser Santíssimo e devido à degradação moral e espiritual dos judeus principalmente pós exílio babilônico (séculos 4-5 a.C.), os líderes judeus proibiram a pronúncia do Nome para o público (gradativamente).

De modo similar, os judaizantes contemporâneos declaram de boca cheia sua loucura quando muitos deles afirmam que nós não podemos chamar DEUS (alguns o nomeiam “Yahu”) de “SENHOR”, porque eram os seguidores do deus Baal que o chamavam de “senhor”, mas DEUS é o Altíssimo.

Porém, isto é mais uma falácia, pois como vimos foram os próprios líderes judeus que proibiram a pronúncia do nome de DEUS e recomendaram pronunciar ADONAI.

Ademais, as Escrituras chamam o Altíssimo de Senhor sim, confira Gênesis 15:2,8Salmo 136:3130:3 (em traduções que trazem o Nome de DEUS em vez de SENHOR, como a Tradução Brasileira).

Aliás, em outra declaração infundada, até o nome “Deus” (tradução do grego “Theos“) eles dizem que significa “Zeus”. Outro infortúnio.

O grego koine, por exemplo, tem duas letras diferentes que correspondem à letra “o” do nosso idioma, que são “omicron” ( ο – Ο ) e o “omega” ( ω – Ω ) – mostradas em minúsculo e em maiúsculo respectivamente, entre parenteses.

Digamos que uma dessas letras começasse a corresponder a outra do nosso alfabeto (exemplo: “omicron” passa a corresponder [o som de] “h”, e “omega” continua correspondendo “o”). Todos os nomes teriam que ser “atualizados” também. É o caso da “nova letra i”, o J.

Vale ainda lembrar que a letra J tem outra fonética em outros idiomas.

Em espanhol, por exemplo, ganha som de “R”, como o nome “Juan” que pronunciasse “ruan”, como vimos mais acima.

Em outros idiomas ele tem um som mais próximo do “i” ou “y”, em vez de “gê” ou “já”, como em português.

Em fim, cada idioma tem sua regra gramatical e fonética que vai influenciar na grafia e pronúncia dos nomes (e de praticamente todas as outras palavras traduzidas).

Como verificamos, as variações são linguísticas e em nada altera a santidade do nosso Senhor Jesus Cristo.

Embora hajam adaptações linguísticas do nome para o idioma a ser traduzido, o texto refere-se à mesma pessoa em todas as bíblias, falam do mesmo DEUS, do mesmo Senhor e do mesmo Espírito de DEUS.

Afinal de contas, que diferença faria chamar o Espírito Santo de Ruach do Santo (Bíblia Israelita – “Ruach”, do hebraico, significa espírito, fôlego), ou colocá-lo em letras minúsculas, como na Bíblia das “Testemunhas de Jeová”? Isso não muda de quem se está falando no texto.

Por isso não há necessidade de debates teológicos escandalosos e “macabros” sobre esta questão, mas tem gente que pensa ser mais teólogo (e santo) que outros, só porque conhece algumas expressões hebraicas, como “Yeshua Hammaschiach”.

Eu vi nas visões noturnas, e eis que um semelhante ao Filho de homem veio com as nuvens do céu, e veio até o Ancião de dias, e trouxeram-no diante dele.

E foi-lhe dado domínio, e glória e um reino, para que todo povo, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, o qual não passará, e o seu reino, o que não será destruído. (Daniel 7:13-14 KJF)

Não há problema nenhum em usar as pronúncias [aproximadas] do Tetragrama/Nome de DEUS que conhecemos, pois fazem referência ao único DEUS verdadeiro, o Pai de nosso Senhor e nosso, mas considere também o seguinte:

Embora o Nome יהוה (YHWH), no hebraico da Velha Aliança, seja o maior Nome já revelado aos antigos, aparecendo cerca de 6.828 vezes no AT, no texto Massorético (Bíblia hebraica), este não aparece nenhuma vez nos livros do Novo Testamento bíblico, pois não constava em nenhum manuscrito grego de onde nossas bíblias foram traduzidas.

Entretanto, na Nova Aliança, o maior nome já revelado em todos os tempos é o Nome de JESUS, (Fp 2:9-11) que corresponde ao Tetragrama hebraico ישוע (YESHUA).

Obs.: Lembre-se que todo o Novo Testamento foi escrito em grego, e não hebraico.

O nome de Jesus aparece 606 vezes só nos evangelhos, 67 vezes em Atos, 258 vezes nas cartas apostólicas e 12 vezes em Apocalipse, totalizando 943.

Tudo que fazemos deve ser no Nome de Jesus, pois nele:

  1. Expulsa-se demônios (Mc 16:17Lc 9:49-5010:17At 16:18);
  2. Cura-se enfermos (At 3:6-8Tg 5:14-16);
  3. As nações tem esperança/confiam (Mt 12:21At 9:15);
  4. Deve-se pregar o arrependimento (Lc 24:47);
  5. Quem crê no nome de Jesus (e segue-o) recebe o poder se ser filho de Deus (Jo 1:121 Jo 3:1);
  6. No nome dele devemos orar (Jo 14:13-1415:1616:23-27);
  7. Quem crê em Seu nome tem vida [eterna] (Jo 20:311 Jo 5:13);
  8. Em seu nome somos salvos (At 4:10-12);
  9. No nome de Jesus nós recebemos o perdão/remissão dos nossos pecados (Jo 3:18At 10:431 Jo 2:12);
  10. Em Seu nome somos lavados, santificados e justificados (1 Co 6:11);
  11. Pelo Seu nome nos reconciliamos com o Pai (2 Co 5:20);
  12. e muito mais.

O nome dele é YeHoVaH/JeHoVaH Salvador (hebraico יְהוֹשׁוּעַ – Yehoshua)

Jesus é Deus que se fez ser humano (Jo 1:1, 14), é o Filho unigênito de DEUS que O revela à humanidade (Jo 1:185:18), é a imagem visível do Deus invisível (Cl 1:15), é a expressão exata do ser do Pai (Heb 1:3), “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2:9); Ele é o princípio de todas as coisas e o fim delas (Ap 1:8-19), o próprio Criador (Cl 1:16), etc.

Disse-lhes Jesus: Na verdade, na verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, eu sou. (Jo 8:58)


Com informações do artigo sobre a origem do nome Jesus do blog A maravilhosa Esperança.
Para mais informações históricas sobre a letra J veja o artigo “a origem da letra J“, do blog “testemunhas de yahoshua refutados”.
Veja ainda a origem da letra J no dicionário online de português ou no Wikipedia, e note como que a história de que ela foi inventada para blasfemar dos nomes bíblicos é uma falácia infundada (Reflita em Tito 1:10-16 – principalmente do 14-16).
Com auxílio de notas explicativas da Bíblia King James Fiel com estudo Holman sobre “Yahweh” (Êx 3:15) e ” ‘ehyeh ‘asher ‘ehyeh “ – “EU SOU O QUE SOU” (Êx 3:14).

Explicação do nome de DEUS: Jogue no lixo as teorias dos hipócritas!

Por que muitos tradutores bíblicos substituíram o nome de DEUS, representado pelo tetragrama YHWH nas Escrituras hebraicas antigas, pelo título SENHOR?
As “testemunhas de Jeová” estão certas ao afirmarem que tais tradutores atuais e antigos tem a intenção de esconder o nome do Eterno das pessoas?
Os judaizantes de nossa atualidade estão certos em dizer que os nomes bíblicos que lemos foram blasfemados?
A Bíblia foi traduzida unicamente por padres católicos desviados da sã doutrina?
Como pronunciar o nome de DEUS que aparece nas Escrituras hebraicas antigas representado pelo tretragrama, à saber, YHWH?
Isso tudo faz diferença hoje em alguma coisa e no estudo da Bíblia?
É mesmo errado usar a letra ” J ” em vez do ” Y ” para o nome de DEUS e o nome de Jesus?

Antigamente houveram algumas tentativas de misturar a religião judaica do antigo pacto com a vida cristã do novo pacto. Mas isso anularia a nossa libertação pela graça de Cristo, e o Espírito de DEUS não quis assim (At 15:1-12).

O apóstolo Paulo combateu tais situações em toda carta aos Gálatas, por exemplo (5:1-4), a carta aos hebreus da mesma forma (5:11-126:1-3). E hoje em dia, dessa vez, a questão tem sido com o nome de DEUS e o nome “Jesus”, os quais certos judaizantes estão alegando serem nomes bíblicos blasfemados. Será mesmo?

Qual é exatamente o nome de DEUS? É YAHU, YEHOVAH, YAHWEH ou JEOVÁ? Como devemos chamá-lo?

Ao longo dos séculos, e quem sabe ainda mais hoje em dia com o surgimento de certos pensadores e religiosos judaizantes, este tema vem sendo muito debatido, com opiniões diferentes, algumas radicais e extremistas, outras mais edificantes e/ou toleráveis.

Existem muitas pessoas críticas ao extremo com relação a qual seria a verdadeira pronúncia do nome de DEUS, são muitos “donos da verdade” surgindo em nossa atualidade, assim como no passado também tinha.

Uma dica importante é que podemos olhar para os nomes de personagens bíblicos, que tem as iniciais do nome de DEUS seguidos de algum sufixo com outro significado, ou vice-versa (mais à frente mostrarei vários nomes no original hebraico como exemplos).

À medida que o povo de DEUS ia atravessando por experiências em sua própria vida, nomeavam pessoas e lugares com um trecho do nome de DEUS seguido de um sufixo com outro significado, e vice-versa.

Podemos ver estes nomes para nos aproximarmos da pronúncia do nome de DEUS, o tetragrama יהוה , que está escrito com as quatro letras consoantes hebraicas “yod”, “he”, “waw”, “he” (a transliteração direta mais comum deste tetragrama é YHWH, mas algumas vezes é usado YHVH, JHWH e JHVH. Mais explicações serão dadas ao longo do estudo, continue lendo).

tetragrama do nome de Deus em hebraico e transliterado YHWH - pronúncia yehovah ou yahweh
יהוה‬, Tetragrama Sagrado [em Letras Hebraicas י (yod) ה (heh) ו (vav) ה (heh)], em hebraico lido da direita para a esquerda, em transliteração latina é mais usado YHWH.

O próprio Abraão, em Gênesis 22:14, dá um nome simbólico ao Monte Moriá onde ele iria sacrificar seu filho Isaque, incluindo o nome de DEUS nele, que conhecemos em português como “Jeová-Jiré” (hebraico Yhvh Yireh).

O nome Joquebede, por exemplo (a mãe de Moisés – Nm 26:59), tem uma forma abreviada do nome de Deus em si [Jo-].

O nome de Joquebede no hebraico é “Yokebed“, e é construído com uma forma contraída do Nome de DEUS que começa com a letra hebraica “Yod” (transliterada em grego pela letra “iota”, o “i” do português, e posteriormente nas línguas latinas pelo “J”).

Este trecho do nome de DEUS no nome de Joquebede está em junção com a palavra hebraica “kabed”, que significa “ser pesado, ser importante, estar aflito, ser duro, ser rico, ser digno, ser glorioso, ser incômodo, ser honrado”, cada qual significado dependendo do contexto em que está inserido ou da gramática da língua.

Sendo assim, Joquebede (Yokebed) significa “Yhvh é glória”.

Quero ainda compartilhar uma curiosidade com vocês:

Por que fica sem sentido substituir o nome próprio de DEUS por “SENHOR” em (pelo menos) algumas passagens da Bíblia?

Por que é sem sentido substituir o Nome de DEUS por SENHOR em algumas passagens bíblicas

significado do nome de DEUS só veio ser melhor compreendido e apreciado quando revelado à Moisés (ele já tinha 80 anos – Êx 7:7), na ocasião em que foi enviado por DEUS para libertar o povo da escravidão no Egito.

E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU, e ele disse: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. (Êxodo 3:14 KJF)

À partir da maneira poderosa como DEUS tirou os israelitas do Egito então o Seu Nome veio a ser largamente difundido entre os israelitas (e por outras nações), durante e depois do êxodo (o nome de Deus grafado com as quatro consoantes hebraicas, lembrando, יהוה (YHWH ou YHVH) aparece cerca de 6.828 vezes no Antigo Testamento nas Escrituras hebraicas, e nenhuma vez nos manuscritos gregos do Novo Testamento que sobreviveram até nós hoje).

Em cerca de 1446 a.C. (data do êxodo) o povo hebreu estava peregrinando no Egito e sendo escravizado pelo Faraó.

escravo do pecado, peso, soldado

Quando olhamos para todo o contexto das outras nações em volta, inclusive do Egito, notamos que cada uma delas tinham suas crenças em diferentes deuses.

Os próprios egípcios acreditavam em várias divindades, cada um com uma história mitológica diferente, e todos eles tinham um nome próprio.

O fato dos hebreus ficarem escravos no Egito, sendo subjugados por essa nação durante muitos anos, colaborou, no final das contas, para que o nome do DEUS de Abraão, Isaque e Jacó se tornasse conhecido em toda a terra, depois de Ele ter derrotado as “divindades” do Egito com todas as pragas que lançou contra o país, e posteriormente também concedendo vitória aos hebreus em combate contra outras nações com as conquistas de Josué, o que desconstruiu a crença nas divindades, mostrando que só o DEUS de Israel, o EU SOU, é o único e verdadeiro DEUS existente, todos os outros eram mitos e histórias inventadas pela imaginação humana (instigada por satanás).

(Mas mesmo assim, tempos depois, muitas nações ainda mantiveram suas crenças; entretanto, EU SOU sempre garantiria a vitória de Seu povo sobre elas (se em batalha) mediante a obediência dele aos Seus mandamentos e ao Seu pacto, o que infelizmente deixou de acontecer gradativamente até ao ponto da nação ser destruída junto do templo de seu Deus por uma e outras nações pagãs – 2 Cr 36.)

DEUS revelou seu Nome próprio a Moisés em um momento muito propício, pois o significado de Seu Nome é “aquele que existe”.

A frase hebraica que DEUS diz a Moisés em Êxodo 3:14 está na primeira pessoa do singular, a saber, ” ‘ehyeh ‘asher ‘ehyeh, (“EU SOU O QUE SOU“). Por isso Seu nome está interligado ao verbo “ser/existir/tornar-se”, que no hebraico é hayah.

Já no versículo 15 Ele fala Seu nome próprio, que também tem raiz no verbo “ser”, confira:

Mais disse Deus ainda a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Jeová, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, enviou-me a vós.
É este o meu nome para sempre, e é este o meu memorial para todas as gerações. (Êxodo 3:15 Tradução Brasileira)

Veremos mais detalhes sobre o nome de DEUS mais à frente.

Podemos então claramente entender que DEUS diz isso em contraste aos demais “deuses” pagãos, que não existem!

Com tal frase e Nome então, e com a derrota dos deuses das outras nações pelas mãos de seus servos, EU SOU estava praticamente dizendo “EU existo, os outros deuses não!” (Is 45:5).

Deus de Israel x deuses egípcios, as 10 pragas

Justamente por isso, no primeiro contato, ao ser questionado por Moisés sobre como se apresentaria ao povo hebreu para libertá-lo, DEUS responde:

“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU, e ele disse: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” (Êxodo 3:14).

Com tal apresentação o SENHOR já estava deixando bem claro para os hebreus que Ele é o único Deus verdadeiro e existente, pois os hebreus já estavam acostumados a ouvir falar dos deuses do Egito, e viam como os egípcios acreditavam neles e os adoravam. Mas agora os hebreus provariam que todos eram falsos, e não há nenhum outro Deus além do EU SOU, o Deus de seus antepassados.

Por isso, em algumas traduções da Bíblia, fica sem sentido substituir o nome de Deus por “SENHOR” (Adonai), pois há todo um significado no Nome dEle, que envolvia o contexto em que os hebreus viviam. Entendeu?

Em Êxodo 9:16 DEUS ainda afirma um mistério (falando a respeito do Faraó):

“E na verdade é por esta causa que eu te levantei, para mostrar o meu poder em ti, e para que o meu nome seja declarado em toda a terra.”

E incríveis 40 anos depois o nome do EU SOU realmente estava sendo temido e declarado em outras nações da terra (confira Josué 2:8-11).

Da mesma forma, quando DEUS diz a Moisés em Êxodo 33:19“Farei toda a minha bondade passar diante de ti, e proclamarei o nome do SENHOR diante de ti.”, fica sem sentido, neste texto pelo menos, trocar o nome próprio de DEUS por “SENHOR” (no hebraico “Adonai”), pois como percebemos, há um magnífico significado do Nome, que envolve um amplo contexto histórico.

Tendo-se então compreendido tudo isso, como devemos chamar ao nosso DEUS e Pai hoje? O correto é “Jeová”, “Javé”, “Yehovah”, “Yahweh”, “YHWH”, “EU SOU”, “SENHOR” ou o que?

É muito difícil (pra não dizer praticamente impossível) chegar à pronúncia exata do nome de DEUS contido nas Sagradas Escrituras hebraicas antigas.

Muitos estudiosos ao longo dos séculos já empreenderam isso, mas ainda não há um consenso geral, e no momento eu não sou um especialista na língua hebraica para fazer uma afirmação totalmente concreta, mas com algumas pesquisas bem direcionadas qualquer estudante atencioso da Bíblia consegue chegar a um entendimento maduro.

O nome de DEUS, como vimos antes, tem em si o verbo hebraico “ser” (hayah / havah), sendo que o próprio DEUS o conjugou para Moisés na primeira pessoa do singular, quando falou com ele no monte Horebe, dizendo assim (em hebraico) ‘ehyeh ‘asher ‘ehyeh = EU SOU O QUE SOU (Êx 3:14).

Os trechos que estão em destaque negrito acima, nas duas vezes em que o verbo aparece na frase hebraica, aparece também em conjunção em diversos nomes hebreus do antigo testamento.

Isto nos indica diretamente que tal trecho faz parte do nome e da pronúncia do nome divino.

Vejamos alguns exemplos de nomes hebraicos abaixo que possuem um trecho do nome de Deus em si:

(Repare que todos os nomes são de personagens nascidos depois do tempo de Moisés, quando o nome de DEUS era amplamente conhecido)

  • Yehu= Yeh+hu (ele,ela).
    • Significado do nome: “Yehovah é Ele”.
    • Correspondente em português: “Jeú” (1 Rs 16:1).
  • Yehoachaz= Yeho+achaz (agarrar, segurar com firmeza, pegar, tomar posse).
    • Significado do nome: “Yehovah tomou”.
    • Correspondente em português: “Jeoacaz” (2 Rs 10:35).
  • Yehoash = Yeho+esh (um fogo).
    • Significado do nome: “Yehovah é forte” [à semelhança do fogo].
    • Correspondente em português: “Joás” (Jz 8:13). Obs.: Neste caso aproveitou-se apenas as letras “Y” e “O” do trecho “Yeho” para formar o nome em português, ou “aportuguesado”.
      A substituição do “Y” pelo “J” será estudada mais adiante, continue lendo.
  • Yehozabad = Yeho+zabad (dar, conceder, dotar com, conceder sobre).
    • Significado do nome: “Yehovah deu/dotou/concedeu”.
    • Correspondente em português: “Jozabade” (Ne 11:16).
  • Yehochanan = Yeho+chanan (ser gracioso, mostrar favor, ser misericordioso, buscar favor, implorar favor, suplicar, dentre outros).
    • Significado do nome: “Yehovah tem sido/foi gracioso”.
    • Correspondente em português: “Joanã” (1 Cron. 3:15)
  • Yehoyada = Yeho+yada (conhecer).
    • Significado do nome: “Yehovah conhece/sabe”.
    • Correspondente em português: “Joiada” (2 Sm 23:22).
  • Yehoyakin = Yeho+kun (ser firme, ser estável, ser estabelecido, dentre outros).
    • Significado do nome: “Yehovah estabelece”.
    • Correspondente em português: “Joaquim” (2 Rs 24:8).
  • Yehoyaqim = Yeho+qum (levantar, erguer, permanecer de pé, dentre outros).
    • Significado do nome: “Yehovah ergue/levanta”.
    • Correspondente em português: “Jeoaquim” (2 Rs 23:36).

Existem muitos outros nomes como Yehoyarib (Jeoiaribe), Yehukal (Jucal), Yehonadab (Jonadabe), Yehonathan (natas, em inglês Jonathan), etc., os quais passaram pelo mesmo processo de adaptarem-se à língua portuguesa (assim como em outros idiomas).

Todos estes nomes citados acima são formados com um trecho do nome divino (que eu deixei em negrito em todos os casos) seguidos de um sufixo.

O hebraísta Wilhelm Gesenius, no Dicionário Hebraico e Caldaico das Escrituras do Velho Testamento (em alemão), afirma:

“Os que acham que יהוה [Ye-ho-wah] era a pronúncia real [do nome de Deus] não estão totalmente sem base para defender sua opinião.
Assim se podem explicar mais satisfatoriamente as sílabas abreviadas והי [Ye-ho] e יו [Yo], com que começam muitos nomes próprios [hebraicos].”

Muitos estudiosos da língua hebraica afirmam ainda que o tetragrama YHWH é a junção de 3 frases hebraicas, à saber: “Yeh”, que seria uma abreviação de “Yi’hiyeh,” (Ele será), “Ho” que corresponde a “Hoveh” (Ele é), e “vah”, que corresponde a “Havah,” (Ele era). “Havah” é uma forma arcaica do verbo “Hayah”, que veremos mais abaixo.

Logo, a ideia é, lendo de trás para frente, ou seja, da direita para a esquerda (como se lê no hebraico): “Aquele que era, que é e que vem/será”.

Analisando por este lado, essa ideia se encaixa nas palavras do próprio Cristo reveladas a João, quando disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.” (Ap 1:8; leia versículos 9-19 para comprovar pelo contexto que era Cristo falando. Nos versículos 11 e 17 Jesus declara ser o primeiro e o último, as mesmas palavras do versículo 8, e no 18 ele confirma claramente que é o Cristo, comprovando que Ele e o Pai são um, como já dito em João 10:30-36).

Muitos tradutores também consideram que “Yahweh” (pronuncia-se iavé) é a forma correta da pronunciar o tetragrama hebraico YHWH.

Quando DEUS fala com Moisés em Êxodo 3:14, Ele usa a 1ª pessoa do singular, ou seja, “eu”, de acordo com o que foi traduzido EU SOU me enviou a vós”.

Mas no versículo 15 (é o que se deduz) DEUS comunica a Moisés na 3ª pessoa do singular, ou seja, “ele”, em vez de na 1ª.

Deste modo, o tetragrama seria uma forma composta do verbo “ser”, ou seja, é o verbo “ser” conjugado em dois tempos diferentes do hebraico, que seriam “haYAH” = ele ERA + “hoVEH” = ele É, originando então o nome YAHVEH.

Resumindo: No versículo 14 DEUS usa a primeira pessoa do singular do verbo “ser” para o seu Nome (Eu Sou), mas no versículo 15, Ele usa a 3ª pessoa no mesmo tempo, modo e voz (Ele é).

No final do versículo 15 Ele ainda diz: “É este o meu nome para sempre, e é este o meu memorial para todas as gerações.”

Essa pronúncia (Iavé) concorda com relatos de alguns pais da igreja…

Por exemplo, o bispo Clemente de Alexandria (do III séc. d.C.), afirmou que o Nome era pronunciado Υαυε (YAUE), e Teodoreto de Chipre do IV séc. d.C, escreveu que os samaritanos o pronunciavam Υαβε (YABE = IAVÉ).

A pronúncia era assim (iabe) porque no grego não contém nenhuma letra que corresponda diretamente ao “v” do nosso idioma (por exemplo). Portanto as letras gregas substitutas mais aproximadas para a letra “v” são “υ” (upsilon) ou “β” (beta).

O nome “Davi”, por exemplo, nos manuscritos gregos é escrito Δαυιδ (DAUID) ou Δαβιδ (DABID).

Veja o nome de Davi na palavra que deixei em negrito no texto de Romanos 1:3 abaixo:

” περι του υιου αυτου του γενομενου εκ σπερματος δαβιδ κατα σαρκα ” – (Textus receptus)

Se você estiver curioso, segue o texto traduzido: “acerca de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor, que foi feito da semente de Davi, segundo a carne,” (Bíblia King James Fiel)

(Com informações do artigo sobre o tetragrama, escrito pelo Luís Antônio Lima dos Remédios – o Cacerege).

Considerando que a pronúncia do Nome seja então “Yahweh” (ou Yahveh), se encaixaria melhor com o nome divino que aparece em algumas passagens da Escrituras, inclusiva no Novo Testamento, que é “Yah”.

Veja (em paralelo que coloquei) Êxodo 15:2Salmo 68:4Isaías 12:226:4.

No Novo Testamento este nome (Yah) aparece em uma palavra composta que você certamente já conhece, que é “ALELUIA” (do hebraico הללו־יה = HALeLU-YAH = “Louvai a Yah”, “Louvai ao Senhor”).

“Aleluia” é composta por duas palavras hebraicas: “halal” (ser louvado, ser considerado louvável, ser elogiado, ser digno de louvor, dentre outros significados) + “Yah” (o nome de DEUS).

O dicionário Strong afirma que “Yah“, é uma forma contraída/reduzida de “Yehovah”, e é usado em muitas combinações de nomes no hebraico. Exemplos:

  • Elias“: em hebraico “Eliyyah“, ou forma alongada “Eliyahu”, que é a junção das palavras “el” + “Yah”, e significa “meu Deus é Yahweh” ou “Yah é Deus”.
  • Jeremias“: em hebraico “Yirmeyah” ou “Yirmeyahu”, que é a junção das palavras hebraicas “remiyyah” + “Yah”, e significa “a quem Yahweh (ou Yah) designou”.

Nota: Todas as explicações sobre os nomes acima são extraídas do dicionário bíblico de Strongs. Você pode ver tudo em biblehub.com/hebrew/

Muitos judaizantes de nossa atualidade tem afirmado que o nome “Jeová” (com J) é uma invenção maligna da igreja católica romana, pois não existe a letra “J” no alfabeto hebraico.

E eles realmente estão certos! Não existe mesmo a letra “J” no alfabeto hebraico! Não existe também a letra A, nem B, nem C, nem D, E, F, G, H, I, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, nem V, nem W, X, Y e nem Z!

O ALFABETO HEBRAICO POSSUI OUTRAS LETRAS (CARACTERES)! Assim como o grego.

O que se faz no processo de tradução é uma correspondência da letra em um idioma que aproxime-se do outro.

Como você lê יהוה em português? De jeito nenhum, não é verdade?!

Se você não conhece o alfabeto hebraico, acredito que nem mesmo conseguiu pronunciar qualquer letra dessas que viu agora, estou certo?!

Logo, para que consigamos pronunciar o Nome de DEUS em nosso idioma (ou mesmo ler a Bíblia) é necessário que o escrevamos com as letras que usamos em nosso idioma, óbvio.

O português, assim como o espanhol, dentre outros idiomas, são provenientes do Latim, por isso quando é feita a tradução das Sagradas Escrituras para o nosso idioma os nomes bíblicos são vertidos/latinizados, ou seja, é criada uma “versão” ou “adaptação” do nome para nossa grafia e/ou regras gramaticais, para que também o entendamos e o pronunciemos melhor.

O nome “JESUS”, por exemplo, citado no texto de nossas bíblias em português refere-se ao o mesmo “YESHUA” citado na Bíblia Israelita ou na Peshitta, por exemplo. Basta ler o contexto e comprovar que a “denúncia” sobre nomes supostamente blasfemados que fazem é uma falácia!

Os judaizantes ainda defendem que a Bíblia foi traduzida por padres católicos e por isso os nomes bíblicos teriam sido adulterados para que fossem blasfemados, mas isso é uma falseta também!

Homens como John Wycliffe, William Tyndale, o próprio Lutero, dentre muitos outros, foram opositores do sistema religioso corrupto da igreja católica romana antiga, pois era contrário à sã doutrina de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e de Seus apóstolos!

Estes homens (dentre outros) deram “dor de cabeça” ao clero católico de seu tempo fazendo oposição ao seu sistema religioso desonesto! E cada um destes homens que descrevi acima também foram tradutores bíblicos que lutaram para levar o conhecimento bíblico para todas as pessoas.

Se você ainda está inseguro com a afirmação dos judaizantes de que Jesus é um Deus romano, que foi inventado por padres católicos juntamente com o imperador Constantino, jogue essa afirmação no lixo também!https://giphy.com/embed/QVP7DawXZitKYg3AX5

Os manuscritos GREGOS (e não latinos) da família 35, por exemplo, são de toda área do Mediterrâneo e foram preservados (também) pela igreja ortodoxa grega, que não tinha vínculo com o papado católico, de acordo com pesquisas do dr. Wilbur Norman Pickering.

E muitas de nossas traduções bíblicas são baseadas nestes manuscritos, dos quais muitos foram usados para construção do textus receptus, o texto grego do Novo Testamento das versões clássicas da Bíblia.

Os judaizantes insistem em afirmar que os nomes bíblicos foram blasfemados baseando-se na profecia de Isaías 52:5, onde está escrito:

“Agora, portanto, o que tenho eu aqui, diz o SENHOR, para meu povo ser levado por nada? Aqueles que os governam os fazem gemer, diz o SENHOR, e meu nome continuamente, todo dia, é blasfemado.”

Eles tem afirmado que o nome de DEUS e do Messias está sendo blasfemado todos os dias porque nós estamos pronunciando nomes que foram (supostamente) adulterados com significados de blasfêmias.

Entretanto, basta ler o contexto dessa profecia de Isaías para saber que ele está falando do período em que os Israelitas passariam no cativeiro babilônico (586 – 539 a.C.), e neste período os próprios Israelitas blasfemavam do nome de DEUS, e com isso davam ocasião para os gentios blasfemarem também, tudo devido à derrota que eles sofreram da Babilônia, pois estavam culpando a DEUS por isso.

Eles afirmam ainda, com base no versículo 6 de Isaías 52, que o verdadeiro povo de Deus (que eles julgam ser eles) “sabem” o nome dEle e por isso não o chamariam de nomes “inventados” e “blasfemados” como “Jesus” ou “JEOVÁ”.

Mas a verdade é que neste texto DEUS está simplesmente dizendo que depois que o Seu povo passasse por aquele processo de disciplina espiritual na Babilônia eles reconheceriam que foi o próprio DEUS que os fez passar por isso a fim de purificá-los de suas idolatrias, e assim se renderiam a ELE, corrigindo-se. Diferente de alguns outros judeus que estavam ridicularizando o nome do Altíssimo diante dos pagãos, como se Ele fosse o culpado de estarem ali sofrendo.

Para comprovar isso, basta ler o profeta Ezequiel capítulo 36:16-24, que fala do mesmo episódio, para saber claramente que eram os próprios judeus que foram levados cativos para a Babilônia que blasfemavam.

O SENHOR havia levado-os ao cativeiro para discipliná-los devido seu pecado de idolatria (Ez 36:18-19), mas ao chegarem na Babilônia os próprios hebreus começaram a se queixar do seu Deus, afirmando (indiretamente) que Ele era fraco e por isso foram derrotados pelo rei da Babilônia (pois quando uma nação era vencida por outra, acreditava-se que a nação derrotada tinha um deus mais fraco que não pôde protegê-la), então o nome de Deus começou a ser blasfemado com má reputação entre as outras nações (Ez 36:20-21).https://giphy.com/embed/10H4by255F2UsU

Mediante tal atitude dos judeus cativos, que deveriam ter reconhecido seus pecados em vez de queixarem-se contra o SENHOR, Ele então promete glorificar Seu próprio Nome entre os babilônicos, onde os isralitas estavam cativos (por acaso Ele não fez isso por meio do profeta Daniel e de seus amigos?).

DEUS iria retirar o Seu povo deste cativeiro e trazê-lo de volta à sua terra, e com isso exaltar e santificar Seu próprio Nome dentre as nações, provando Seu poder (Ez 36:22-24).

Ademais, Paulo, o apóstolo de Cristo, repete as palavras da profecia de Isaías 52:5, fazendo uma crítica à má conduta dos líderes religiosos judeus de seu tempo, os doutores da Lei, que tanto ensinavam e cobravam obediência à Lei dos outros, sendo legalistas, mas eles mesmos eram hipócritas, pois não praticavam a própria Lei que pregavam (Rm 2:17-29; ver também Mt 23:1-33 e Gl 6:12-13).

Outro trecho utilizado para justificar as teorias infundadas de que só um certo grupo de religiosos “saberia” o verdadeiro nome de DEUS (e todos os demais estão usando nomes supostamente blasfemados pelos padres católicos que traduziram as bíblias) é Jeremias 16:19-21, que diz:

Ó Jeová, força minha e fortaleza minha, e meu refúgio no dia da angústia, a ti virão as nações desde as extremidades da terra, e dirão: Nossos pais herdaram tão somente mentiras, vaidades e coisas em que não há proveito.
Porventura fará um homem para si deuses, que contudo não são deuses?
Portanto eis que os farei conhecer, sim desta vez os farei conhecer a minha mão e o meu poder; e saberão que o meu nome é Jeová. (Tradução Brasileira)

Mas este trecho está afirmando que depois que DEUS exaltasse o Seu nome (a si mesmo) na Babilônia e dentre as outras nações, fazendo retornar o Seu povo do cativeiro, muitos gentios então se converteriam a Ele, pois veriam Seu poder e reconheceriam que os deuses de seus antepassados eram todos falsos, e somente o DEUS de Israel, cujo nome (vertido em português) é Jehovah (ou Jeová, como você já deve conhecer) é o verdadeiro e presente, que verdadeiramente se relaciona com o Seu povo.

Dito tudo isso, note claramente como é uma teoria infundada, uma interpretação tola e fora do contexto bíblico de homens que estão se dizendo entendidos e mestres, super-espirituais, donos da verdade.

Mas eles (infelizmente) tem se tornado perversos, dando ouvidos a tais falácias e a histórias mentirosas, pregando-as, e assim atormentando a mente de muitas pessoas.

A sabedoria de Deus, que vem do alto, não produz estes frutos! (Tg 3:13-17)

Logo, se por acaso você já ouviu e foi “atormentado” por estas falácias fanáticas, JOGUE TUDO NO LIXO e continue a dedicar a tua vida para Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, o Filho unigênito do Deus Altíssimo, JEHOVAH, meditante Seu Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5:5), o Espírito que nos ensina e nos guia em toda a verdade (Jesus), nos fazendo aprender e recordar das palavras de Cristo! (Jo 14:2616:13).

Veja, resumidamente, como aconteceu ao longo do tempo a transliteração do nome “Jesus”, por exemplo (e por conseguinte os demais nomes bíblicos):

Jesus ensinando seus discípulos no barco
Jesus pregando a Palavra no barco

A forma completa do nome “Jesus” no hebraico é “Yehoshua“, que à partir do cativeiro babilônico passou a ter a forma contraída “Yeshua” (mais usada no aramaico).

O que ocorre é a transliteração do termo, ou a evolução quando migra para outra língua.

Ou seja, o nome precisa adequar-se às regras gramaticais da língua para a qual está sendo traduzido, do contrário ficará sem sentido para o idioma de destino. Continue lendo e verifique.

substantivo “Jesus“, do ponto de vista puramente linguístico é uma tentativa de transliteração e adaptação linguística do nome “Yeshua”, citado acima.

Veja como se deu o desenvolvimento dessa adaptação linguística à medida que as Escrituras foram sendo traduzidas para outros idiomas:

  • Do hebraico/aramaico para o grego:
    • Yeshua -> Yesua (o grego não tem o fonema /sh/, portanto foi adotado o fonema /s/
    • Yesua -> Iesua (No grego a letra que corresponde ao “yod” (1ª letra hebraica do nome “Yehoshua” é o “iota”, que também seria o correspondente no grego para a letra “Y” com som de “i”)
    • Iesua -> Iesous (o sufixo ‘a’ no grego é feminino.
      Seria equivalente alguém dizer hoje a um brasileiro: “vamos seguir a Renata, o messias”. Uma situação irregular para o idioma destino. Seria motivo de piada.
      Portanto, o sufixo masculino no grego é ‘ous’, sendo que “ou” (letras gregas “omicron” e “upsilon”) juntos tem som de “u”, portanto a pronúncia é iesus)

Até aqui vimos como o nome hebraico foi transliterado para o grego. Agora vamos ver como o grego foi transliterado para o latim:

  • Iesous -> Iesus (no latim, o sufixo masculino é ‘us’ e não ‘ous’, pois no grego para fazer o som de “u” usa-se duas letras juntas que são “omicron” e “upsilon” (ο υ). Nos idiomas latinizados basta usar a letra “u” que temos).

Agora, vamos ver como do latim Iesus chegamos ao português:

  • Iesus -> Jesus (em algumas línguas latinas, a grafia da semi-vogal /y/ é feita através da letra ‘J’ – isso existe até hoje em algumas vertentes do espanhol. Não haveria alteração fonética neste caso, pois o “J” continuaria com som de “i” ou “y”).
  • Jesus -> Jesus (com a alteração fonética influenciada pelo fato de que muitas línguas latinas trazem na letra J o fonema /j/, o fonema sofreu alteração; sendo assim, pronuncia-se “gêsus”.
    A letra “J” em espanhol, por exemplo, pronuncia-se com um som parecido com da letra “r”. Sendo assim a pronúncia é parecida com “resus”.
    O nome “Juan” por exemplo é muito comum em espanhol e você até deve ter ouvido a sua pronúncia, que é “ruan”, estou certo?!
    Em inglês a letra “J” já tem um som mais aproximado da letra “d”, por isso a pronúncia se parece com “disus”).

Pronto! Está explicado de onde veio o nome “Jesus”, sem toda aquela teoria descabida e teologicamente deturpada de que os nomes foram blasfemados!

Veja ainda neste vídeo do professor Fábio Sabino a mesma explicação acima com alguns detalhes a mais, e note como trata-se de pura questão linguística, por isso TODAS AS TEORIAS DE NOMES BLASFEMADOS SÃO FALSAS!https://www.youtube.com/embed/tD6cYTsAdcM?feature=oembed

Como você vê, não se trata de traduções de nomes próprios (que não se traduzem), nem de inclusão de blasfêmias nos nomes, mas de adaptação linguística dos mesmos à gramática e/ou pronúncia do idioma destino para o qual a Bíblia está sendo traduzida, e isso não acontece só com os nomes bíblicos, como alegam os judaizantes.

Vejamos alguns poucos exemplos de nomes de cidades e países que conhecemos hoje que também passam por essa adaptação:

  • London -> Londres.
  • New York -> Nova Iorque.
  • England -> Inglaterra.
  • Germany -> Germânia.
  • Greek -> Grécia.
  • Japan -> Japão.

Outro exemplo bobo de um substantivo que você já conhece: “football” -> grafado em português como “futebol”. Veja que o nome foi simplesmente “aportuguesado”, ou seja, feita uma “versão em português” do nome.

O mesmo acontece com o nome “Michael”, que foi criada uma versão em português, que é “Maicon”, conforme a pronúncia do nome no inglês.

Nomes próprios também são substantivos que precisam se adequar às regras gramaticais de um idioma.

No português não é comum um substantivo terminar com dois “L”, como é o caso da palavra “Football“, por isso uma adaptação “aportuguesada” se faz necessária.

O mesmo acontece com os nomes bíblicos. e é assim em todos os outros idiomas.

Veja que em todos estes casos os nomes passaram por mudanças na grafia para se adequarem a outro idioma, mas não quer dizer que esteja se falando de outra coisa, entendeu?!

Estou dizendo que “football” é a mesma coisa que “futebol”, logo “Jesus” é a mesma pessoa que “Yehoshua” ou “Yeshua”.

Nomes próprios não se traduzem, no entanto se faz uma adaptação linguística para que este se encaixe melhor na grafia e na pronúncia de um idioma para o outro.

Logo, “Jesus” é o correspondente em português para o nome hebraico “Yehoshua/Yeshua”, e “Jeová/Jehovah” (eu prefiro este último por conter as letras correspondentes ao tetragrama) é o nome correspondente para o nome de DEUS, o tetragrama YHWH / YHVH, representado, como já dito antes, por quatro letras consoantes hebraicas, que são “yod”, “hei”, “vav”, “hei”.

Em especial na Idade Moderna e nos séculos anteriores isso era muito normal, e esse tempo da história não pode ser simplesmente ignorado!

Essas queixas e histórias sobre Roma não são todas reais, muitas são invenções loucas e infundadas. Óbvio, estratégia de satanás para tirar a palavra de Cristo do coração de quem está crendo nele (Mt 13:191 Tm 4:1).

Mas quando começou-se a usar a letra “J” nos nomes bíblicos?

O uso da letra “J” em lugar da letra hebraica “Yod” no nome de DEUS יהוה (YHWH -> Jehovah), ou na formação/grafia do nome “Jesus” (e por conseguinte de muitos outros nomes bíblicos) não tem nada de blasfêmia, mas é uma questão linguística, como vimos claramente acima.https://giphy.com/embed/3ohfFpNBmOrtbgAlXy“O nome dessa pessoa começa com a letra J?”

Entretanto, porque são soberbos, querem se achar os donos da verdade e amam proclamar que fizeram “descobertas macabras” (coisa que é inerente do ser humano), tais religiosos começam a criar um monte de teorias com base em histórias infundadas e bizarras, fazendo jus de que estão tendo zelo pelo verdadeiro nome de DEUS (seria um zelo igual ao do Israel dos tempos apostólicos? Rom. 10:1-4)

Explicação de como surgiu a letra J.

Durante a Idade Média, aproximadamente na época do Renascimento (séculos 14-16), as expressões passavam por muitas mudanças [nas línguas latinas]; começou então a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia entre o i vogal e o i consoante (estou fazendo meramente um relato histórico, ok?!), o qual passou a ser grafado “j“(um ” i ” com uma puxada para o lado esquerdo, como você vê).

Daí começaram a mudar a escrita de Iesus para Jesus, ou Ieremias para Jeremias em alguns idiomas provenientes do latim, e entre muitas outras mudanças gramaticais.

Por isso também dezenas de outros nomes bíblicos (que geralmente começam com a letra hebraica “yod”) começaram a ser escritos e pronunciados com a letra J (Jotão, Joiada, Jónatas, Josué, Joquebede, Jeroboão, José, Judas, João, etc.).

Isto trata-se do processo linguístico que se chama “verter” (criar versão) do nome de um idioma para o outro, basicamente uma versão adaptada à grafia e/ou pronúncia do idioma destino.

https://giphy.com/embed/RXAXaOCvFG0O4

Ademais, eu estive lendo a Bíblia Israelita (a usada pelos judaizantes, praticamente inimigos de outros idiomas) e percebi que o Yeshua dessa tradução bíblica é o mesmo Jesus das traduções comumente usadas no português (além do Nome ser o mesmo, ou parecido, em centenas de outros idiomas).

Eles só fizeram algumas adaptações (espúrios) em alguns versículos para que a Bíblia se encaixe em sua preferência religiosa. É uma espécie de cristianismo misturado com judaísmo (igual a tentativa de Atos 15).

O mesmo acontece com a Tradução do Novo Mundo, a Bíblia das “Testemunhas de Jeová”.

Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas - a Bíblia das "testemunhas de Jeová".
a Bíblia das “testemunhas de Jeová

As “Testemunhas de Jeová” costumam afirmar que todas as outras traduções da Bíblia substituíram o nome de Deus…

… (como visto, eles usam “JEOVÁ”) porque tanto os tradutores antigos (muitos eram padres ou ex-padres católicos, e sempre arrumam um jeito de jogar a culpa neles) como os contemporâneos, quiseram ocultar o Nome de Deus para que as pessoas não o conheçam, ou não sejam salvas.

De acordo com o discurso deles, Jesus tornou o nome de Deus conhecido (Jo 17:6,26), mas que nome, se as demais traduções da Bíblia substituíram o nome próprio de Deus pelo título “SENHOR”? Isso seria uma tentativa de esconder o Nome de DEUS das pessoas.

Todavia, tal argumentação é uma verdadeira falácia também, pois os próprios judeus que criaram o sistema de pontuação vocálica no texto massorético (bíblia hebraica), de onde muitas traduções do Antigo Testamento vieram, o criaram para que em lugar de pronunciar o tetragrama (nome de DEUS – YHWH) se pronuncia-se “ADONAI” (SENHOR).

Daí então que muitos tradutores bíblicos preferiram substituir o nome divino pela palavra “SENHOR” (pois não se sabe a pronúncia exata do Nome, mas apenas aproximadas ou inferidas).

tetragrama yhwh com sinalização vocálica massoreta para pronunciar adonai em vez do nome de Deus

Por que os judeus massoretas fizeram esse sistema de sinalização vocálica?

alfabeto hebraico só possuía 22 consoantes.

O sistema de sinalização vocálica, que você viu na imagem acima, sinaliza o som das vogais nas palavras hebraicas, ajudando na leitura, compreensão e pronúncia do texto.

Entendo isso, podemos considerar duas possibilidades:

  • Ou os judeus sabiam a pronúncia do nome divino, mas querendo conservar a antiga tradição de proibição da pronúncia do Nome por ser Sagrado (tradição da época pós exílio babilônico – cerca de 539 a.C.), acrescentaram os sinais no texto hebraico para sinalizar ao leitor que não pronunciasse o nome de DEUS durante a leitura, mas em vez disso dissesse “ADONAI” (SENHOR, MEU SENHOR, ou SOBERANO SENHOR).
  • Ou de fato a pronúncia exata do Nome (tetragrama) se perdeu no tempo, e por isso o sistema de sinalização vocálica indica que deve ser pronunciado “ADONAI”, já que não se sabe exatamente como pronunciar “YHWH”.

Os judeus (principalmente da antiguidade) também não pronunciavam o nome de DEUS porque eram extremamente conservadores do 3º mandamento, o que dizia para não falar o nome de DEUS em vão (Êx 20:7).

Sendo assim, por ser Santíssimo e devido à degradação moral e espiritual dos judeus principalmente pós exílio babilônico (séculos 4-5 a.C.), os líderes judeus proibiram a pronúncia do Nome para o público (gradativamente).

De modo similar, os judaizantes contemporâneos declaram de boca cheia sua loucura quando muitos deles afirmam que nós não podemos chamar DEUS (alguns o nomeiam “Yahu”) de “SENHOR”, porque eram os seguidores do deus Baal que o chamavam de “senhor”, mas DEUS é o Altíssimo.

Porém, isto é mais uma falácia, pois como vimos foram os próprios líderes judeus que proibiram a pronúncia do nome de DEUS e recomendaram pronunciar ADONAI.

Ademais, as Escrituras chamam o Altíssimo de Senhor sim, confira Gênesis 15:2,8Salmo 136:3130:3 (em traduções que trazem o Nome de DEUS em vez de SENHOR, como a Tradução Brasileira).

Aliás, em outra declaração infundada, até o nome “Deus” (tradução do grego “Theos“) eles dizem que significa “Zeus”. Outro infortúnio.

O grego koine, por exemplo, tem duas letras diferentes que correspondem à letra “o” do nosso idioma, que são “omicron” ( ο – Ο ) e o “omega” ( ω – Ω ) – mostradas em minúsculo e em maiúsculo respectivamente, entre parenteses.

Digamos que uma dessas letras começasse a corresponder a outra do nosso alfabeto (exemplo: “omicron” passa a corresponder [o som de] “h”, e “omega” continua correspondendo “o”). Todos os nomes teriam que ser “atualizados” também. É o caso da “nova letra i”, o J.

Vale ainda lembrar que a letra J tem outra fonética em outros idiomas.

Em espanhol, por exemplo, ganha som de “R”, como o nome “Juan” que pronunciasse “ruan”, como vimos mais acima.

Em outros idiomas ele tem um som mais próximo do “i” ou “y”, em vez de “gê” ou “já”, como em português.

Em fim, cada idioma tem sua regra gramatical e fonética que vai influenciar na grafia e pronúncia dos nomes (e de praticamente todas as outras palavras traduzidas).

Como verificamos, as variações são linguísticas e em nada altera a santidade do nosso Senhor Jesus Cristo.

Embora hajam adaptações linguísticas do nome para o idioma a ser traduzido, o texto refere-se à mesma pessoa em todas as bíblias, falam do mesmo DEUS, do mesmo Senhor e do mesmo Espírito de DEUS.

Afinal de contas, que diferença faria chamar o Espírito Santo de Ruach do Santo (Bíblia Israelita – “Ruach”, do hebraico, significa espírito, fôlego), ou colocá-lo em letras minúsculas, como na Bíblia das “Testemunhas de Jeová”? Isso não muda de quem se está falando no texto.

Por isso não há necessidade de debates teológicos escandalosos e “macabros” sobre esta questão, mas tem gente que pensa ser mais teólogo (e santo) que outros, só porque conhece algumas expressões hebraicas, como “Yeshua Hammaschiach”.

Eu vi nas visões noturnas, e eis que um semelhante ao Filho de homem veio com as nuvens do céu, e veio até o Ancião de dias, e trouxeram-no diante dele.

E foi-lhe dado domínio, e glória e um reino, para que todo povo, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, o qual não passará, e o seu reino, o que não será destruído. (Daniel 7:13-14 KJF)

Não há problema nenhum em usar as pronúncias [aproximadas] do Tetragrama/Nome de DEUS que conhecemos, pois fazem referência ao único DEUS verdadeiro, o Pai de nosso Senhor e nosso, mas considere também o seguinte:

Embora o Nome יהוה (YHWH), no hebraico da Velha Aliança, seja o maior Nome já revelado aos antigos, aparecendo cerca de 6.828 vezes no AT, no texto Massorético (Bíblia hebraica), este não aparece nenhuma vez nos livros do Novo Testamento bíblico, pois não constava em nenhum manuscrito grego de onde nossas bíblias foram traduzidas.

Entretanto, na Nova Aliança, o maior nome já revelado em todos os tempos é o Nome de JESUS, (Fp 2:9-11) que corresponde ao Tetragrama hebraico ישוע (YESHUA).

Obs.: Lembre-se que todo o Novo Testamento foi escrito em grego, e não hebraico.

O nome de Jesus aparece 606 vezes só nos evangelhos, 67 vezes em Atos, 258 vezes nas cartas apostólicas e 12 vezes em Apocalipse, totalizando 943.

Tudo que fazemos deve ser no Nome de Jesus, pois nele:

  1. Expulsa-se demônios (Mc 16:17Lc 9:49-5010:17At 16:18);
  2. Cura-se enfermos (At 3:6-8Tg 5:14-16);
  3. As nações tem esperança/confiam (Mt 12:21At 9:15);
  4. Deve-se pregar o arrependimento (Lc 24:47);
  5. Quem crê no nome de Jesus (e segue-o) recebe o poder se ser filho de Deus (Jo 1:121 Jo 3:1);
  6. No nome dele devemos orar (Jo 14:13-1415:1616:23-27);
  7. Quem crê em Seu nome tem vida [eterna] (Jo 20:311 Jo 5:13);
  8. Em seu nome somos salvos (At 4:10-12);
  9. No nome de Jesus nós recebemos o perdão/remissão dos nossos pecados (Jo 3:18At 10:431 Jo 2:12);
  10. Em Seu nome somos lavados, santificados e justificados (1 Co 6:11);
  11. Pelo Seu nome nos reconciliamos com o Pai (2 Co 5:20);
  12. e muito mais.

O nome dele é YeHoVaH/JeHoVaH Salvador (hebraico יְהוֹשׁוּעַ – Yehoshua)

Jesus é Deus que se fez ser humano (Jo 1:1, 14), é o Filho unigênito de DEUS que O revela à humanidade (Jo 1:185:18), é a imagem visível do Deus invisível (Cl 1:15), é a expressão exata do ser do Pai (Heb 1:3), “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2:9); Ele é o princípio de todas as coisas e o fim delas (Ap 1:8-19), o próprio Criador (Cl 1:16), etc.

Disse-lhes Jesus: Na verdade, na verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, eu sou. (Jo 8:58)


Com informações do artigo sobre a origem do nome Jesus do blog A maravilhosa Esperança.
Para mais informações históricas sobre a letra J veja o artigo “a origem da letra J“, do blog “testemunhas de yahoshua refutados”.
Veja ainda a origem da letra J no dicionário online de português ou no Wikipedia, e note como que a história de que ela foi inventada para blasfemar dos nomes bíblicos é uma falácia infundada (Reflita em Tito 1:10-16 – principalmente do 14-16).
Com auxílio de notas explicativas da Bíblia King James Fiel com estudo Holman sobre “Yahweh” (Êx 3:15) e ” ‘ehyeh ‘asher ‘ehyeh “ – “EU SOU O QUE SOU” (Êx 3:14).

Caminhando sobre as Bolhas da Pós Modernidade

Como uma agulha no palheiro, assim é a tentativa hoje em nossa sociedade de ser não autentico, mas ser diferenciado no âmago de seu ser. Sair da caixa da preguiça intelectual é o passo necessário para pensar sobre as bolhas que aprisionam o ser humano nesse mundo das verdades convenientes do egocentrismo, que usam das palmas ou sendo mais simples virtual os “likes” que impulsionam para a pirâmide do poder, ser mais uma agulha no palheiro é resumidamente ser mais uma opinião no mundo das tais, é opinar, analisar e expor o que já tem demais, é claro que a maioria já vem mastigada pelo advento contemporâneo dos formadores de opinião, e dentro dessa geração que precisa de pessoas para formar seu pensar pois sozinho é como uma piscina sem água, o que nós move além de ter os posicionamentos necessários para pensar e questionar ou botar ao outro um desejo de usar o cérebro para o que realmente interessa, e não ser um projeto de calango (animal tipicamente nordestino, espécie de lagarto ou camaleão que tem um gesto de balançar a cabeça de instante em instante.) e viver balançando a cabeça para todo vento de ideia que permeia a modinha do momento.
Não é necessário buscar novas inverdades que contradizem o real, apenas andar e parar de ser carregado, independente da forma, todavia caminhar apenas, essa agulha é o caminhando sobre as Bolhas e caixas que nós rotulam, isso não é mais um movimento que nasce com tendências revolucionárias, longe disso! É apenas um incetivo ou chave para olhos e ouvidos que estão presos na corrente da desinformação ou da suposta sacra informação, isso é complexo ao explicar mas simples ao entender e praticar, é vá e faça! Vá e leia! Vá e exponha! Resolva e emita seu ponto através de sua pesquisa individual ou estudo feito, ou seja, você o vento do seu barco a velas.
Caminhando sobre as bolhas é a idealização de que a cosmovisão é plural no mundo pós-moderno, e que se situar é normal, é necessário que cada um viva sua visão de mundo com a mistura simétrica do equilíbrio mais intensidade, para que o relativo não seja apenas o fim da prosa sem conteúdo, e que posicionar não seja atacar ou ferir o divergente, e sim, caminhar sobre bolhas é ter no cérebro e no coração a certeza do que ver, viver e compartilha.
Contudo, o que é importante pontuar é a que o respeito é um dos pilares de uma mente livre, que pensa e e se expressa, você pode muito bem ser educado e respeitoso em ouvir uma ideia e pensamento contrário ou até louco sem concordar, isso se dá com a maturidade intelectual que nasce a partir da perca do medo e da ansiedade das próprias convicções, tudo se dá por esse desenrolar do despertamento de usar sua inteligência como energia para desenvolver questões outrora terceirizadas, isso é os passos da caminhada que te faz contemplar a vida ciente que não foi apenas um acaso irrelevante, mas que cada vida tem um propósito ou geral ou individual para manutenção da civilação.
É de vital compreensão de que pensar, gera convicções, questionamentos, duvidas, esclarecimentos e trabalho arduo de pesquisa e estudo para a formação de uma base de intelecto, isso requer requer maturidade e respeito como pilares, e outro ponto fundamental para conclusão da caminhada é conhecer as bolhas a qual se pode pisar, conhecer o terreno pantanoso das ideologias e filosofias é importante para não usar de falacias ou de espantalhos para o corpo de definição do que é contrário ao seu ponto de entendimento das questões mais diversificadas, estudar, conhecer e entender as ideias contrárias, seus conxtetos é o que fortalece nossas pró´rias covcções, isso torna tudo mais fácil, entender isso e gostar de ter essa mente ampla é algo que muda toda realidade, que poe o equilibrio do senso critico, que trás mais fortalecimento para o debate publico, isso é as etapas após o despetar da força do pensar, da carreira do intelecto, que formata uma vida mais completa, e nesse cenário a qual estamos de pós modernidade, de sociedade liquida como diz Zygmunt Bauman “um mundo repleto de sinais confusos, propenso a mudar com rapidez e de forma imprevisível”

Assim é nossos dias, onde o imediatismo e o relativo é evidente, e que uma postura sensata é bem formada pelo livre pensar, trilhando a caminhada sublime sobre as bolhas das idéias terrenas.

Soli Deo Gloria

As 5 ‘Fake News’ que muitos crêem sobre o cristianismo primitivo. — Michael J. Kruger

Evandro Junior

Evandro JuniorJun 24 · 5 min read

Tem havido muitas “Fake News” este ano. Algumas histórias, mesmo que não tenham base nos fatos, contudo, são contadas com tanta frequência e, com tanta convicção, que um grande número de pessoas acaba acreditando nelas.

Algumas dessas notícias falsas até enganam figuras políticas legítimas que repetem a história sem perceber que é falsa. E uma vez que uma figura política dominante repete uma história, ela se torna ainda mais arraigada na psique nacional.

Enquanto algumas notícias falsas são bastante inofensivas, outras são perigosas. O mais famoso talvez seja o incidente da “Pizza Gate”, em 2016, onde um homem falsamente acreditava que uma pizzaria funcionava como um âmbito de tráfico sexual infantil, fazendo, assim, vários disparos (felizmente, ninguém ficou ferido).

No entanto, “ Fake News “ não é um fenômeno novo,. Há muitas notícias falsas sobre a pessoa de Jesus, as origens da igreja e o desenvolvimento da Bíblia. Mesmo que essas “notícias” não tenham base factual, isso é crido por um número desconfortavelmente grande de pessoas.

Aqui está uma amostra das cinco histórias principais.

1. Jesus foi casado com Maria Madalena.

Talvez não exista uma teoria conspiratória sobre o cristianismo primitivo mais sensacionalista e cativante do que a afirmação de que Jesus era casado e tinha filhos. Não é apenas a base para livros como O Código Da Vinci, mas sempre surge uma vez ou outra nos principais meios de comunicação (veja um exemplo recente aqui).

O problema, claro, é que essa crença é patentemente falsa. Não há provas de que Jesus foi casado.

(Para uma crítica mais completa dessa ideia, veja meu artigo aqui.)

2. A divindade de Jesus não foi decidida até o Concílio de Nicéia no quarto século.

Outra convicção difundida é que Jesus era meramente um humano comum que foi exaltado ao status divino pelo concílio de Nicéia. Eles então suprimiram (e oprimiram) todos os que insistiam em contrário.

Mais uma vez, no entanto, a evidência de uma crença inicial na divindade de Jesus é esmagadora. Já nos anos 50 do primeiro século, Paulo aplica o credo monoteísta de Israel à pessoa de Jesus, declarando: “para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.”(1 Co 8: 6). Há boas evidências de que Paulo está baseando-se numa tradição primitiva nesta passagem, indicando que tal crença estava presente no início do cristianismo.

(Para mais informações sobre a divindade primitiva de Jesus, veja o livro de Richard Bauckham, Jesus and the God of Israel.)

3. Os cristãos não tinham uma “Bíblia” até a época de Constantino.

Encorpando mais um item em nossa lista está a afirmação repetida de que os primeiros cristãos, pelo menos nos primeiros quatro séculos, não tinham uma Bíblia. Eles dependiam apenas da tradição oral que estava em constante mudança. E esse problema não foi resolvido até que Constantino comissionou a produção de uma Bíblia no quarto século (contendo apenas os livros que ele preferia).

Embora esta seja mais uma intrigante teoria da conspiração, ela não tem nenhum fundamento histórico. Os primeiros cristãos tinham uma “Bíblia” desde o primeiro dia — o que hoje chamamos de Antigo Testamento. Para eles, o Antigo Testamento era a Palavra de Deus indiscutível, e eles estavam profundamente comprometidos com sua autoridade. Além disso, desde o início, os cristãos consideravam seus próprios livros como escriturísticos, e um cânon do Novo Testamento central é evidente no início do segundo século.

(Para uma breve discussão sobre este ponto, veja meu artigo aqui. Para mais detalhes, veja meu volume completo The Question of Canon.)

4. Os evangelhos “gnósticos” como o de Tomé eram tão populares quanto Mateus, Marcos, Lucas e João.

Desde a descoberta dos chamados Evangelhos Gnósticos em Nag Hammadi, em 1945, é muito popular insistir que esses evangelhos “perdidos” já foram mais vez populares que os nossos canônicos. Durante os primeiros séculos, comumente dito, os cristãos leram o Evangelho de Tomé com igual regularidade (senão maior) do que os livros que chegaram às nossas Bíblias.

Toda essa narrativa tem um propósito claro: convencer as pessoas de que todos os evangelhos são praticamente os mesmos, e nenhum Evangelho é mais válido do que outro.

Mas essa narrativa evapora rapidamente quando se olha para os dados históricos. Quando se trata de quase todas as linhas de evidência — frequência de citação, uso como Escritura, número de manuscritos — fica claro que esses evangelhos apócrifos não eram muito populares, afinal de contas. De fato, todos os indicadores históricos mostram que nossos quatro Evangelhos foram, de longe, os mais populares na igreja primitiva.

(Para mais sobre este ponto, veja meu artigo aqui, ou confira o livro de Chuck Hill, Who Chose the Gospels?)

5. As palavras do Novo Testamento foram radicalmente alteradas e corrompidas nos primeiros séculos.

Completando nossas cinco principais “Fake News” está a afirmação de que o texto do Novo Testamento foi tão radicalmente corrompido, editado e alterado que não podemos realmente saber o que os autores originais disseram. Tornada famosa pelo best-seller de Bart Ehrman, O que Jesus Disse? O que Jesus não Disse?, essa história foi repetida ad infinitum.

Mas não há evidências para esse nível de corrupção radical. Podemos ver as mudanças e os erros dos escribas em nossos manuscritos do Novo Testamento? Claro, mas isso é verdade para todos os documentos da antiguidade. O Novo Testamento não é diferente.

E se há uma diferença, é que o Novo Testamento parece ainda mais bem preservado do que documentos comparáveis no mundo antigo. Após gerações de cuidadosa erudição e uma riqueza de manuscritos à nossa disposição, podemos ter grande confiança nas palavras do Novo Testamento.

(Para mais informações sobre esta questão, veja o último capítulo do meu livro A Heresia da Ortodoxia, ou a minha resenha de O que Jesus Disse? O que Jesus não Disse?.)

Esses cinco exemplos de “Fake News” sobre o cristianismo primitivo se repetem com tanta frequência que as pessoas crêem que devem ser reais. Assim como acontece no mundo político, no entanto, precisamos também examinar cuidadosamente os fatos antes de repetir tais afirmações.

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FONTE: https://www.thegospelcoalition.org/article/5-fake-news-stories-people-believe-about-early-christianity/

-Tradução: Evandro Jr